Pedalar para todos

Mais uma iniciativa do Clube MoucaBTT, desta vez os visados eram os que tinham mais dificuldade em andar de bicicleta ou até que nem sabiam andar. Infelizmente as espectativas não passaram disso mesmo, pouca gente quis comparecer neste evento, no entanto os presente rapidamente fizeram esquecer os ausentes, nestas coisas só faz falta que aparece. Assim os treze entusiasta, pedalaram, ensinaram, corrigiram e caminharam pela bela mata de Queluz. No final a maioria juntou-se para um belíssimo almoço. Bem hajam a todos os que fizeram da sua presença um modo de pertencer ao Clube. Até a uma próxima.

Vamos às broas

Domingo 07 Junho 2015
Nesta manhã de Primavera, mas com temperatura de Verão e humidade bem elevada, fomos onze Moukistas que comparecemos no Largo da Republica para pedalar. O traçado tinha o nome ponposo e dava a entender que seria uma volta com alguma doçura, puro engodo, doçura só mesmo o cubo de marmelada que saboreei no lanche matinal. Foi, na realidade, uma volta dura e de muita adrenalina. Trilhos com grau de acrescida dificuldade fizemos vários, então aquele que precedeu a Aldeia das Broas, que loucura e perigosidade que ele tem, é de loucos, o JPGonçalves e JAGuerra pagaram com o corpo o transbordo da muita adrenalina nele colhida. É-me difícil descrever a diversidade de estado de coisas de circunstâncias que numa volta destas vamos vivendo, mas, que são muitas, são, e cada uma sempre diferente da outra e da outra, na maioria das vezes é um estado adrenalítico e de garra que nos leva aos limites da pura e perigosa diversão…

Às 08:00 saímos de Agualva LR, alinhados para as hortas, muito rápido alcançamos o renovado e simpático parque urbano da Rinchoa-Fitares, atravessamos o sopé da Carregueira, Vale de Lobos, subimos à Sra da Piedade, descemos pelo trilho da aranha, vale de Olelas, Casal do Urmal, Pedra Furada, em Anços fizemos o trilho que nos levou à ribeira de Cheleiros, atravessamo-la para logo depois subirmos para a Aldeia da Mata Pequena, esta pequenita aldeia é lindíssima, visitem-na, descemos e invertemos a marcha, entramos naquele single track, que eu gosto muito, junto à ribeira da Mata e que nos trouxe a Cheleiros, fizemos o lanche matinal para de seguida continuarmos a pedalação em alcatrão durante três km, já perto de Almorquim demos inicio à grande subida, em 1500mt subimos lentamente 120mt, tivemos que esperar pelos mais atrasados, avizinhava-se a grande descida da Aldeia das Broas, esta descida foi de loucos destemidos, mas valeu o esforço, muito perigosa mas fantástica! Pela primeira vez visitei esta esquecida aldeia, pequena povoação tipicamente saloia foi abandonada aos poucos e esquecida por quase todos, mas que continua a ser visitada por alguns aventureiros… valeu têrmo-la visitado, quatro broas! perdidas estavam de partida para Cheleiros, mas, sem saberem o caminho certo, havia que orienta-las e, foi isso que o líder do MoucaBTT fez.
Tínhamos de continuar o nosso proposto e fizemo-lo descendo até encontramos a ribeira da Cabrela, quilómetros acima entramos no bosque dos caçadores, o cansaço e algumas dores musculares iam assistindo alguns de nós e, atingir Armés foi feito com muito suor. O pupilo Rubem estava novamente em apuros, as cãibras voltavam a apoquenta-lo, socorrido imediatamente pelos Moukistas que, aparatosamente chamou atenção a um motorista de autocarro que por ali per-cursava, prontamente, este simpático Senhor ofereceu-se para transportar o nosso companheiro de Lameiras para Coutinho Afonso, bem-haja pelo oportuno préstimo… não podíamos parar, havia que continuar, ao ritmo dos mais lentos fomos pedalando e esperando, alcançamos Recoveiro, Mira Sintra e finalmente Agualva.
Com bastante dificuldade, todos, atingimos o objetivo a que nos propusemos. Este passeio foi doloroso e sofredor teve a sua história feita de muitas peripécias, boas mas também amargas, quedas e furos também nos assistiram, mas, o mais importante foi terminar, fortíssimos e bem-dispostos com 50 Km de distância e 1100 mts de acumulado ascendente, pouco passava das 12:30 quando terminamos o nosso passeiro domingueiro a degustar de uns quantos acepipes e umas minis em casa do aniversariante JPPires, que simpaticamente nos surpreendeu com este mimo que em conjunto com a sua cara-metade e restante família tinham elaborado, terminamos a convivência a cantar os parabéns e a desejar mais cinquenta “tudo à grande”.
Abraço O Moukista sentado”

Festa Magoito 2015


Domingo 31 Maio 2015
Foi precisamente em ambiente de festa que começou pelas 08 horas da manhã do dia 31 de Maio de 2015, na Praça da República em Agualva, o evento Moukista intitulado “Festa Magoito 2015”, com os sócios do Clube MoucaBTT, suas famílias e amigos reunidos e preparados para se fazerem à caminhada de 12 Km pelas arribas do Magoito ou ao passeio de BTT de 40 Km, que iria ligar aquela Praça, igualmente, ao Magoito.

