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Rogel

Domingo16outubro2016
Passeio BTT Rogel (Funchal)
Havia algum tempo que este passeio era para ter sido feito…no mês de Maio tentamos faze-lo, não conseguimos! por ter sido uma manhã tempestuosa e muito adversa à prática do BTT! Esse dia foi marcante pela negatividade e, só conseguimos chegar a Santo Estevão das Galés. Hoje fizemo-lo na totalidade e com algum brilhantismo, o grupo está possante e com andamento agressivo, também o ego está num patamar elevado e transpira saúde. Ponderadamente, temos que saber manter a união dos ativos passeantes domingueiros, essa união continua a fazer parte do sucesso do Clube, os incentivos aos menos audazes, nas partes técnicas, é uma constante e, cada vez mais arriscam e desafiam o tecnicismo da vertente ciclística BTT. É bonito vermos, semana apos semana, a evolução dos Moukistas que assiduamente aparecem para pedalar…
Passava um minuto da 08:00 quando iniciamos o passeio, a maioria do grupo desconhecia o destino, Rogel foi o desígnio do track traçado. A manhã apresentou-se nublada e com muita humidade a temperatura era amena e quase perfeita para a prática do BTT. Saímos encaminhados a Idanha/Belas, passamos pela mata de Belas, bordeamos o Belas Club, Mancebas, Almornos, Santa Eulália, Santo Estevam das Galés, à medida que evoluíamos no track o denso nevoeiro cerrava cada vez mais, não se via um palmo à frente do nariz, as descidas/subidas empedradas faziam-se a medo, a humidade fazia-as escorregadiças. A linha de água antes de Rogel foi transposta, daqui até próximo da Asseiceira pequena foi sempre a subir, atingimos os 360mt, era tempo de parar e fazer o lanche matinal. A galhofice do grupo é quase sempre uma constante, mas quando não estamos em mobilidade, a mesma, transborda de boa disposição, cada vez mais preciso deste comprimido domingueiro…O único senão da manhã, era o nevoeiro que nos impedia de ver qualquer coisa. Recompostos/hidratados fizemo-nos ao track, eram 10:30, tínhamos pela frente quase metade do caminho a percorrer, a subida de mais relevo tinha sido ultrapassada, psicologicamente aliviava a carga de cada um, em saber-mos que assim era, mas ainda tínhamos de bordear o parque eólico de Santo Estevão da Galé, por aqui, do Km 29 ao 31 tivemos de subir novamente aos 360mt de altitude, descemos rapidamente até bem próximos de Negrais, fomos passando por Mastrontas, Pedra Furada, Casal do Urmal, Casal da Quintela, Pexiligais, mata de Fitares e Agualva. Terminamos o nosso passeio eram 12:30 percorremos 56Km com um acumulado ascendente de 1000mt. Azares só mesmo o Pedro furou por duas vezes mas sempre com rápida resolução! Ainda houve disponibilidade para a habitual degustação do sumo de cevada. Amigos Moukistas desmintam-me se acharem que estou errado…mas o espaço, pintado de fresco, laranja e azul tem dado um ânimo a alguns Moukistas que transbordam de egomoukistianismo! 
Axo que hoje conseguia escrever um livro, mas por diversas razões não o faço! Fica para quando tiver tempo…
Abraço, “O Moukista sentado”

2 comentários:

Pedro Barbosa disse...

Sem duvida estas um candidato au Nobel literário ! Reconhecido abraço Mouquista!

Luís Pina disse...

Grande grupo, mais um belo passeio e um excelente texto.
Sei das dificuldades técnicas que o Moukista Sentado teve de ultrapassar para o escrever e enviar.
Adversidades são, muitas vezes, o sinal de que vale a pena lutar contra elas em busca de um objetivo.
Obrigado Alfredo Guerra pela disponibilidade, motivação e esforço. Abraço.
Luís Pina