Após viagem de carro até ao Magoito, aprontamo-nos com toda a calma poupa e circunstancia para a caminhada que seria feita, por trinta e seis caminheiros, de caminhos adornados de beleza natural com areais, falésias e muito oceano Atlântico à vista; às 09:00 iniciamos a caminhada com um ritmo vivo, descemos embicados ao passadiço de madeira da praia do Magoito, fomos subindo e ladeando o leito do rio da Mata, continuamos a subir até bordearmos Fontanelas, descemos até ao parque da Praia da Aguda, foi por aqui que paramos, fizemos o lanche matinal descansamos e, tiramos mais umas quantas fotos. Treze minutos depois já estávamos em marcha na arriba bem juntas à falésia do Magoito, minutos depois o grupo dos Moukobetetistas alcançava-nos e passava por nós, cada um que ia passado ia sendo efusivamente aplaudido. Já com nove quilómetros nas pernas, o cansaço de alguns ia sendo notório, fazendo com que o ritmo do grupo fosse mais lento, descemos e estávamos junto á praia do Magoito, seguidamente subimos toda a escadaria e, logo depois, muito lentamente fomos subindo e chegando ao mesmo espaço, de onde tínhamos iniciado o simpático pedestre.
Depois de alguma hidratação, fizemos, alguns de nós, a troca de toiletes. O almoço convívio e a festa estavam prestes a iniciar-se, faltavam os BTTistas que pouco depois faziam a sua chegada.
O passeio de BTT bem se poderia intitular como viagem ao paraíso, pois as paisagens que iríamos encontrar naquela manhã, dourada pelo sol, eram dignas do melhor paraíso que alguém pode imaginar. Felizmente que, na terra possuímos estes pequenos/grandes pedaços de paraíso.
Saímos da PR pontualíssimos, como sempre, em direção a Sintra, logo com um desvio inoportuno do Moukista Sousa e com um furo do estreante Ruben nos primeiros quilómetros, que não beliscaram em nada a ambição que todos os betetistas tinham de desfilar pelas majestosas arribas do Concelho de Sintra.
Ao passar pela vila de Sintra, tivemos a estranha sensação de estarmos a entrar num deslumbrante tapete vermelho que nos iria conduzir pelo sopé da Serra de Sintra, passando pela encantadora vila de Colares, até à mais bonita praia do mundo (na minha opinião), a Praia Grande. Este tapete não era de veludo, antes era feito de muita terra batida, prados, pedra solta, paralelos, ou seja, de todos os condimentos prediletos do BTTista.
A arriba imponente da Praia Grande marcou então o início da segunda etapa do passeio de BTT. E a viagem pelo paraíso prosseguiu adiante. Aqui e ali encontravam-se algumas sereias ainda bocejando aos primeiros raios de sol que lhes chegavam, mas muito bem-educadas respondendo em inglês perfeito “good mornig” aos atrevidos Moukistas, que as saudavam com um português brejeiro “Olá, estão boas”.
Quando falo em paraíso é porque, convictamente, achava que era nele que estávamos a passear. E tanto assim era, que à passagem pelo Bico da Messe a seguir à Praia Grande, lugar sagrado para o mais fervoroso adepto da pesca, como anjos caídos do céu, encontrámos um senhor idoso tombado no chão, à beira da falésia, com uma cana de pesca ao seu lado, notoriamente a necessitar que alguém o ajudasse. Aparentemente inconsciente quando abordado por nós, acabámos por o ajudar a levantar, identificámo-lo o melhor possível e inquirimo-lo sobre como e quem o tinha trazido até aquele lugar. Que embora lindo, era muito perigoso para pessoas debilitadas como aquele senhor aparentava estar.
Depois de prestarmos o nosso melhor auxílio, confiámo-lo às autoridades competentes para o conduzirem à sua residência e prosseguimos pedalando rumo ao Magoito. O tempo dispensado na ajuda àquele homem, não permitiu que nos encontrássemos no miradouro da Praia da Aguda com o grupo de caminheiros Moukistas, conforme havia sido combinado previamente. Ainda assim, os bravos Moukistas do Pedal fizeram uma breve paragem naquele miradouro, abençoado por Deus com umas das mais lindas paisagens do Oeste de Portugal. Onde aproveitaram para restabelecerem as energias com umas barritas energéticas e para tirarem umas fotos para memória futura.
Seguidamente, o trilho levou-nos ao encontro dos caminheiros. Depois de os saudarmos, abrimos alas e trepamos monte acima. Foi então que o nosso pupilo Ruben, depois de trinta e muitos quilómetros de duríssimas pedaladas, cedeu às fortes câmbrias que o afligiram na chegada ao topo. Alguns minutos depois, um pouco mais descontraído, desceu a juntar-se aos caminheiros que aguardavam ao fundo e seguiu junto deles por um caminho um pouco mais curto até ao final.
No paraíso também existem espinhos, que o digam Adão e Eva que tiveram na maçã essa prova. Nós também podemos comprovar essa dolorosa realidade. Através de um single track muito técnico e divertidíssimo que descia a encosta da arriba sul da praia do Magoito. Onde muitas das vezes a forma mais cómoda de avançarmos era mesmo apoiar-nos nos espinhos, silvas, arbustos e cardos que o ladeavam. Sangue, suor e pura adrenalina, aquele trilho. A acrescer a toda esta dificuldade, havia ainda os bancos de areia dificílimos de ultrapassar que se encontravam ao longo do vale, os quais tivemos de percorrer até atingirmos a praia.
Extasiados pelo magnífico passeio que tínhamos pedalado, subimos da Praia do Magoito pelo íngreme passeio pedonal a norte da praia, até à entrada da localidade do Magoito. No topo, confirmamos que a meta estava muito perto, atendendo ao delicioso aroma a sardinhas e a bifanas assadas que se fazia sentir.
Os assados estavam com presteza a serem degustados, os couratos, os enchidos, as sardinhas, as costeletas, as entremeadas, toda esta comidinha iria ser brevemente apreciada e glutinada por todos nós. Nesta altura o repasto era o centro das atenções, mas, para o terminar havia que abrir as hostilidades às variadíssimas sobremesas, todas eram divinais, de fazer babar qualquer um de nós… depois da satisfação alimentícia estar concluída havia que esmoer, nada melhor para o fazermos que iniciarmos o bailarico; cantar, pular, dançar e conviver com tudo e com todos, foi a melhor e mais conveniente forma de fazermos a festa/convívio que estava desta forma ao mais alto nível.
O tempo ia passando, a sangria (afrodisíaca) tinha feito a função que lhe fora atribuída e, as mulheres estavam ao rubro, era vê-las cantar com um afinco e afinação nunca visto neste bairro, foi de arrepiar o amigo Monteiro não sabia para onde se virar, que grupo tão a finadinho! até a coreografia (ver foto) saiu brilhante… O tinto e as minis foram fazendo companhia a todos quantos nos mantínhamos nesta tarde de diversão e convívio, o ritmo da boa disposição não abradava e o apetite voltou a chamar-nos aos assadores, pão torado e bifanas voltavam a refastelar-nos e a energizar-nos para os minutos finais da nossa festa/convívio que terminou simpaticamente bem e, com ego reposto para mais uma semana da vida de cada um presente.             
Compilação das crónicas do:
Moukista PL e "O Moukista sentado"
       

Monsanto é pura diversão!

Domingo 24 maio 2015
Este fim de semana pedalamos no plumão de Lisboa parque natural de Monsanto, fomos oito Moukistas que, brilhantemente, o fizemos. À hora marcada 08:00 saímos de S. Domingos de Benfica, parque junto a Ajuda de Berço, a boa disposição do grupo era notória, o, está-se bem e vamos lá a isto assistia-nos. Serra acima, serra abaixo foi uma constante, volta a subir e volta a descer era, foi, um quebra pernas e braços que só nós sabemos o exacerbado (sofrimento…) que quase sempre nos vai assistindo.
Trilhar a mata de Monsanto é uma sensação algo estranha, em poucos segundo, estamos numa subida e sentimo-nos derrotados e quase a esgotar, rapidamente tudo muda, vem uma daquelas descidas a onde as raízes, os calhaus, as silvas e os troncos das árvores rasam abruptamente à nossa passagem e, estas (péssimas) condições galvanizam-nos e alavancam-nos para um diferente estado de bem-estar, a onde todo o sofrimento e dor é esquecido e o reverso do sentimento se dá, rapidamente nos transfiguramos em superatletas, é difícil entendermos estes variados estados!...mas que fazem de nós seres, momentaneamente, felizes, fazem… Os quilómetros que trilhamos não foram muitos, foram trinta e quatro e tiveram uma elevação a rondar os 1000mt de acumulado ascendente. Fizemos desta volta, pura diversão de bike ao mais alto nível, sem qualquer ocorrência de incidente, a fazer jus ao nosso slogan, Bem! Por maus caminhos. Findamos o trail às 11:30 com um grande sorriso a fazer uns alongamentos, a tirar umas fotos e a planear qual o melhor sítio para refrescar, com sumo de cevada, as secas gargantas.
Saudações, boa semana e um abraço do “O Moukista sentado”

Sardinhada AHBVAC

Domingo 17 Maio 2015
Foi um dia complicado…!

Nesta manhã, com temperatura de Verão, aparecemos dez Moukistas para pedalar. Optamos por fazer uma volta que não fosse muito grande, pois havia compromisso do grupo para almoçar no BVAC, e queríamos estar a horas de almoço sem fazer esperar os familiares. O percurso foi localmente traçado às pedreiras de Negrais, havia que começar a pedalar, a ribeira das Jardas foi o encaminhamento que levamos para chegar à mata de Fitares, Meleças, Recoveiro, Casal da Mata, EPCarregueira, Belas Clube, Almornos, eólicas de A. Bispo e pedreiras. Para lá chegarmos já tinha-mos parado umas quantas vezes, o motivo das paragens, foi quase sempre…, fotografar o grupo de variádas formas, variádas distâncias de lado de costas, valeu tudo! Desde que somos colunáveis a imagem do Clube, cada vez mais, tem de ser preservada e cuidada! No fundo de uma pedreira fizemos o lanche matinal e reparamos um furo, nada de mais, havia que voltar a montar e dar ao pedal, já estávamos com algum atraso no compromisso assumido, o nervosismo começava a notar-se em alguns elementos, a pressão do desconforto crescia, os kms iam sendo feitos ao ritmo dos menos bem preparados. Já tínhamos passado por Alfouvar de Cima, Casal do Urmal, foi por aqui que fizemos uma ligeira alteração ao previsto, propositadamente, o grupo dividiu-se… mas, o grosso dos Moukistas continuou a um ritmo endiabrado, foi ver quem mais pedalava, rapidamente passamos pela vacaria, Raposeiras, Tala e Agualva LR. Demos o passeio por terminado às 12:30 com 44Km, a história dele foi curta e simples, mas, mais uma vez a união do grupo esteve sempre presente não havendo qualquer incidente a registar. Já na sala dos bombeiros da nossa cidade, Agualva-Cacém. A mesa reservada aos Moukistas, contava com mais de quarenta lugares, as sardinhas, as bifana e as entremeadas fizeram parte do meno do nosso almoço, a boa disposição manteve-se ao mais-alto-nível, que depois de barriguinhas cheias e muito paleio, atravessamos a rua e demos connosco na tendinha do coreto a tomar café e a continuar o convívio que se iria perlongar até à hora dos términos do jogo, VGuimarães/SLBenfica. Foi, para mim, um dia de muitas horas de treino, mas, havia por lá muitos mais com boa disposição, uiui… tanto(a) Moukista bem-disposto e divertido. Resumidamente, fizemos deste Domingo, um dia cheio de temperos e convivências. Saudações Moukista, “O Moukista sentado

 
 

Linha do Atlântico 2015

Linha do Atlântico 2015
Posso iniciar esta cronica de como tudo começou e os contornos que projetaram esta maratona…
O desafio, para se tornar realidade, foi lançado à direção do Clube numa explanada da Costa de Caparica. O presidente do MoucaBTT com a sua agilidade devolveu o desafio aos promotores e, imediatamente transferiu a organização aos mesmos.
Acertamos data para 10 Maio 2015, traçamos o percurso de forma a rolarmos o mais junto possível ao Oceano Atlântico e que nós, fluidamente, mas também com a ajuda da Direção, fomos dando forma organizativa ao nosso evento. As duas etapas dele seriam feitas; viagem de comboio até Torres Vedras e regressar a Agualva em bicicleta junto à costa do Oceano.
Quisemos nós, treze Moukistas, fazer parte da história desta maratona que teve início no LR-Agualva às 06:00, rolamos de bike pouquíssimos minutos até à estação de Agualva-Cacém, logo depois 06:20 estávamos (nós e as bikes) arrumados e já em marcha no comboio que às 07:35 nos deixou em Torres Vedras. Prestes a iniciarmos a segunda etapa, a linha de partida estava formada de, ansiosos, rostos abertos e determinados a cumprir o proposto. Às 07:50 começamos a pedalar, momentaneamente em alcatrão até à rotunda do monumento Joaquim Agostinho, aproveitamos a ocasião e fizemos umas fotos de grupo, já em terra batida o grupo rolava divertidamente forte e confiante. Estes primeiros 20Km, TV à Foz do Sizandro, foram feitos em largos estradões, quase sempre, junto ao rio até praia Azul, já tínhamos passado por Ribeira de Pedrulhos e Bordinheira, aqui na Foz fizemos uma paragem para hidratação. Já em movimento as falésias passariam, durante muitos Km, a fazer parte da maratona e dos trilhos que presentemente moucobiciclavamos. A (soalheira!) manhã apresentou-se com temperatura simpática e próxima do nível dos atletas presentes… fomos passando por Assenta, Casais de S. Lourenço, Ribamar e Ribeira de Ilhas. Entre estas últimas duas a nossa pedalação foi, mesmo, junta à linha do Oceano, é uma paisagem de excelência e apetece ficar por lá a carregar o eu de cada um. Às 10:50 estávamos em Ribeira de Ilhas, adiantados ao previsto, e! Isso fazia e dava-nos tempo de apreciação despreocupada há muita envolvência de mar e terra. Após curta paragem pedalamos, rampa acima, para Ericeira. Ainda antes de nos sentarmos para almoçar, assistimos ao desfile de motos antigas, se recordar é viver a nossa juventude foi vivida por momentos…
Depois de um repasto, aligeirado, de bifanas, minis e algum descanso, fizemo-nos ao caminho eram 12:45. Havia muitos Kms a percorrer e com o grau de dificuldade acrescida, não podíamos descorar o momento… depois de transpormos o rio Lizandro (foz) bordeamos e sentimos aquele trilho/miradouro a fazer as delícias de quem o possa apreciar, maravilha. Do Lizandro a S. Julião a linha do oceano volta a ser presente, vincada e de muita beleza, ladeamos Barril de Baixo e continuamos junto ao Atlântico, mais à frente afundamos na praia da Samarra, o mais difícil foi subir com elas (bikes) às costas, também faz parte do BTT que nós, grupo, gostamos de praticar, o cansaço começava a apoderar-se de alguns e, cada vez mais qualquer subida era suplicia. A chegada ao Magoito não tardou, fizemos uma curta paragem para hidratação liquida e continuamos viagem, mas, com mais ânimo! A linha que nos uniu ao Oceano durante muitos Kms, deixamo-la e, a partir daqui cada vez mais o afastamento do Oceano ia sendo e fazendo parte do nosso propósito na maratona. Depois da descida do Magoito ainda havia muito a pedalar em subida, de Fontanelas a Casal da Granja o terreno ia sendo demolidor, a subida não era acentuada, mas, a muita pedra do trilho fazia aumentar a dificuldade. Estas dificuldades iam cada vez mais sendo ultrapassadas com razoabilidade. Inconscientemente, ou não, a nossa psicose ia gerindo e dizendo que o término da maratona estava próximo. Fontanelas, Casal da Granja, Algueirão, mata de Fitares e Agualva LR. Eram 16:10 quando alcançamos a meta desta extensa Maratona de 87Kms. Foi notória e louvável a boa disposição e interajuda no grupo. Em suma, fomos nós Moukistas, presentes, capazes de organizar, realizar e concluir este passeio que teve nota elevada em todas as vertentes. Terminamos a maratona a refrescar-nos com um sumo de cevada, as coisas simples da vida são as que mais prazer nos dão. Estimados Moukistas, a vivência deste dia de intenso BTT neste grupo, foi muito gratificante aos praticantes, Moukistas, presentes. Quero terminar a cronica, agradecendo a todo o grupo participativo, à Direção do Clube e ao staff, a todos que de alguma maneira positiva se envolveram nele, um abraço do
Moukista sentado”.




Bem! Por maus caminhos!

Sexta-feira, 01 de Maio de 2015
O nome dado a este passeio "Bem! Por maus caminhos!", tem ligação com a crónica publicada na revista "Bikes World" na sua edição de Maio, onde o Clube MoucaBTT é divulgado. A expressão "Sempre bem por maus caminhos" reflete o que realmente tentamos fazer, nesta sexta-feira fizemos jus ao nome escolhido.
Às 08H00, com saída do Largo da República em Agualva, começou mais um passeio de BTT. Foram 7 Moukistas que pedalaram em direção à Serra de Sintra com o propósito de disfrutar dos trilhos que por ali abundam.
O traçado marcado era difícil, muito técnico e fisicamente muito forte, mas as bikes rolavam e só depois de devorarem os quase 60 kms, e os 1400 mts de acumulado de subida é que esta malta regressou ao Largo da República, com 04H30 de dura pedalação, mas com uma satisfação imensa por mais um passeio superado de forma superior.
O caminho até ao sopé da serra foi feito em alcatrão passando por Rio de Mouro, Bº da Colónia Penal e entrando na serra depois de atravessar a N9, em direção à Lagoa Azul. Até aqui tudo rolava a bom ritmo, mas, a primeira subida do dia estava a chegar. A Pedra Branca esperava por nós. Dos 180 mts fomos até aos 290 mts em 600 mts!!! Para complicar a terreno estava cheio de regueiras, uma roda em falso e todo o esforço ficava ali mesmo.
Alcançamos a Barragem da Mula e nova subida até ao sopé do Cabeço da Raposa, lado Este. Aqui começou a adrenalina a subir e o terreno a descer. Foram 2 kms espetaculares, por trilhos estreitos, e perigosos, fomos dos 277 mts até aos 166 mts num ápice, com 129 mts de acumulado de descida. Momento hilariante, a passagem sobre a ponte redonda, em madeira e a transposição de um estreito pontão em cimento.
Quem muito desce muito sobe e lá fomos outra vez serra acima. Nesta altura andávamos nas imediações da Malveira da Serra. Agora o objetivo era atingir a Peninha. Começou então o sobe, sobe e sobe. Com passagem pela Tapada da Roçada. Ao atingir o cume estava na hora da já merecida pausa com reposição de líquidos e sólidos. Estávamos sensivelmente a meio, chegava a hora de regressar, mas, os trilhos escolhidos não nos iam dar tréguas.
Saídos da Peninha entramos no Trilho da Viúva, para logo em seguida voltar a subir para a Fonte das Pedras Irmãs. Com o piso propício a grande velocidade, rapidamente alcançamos a cancela da Pedra Amarela, sem hesitar subimos até ao posto de vigia. Depois veio outro momento alto: descida até às imediações do Pisão.
Estávamos nos 386 mts e descemos até aos 100 mts, numa distancia de 3,5 kms, trilho muito técnico e complicado, tendo em conta a velocidade com que a descida é feita, a concentração tem de ser total. Alucinante!
Atingimos a Atrozela pelo Trilho dos Agriões, seguindo por Albarraque, Covas até ao Largo da República.
MoucaBTT, sempre meia roda na frente.


As curvas do Oceano

Domingo, 26 Abril 2015

“Curvas do Oceano” A história deste duro passeio fez-se com onze Moukistas que pedalaram durante 04:30, percorreram 47Km e levaram uma coça física sumptuosa numa manhã que começou simpática, mas, que se tornou madrasta nos últimos 13 Km, a chuva indesejada quis endurecer o áspero raid que teve inicio e fim na Terrugem. Para alguns de nós a vontade de ir pedalar era surreal. A atividade física de fim-de-semana tinha começado no sábado com o pedestre, para quem não está rotinado, é o meu caso, ficam algumas sequelas musculares, mais uma noite de muita precipitação, dá uma soma de pouca vontade. Mas este vício é tremendo e às 06:10 já estava a espreitar pela janela, os neurónios ainda adormecidos, refletiam single-track junto ao Oceano Atlântico e, quando assim é! há que fazer a vontade à mente e ao corpo, por esta paixão.
Após curta viagem de carro até à Terrugem. Às 08:00 demos início à pedalação, fomos passando por Alfaquiques, S.João das Lampas, Catrivana foi por aqui que fizemos a aproximação aos trilhos falezianos, pessoalmente considero-os excelentes e divertidos, antes de chegarmos a foz do Lizandro passamos por Barril de Baixo, com toda esta diversão os quilometros iam sendo feitos e, sem darmos por isso estavamos em São Julião, é uma janela virada para o mar, para a praia e para o rio Lizandro, espaço privilegiado e reservado a este grupo de Moukistas, que quis fazer o lanche matinal e tirarem umas fotos de grupo. Realizamos a descida em areia solta, aproximamo-nos do vale do rio Lizandro com uma pedalação forte e virtual, bordeamos Valverde, descemos para o Carvalhal, foi por aqui que fizemos uma pequena paragem de hidratação.
Seguimos viagem ainda montados, seria por pouco tempo, a dura subida estava prestes a ser iniciada, e foi.., estávamos no Km 32.7 e 25mt de altitude, tínhamos que alcançar o Km 34.2  e subir até aos 175mt, foi mesmo muito duro e sempre com ela à mão… que canseira do c…… perdoei-me o desabafo, senti-me um abandonado pela vida sã, momentaneamente só,  tive um transtorno de personalidade, o transtorno foi passando fui ganhando lucidez e voltei à pura realidade e, sem alucinação tive que alcançar o topo da subida, já junto ao moinho fiz o relaxe e normalizei a respiração. Pouco depois o grupo estava reagrupado e em movimento, faltava mais de uma dezena de Km para o término do passeio, a chuva quis fazer-nos companhia e o massacre continuou…Foi assim a historia deste duro passeio feita por duros Moukista. Às 12:30 estávamos a desmontar das bikes e demos por concluído o nosso passeio na Terrugem. Os Moukistas, desde há algum tempo, deixaram de prenunciar o verbo soft, a dureza persegue-nos consecutivamente semana a semana…Estimado LC, agradeço a subtileza de retoque dourado que deste a este bem desenhado track e, que ainda hoje (terça-feira) padeço de alguma fadiga muscular dos membros inferiores. Obg ao grupo de Moukistas que compareceu a este, duro mas temperado, passeio Domingueiro. Abraço do “Moukista sentado”


Trilhos Aventura

Sábado, 25 Abril 2015
Marcha/caminhada; Trilhos Aventura (Venda Seca-Belas). Foi o título atribuído a este passeio desenhado pelo nosso Clube e oferecido a vinte e dois caminheiros que se dispuseram a fazer esta aventura. Sim, é mesmo aventura, até eu que achava que conhecia muito bem o nosso jardim, fui a sítios que nunca tinha ido. É agradável e, quase impensável caminhar doze quilómetros num perímetro de área tão curto e com tanta natureza diversificada e bela.
Saímos do jardim da Anta às 08:30, a manhã primaveril estava fresca para a época, os ameaços de chuva eram notórios mas, felizmente não passaram disso, encaminhamo-nos para Venda Seca ai fizemos a primeira paragem para uma breve introdução sobre a caminhada, os lavadouros serviram de cenário ao grupo que rapidamente se fez à aventura, agora passava a ser mais à séria, pois o ritmo da marcha era elevado e, alguns de nós começavam a ceder algum espaço, uns segundos de espera e a linha dos caminheiros era linearmente reposta, a Serra da Carregueira servia, agora, nossa marcha de ritmo vivo e de trilhos bem definidos e desenhados por arquitetos. O sobe e desce era continuo, as curvas e contracurvas sucediam-se a lama também nos ia fazendo companhia, mas, notória era a boa disposição de todos os elementos do grupo. Já com uns bons kms trilhados, paramos para algum descanso do grupo e hidratação de sólidos e líquidos, nestas paragens existem sempre umas graçolas de muito boa disposição. Se a postura de bem-estar com vida é a mais forte razão de felicidade de cada um de nós presentes, então, fomos ao invento certo… porque para além da convivência com gente bem-disposta, ganhamos conhecimento, amizade, condição física e suor. Em suma; procuramos, fomos e ganhamos felicidade q.b. para mais uma pequena etapa da nossa existência. Parabéns a todos os participativos caminheiros que se aventuraram a sair de casa nesta manhã com cara de poucos amigos. Saudações “O Moukista sentado”


A1 varanda voltada para o Tejo

Era uma vez um menino que olhava vagamente o horizonte, perdido no tempo, de cabeça despida de pensamentos, triste e desapontado com a vida. A certa altura, notou que as nuvens à sua frente destapavam o sol e formavam ao lado uma pequena frase:
Coopera, partilhando honestamente.
Esse foi o mote que o fez despertar e ver claramente como a vida pode ser bela. Para isso, bastava querer e, cooperando com o seu próximo de forma honesta, podia realizar tudo e tornar-se a si e ao seu próximo muito mais felizes.
Foi inspirado na história desse menino que o passeio “A 1 varanda voltada para o Tejo”, entre outros projectos, nasceu. Teria de ser um passeio abrangente, onde participassem amigos apaixonados pelo BTT, ter todos os condimentos técnicos para satisfazer as potencialidades dos interessados e uma vista panorâmica sobre o fascinante Estuário do Tejo, para permear o grande esforço que seria por eles despendido.
O apoio imprescindível ao sucesso do passeio surgiu desde a primeira hora. Os amigos Hugo Mendonça, Vitor e João Martins colaboraram no reconhecimento do percurso. O Clube Bestteam, através do companheiro Renato, mobilizou o seu pessoal a acompanharem o pessoal do Clube MoucaBTT na primeira etapa do passeio. A Mãe, o Pai e a restante família Lopes garantiram o almoço e o convívio pós passeio. O Pina tratou de divulgar o evento e de organizar a deslocação dos companheiros moukistas do Cacém até Santa Iria. E por fim, a União de Freguesias de Santa Iria, S. João da Talha e Bobadela e a Câmara Municipal de Loures autorizaram a utilização das instalações do Parque Urbano de Santa Iria de Azóia para parqueamento de viaturas, banhos do pessoal e lavagem de bicicletas.
Após um passeio preliminar pelo interior do Parque Urbano pelos 13 elementos Moukistas, juntámo-nos aos 19 companheiros do Bestteam, e depois dos devidos cumprimentos e apresentações, partimos pelas 08H20 em direção a norte.
 Ladeamos o cemitério de Santa Iria e ultrapassamos a primeira subida do dia. Embora ligeira, serviu para aquecer os músculos e aumentar o ritmo cardíaco dos participantes. O ambiente era descontraído e até já havia troca de conversas entre elementos de ambos os clubes.
Na fronteira entre o Bairro do Monjões e da Salvação iniciou-se a primeira descida. Depois de desbravado o caminho, enchemos os pulmões de ar e lá descemos um a um, com maior ou menor dificuldade, até à Granja. No alcatrão virámos à direita para Alpriate e ali chegados, lá estava o amigo Teles, à espera para se juntar ao pelotão que a partir dali passou a contar com 34 elementos.
Cruzámos a Variante de Vialonga em Direção à Mata do Paraíso e começamos a preparar-nos para 5 km sempre a subir, com um acumulado de 300 m, que nos levaria ao marco geodésico do monte cerves em Santa Eulália. Na entrada da mata, encontramos um companheiro de outro grupo a necessitar de apoio médico. Dois bombeiros do nosso pelotão voluntariaram-se de imediato para o socorrer e apenas o libertaram quando uma ambulância chegou ao local para o transportar ao hospital. – Nos trilhos somos, um por todos e todos por um. Porque ontem ele, amanhã podemos ser nós a necessitar de ajuda.
O atraso causado e o percurso longo e difícil que ainda estava pela frente, principalmente para alguns bttistas ainda pouco experientes dos Bestteam, levou a que cada equipa tomasse um rumo diferente a partir dali. – Muito obrigada pela colaboração Bestteam. Valeu. Estaremos com certeza novamente juntos no futuro, num qualquer trilho por aí.
Depois das despedidas, embrenhámo-nos no trilho das pinhas, através de uma pequena floresta muito densa, atravessámos a praça de Santa Eulália, escalámos por alcatrão mais de 500m de estrada até que, finalmente, conquistámos o pico do Monte Cerves.
Apreciada a vista panorâmica emoldurada pelas Serras de Sintra, da Arrábida, de Altora e de Montejunto, bem como, pelo nosso querido e fiel companheiro o Estuário do Tejo, repostas as energias e tiradas as fotos para memória futura, montámo-nos de novo nas princesas e partimos céleres ao longo do topo da Serra de Vialonga em direção ao Cabeço da Rosa em Alverca. Depois, nova subida complicada pela frente a requerer muita perícia, técnica e disponibilidade física para a ultrapassar sem desmontar. O que poucos lograram conseguir.
Avizinhava-se a grande surpresa do dia para os bravos da MoucaBTT. A descida vertiginosa e muito técnica que conduzia à localidade de Calhandriz. Todos tiveram de mostrar ali o que valiam a descer. Empenharam todas as reservas de adrenalina que possuíam e fizeram-se à acidentada descida como verdadeiras cabras do monte. No final, todos falavam do quase orgasmo atingido naquela descida. Constitui sem dúvida um hino ao BTT.
Tranquilamente atravessámos a Calhandriz e mal nos tínhamos recomposto da última descida, estávamos já com a língua de fora a trepar mais 250 m de acumulado até ao topo da Serra de Alhandra, imediações da pedreira da cimenteira. Primeiro por alcatrão, depois por terra batida e, em menos de nada, estávamos no topo, onde encontrámos de novo uma paisagem panorâmica idêntica à do Monte Cerves.
Não nos demoramos desta vez e passámos de imediato à louca e rápida descida que nos iria conduzir até ao miradouro do monumento das linhas de torres. - Monumento erguido em 1883, no local onde existiu o Reduto n.º 3, designado por Reduto da Boa Vista. Dali partia a linha de fortificações militares que faziam parte do complexo de fortificações das Linhas de Torres, construídas com grande sigilo entre 1810 e 1812 pelas tropas luso-britânicas contra os exércitos napoleónicos. Além da visita ao monumento, foi possível também apreciar a boa situação sobranceira ao Tejo, que permitia uma vista única e sublime sobre o estuário.
Ingerimos as últimas barritas, beberam-se os últimos goles de água e saímos prontos para o que restava do passeio, de Alhandra em direção a Alverca. Engrenámos depois pelos caminhos de Fátima que coincidem na Póvoa com o novo passeio ribeirinho inaugurado recentemente. Além da pareceria muito próxima com o Tejo, podíamos apreciar ao longe a imponência da Arrábida que imergia por cima do florido da vegetação do Mochão da Póvoa.
Quando já todos julgavam que o final estava próximo e requeria apenas um último fôlego para subir da Granja até ao Parque Urbano. Mais uma surpresa os esperava. A partir da estrada dos caniços colámo-nos à Autoestrada A1 e seguimos durante dois quilómetros em constante sobe e desce. O desgaste acumulado e as poucas reservas de energia fizeram-se sentir e alguns já quase se arrastavam a eles e às princesas mato fora. O Moukista Pires que o diga.
Apesar do cansaço que, em geral, todos sentiam, exceção feita aos profissionais do pelotão que (quase) todos os dias vão ao treino. No final todos rejubilavam com o belíssimo passeio que tinham acabado de fazer. A dureza, as paisagens, a simpática companhia dos bttistas dos Bestteam e as descidas e subidas exigentes e desafiantes que compuseram o percurso, tornaram-no num aprazível passeio de BTT.
Energias gastas, energias a repor. Logo após as fotos de grupo e o banhinho tomado no Parque Urbano, foi ver os Moukistas a correrem, desta feita, para casa dos pais Lopes, para devorarem os frangos, o arroz, a sopa e tudo o mais que fosse posto na mesa. Saltavam também as caricas das minis, pois também era necessário restabelecer os níveis dos líquidos do corpo.
Espero que a história do menino continue a inspirar muita gente por esse mundo fora e que cada um perceba que tem sempre algo para partilhar com o seu próximo, nem que seja uma simples volta de bicicleta.
Moukista PL