Serra de Monfirre

Domingo 27 de setembro 2015
Bom-dia amigos Moukistas. Por várias vezes ouvi falar da serra de Monfirre e, quando assim é… o bicho da curiosidade em conhecer fica, ainda, mais estimulado! Este domingo finei toda a curiosidade que tinha sobre ela… que para além de uma vista espetacular e de bons trilhos, fica no sopé dela a divisão de três concelhos (Sintra, Mafra e Loures), esta sabedoria não é para todos é para quem pratica BTT com o MoucaBTT.
Situada, quase, toda ela no concelho de Mafra e, com 400mt. de altitude é marcada por trilhos bem acidentados, vincados e fortes, coisa pouca para este grupo de catorze  destemidos Moukistas que quiseram trilhar e conhecer este canteiro do nosso Portugal! O grupo dos catorze Moukista saiu do LR pouco passava das 08:00, o encaminhamento desta volta foi traçado pelo Luis Pina, que ao aperceber-se da condição física dos presentes semanais vai subindo a parada dos passeios domingueiros, é uma fórmula bem equacionada de gestão do grupo e, que vai resultando! Pois com mais ou menos dificuldade de andamento todos vamos resistindo aos vastíssimos maus tratos, que por vezes nem sabemos como… Rapidamente estávamos em Mira Sintra, Tala, Vale de Lobos aqui iniciamos a primeira dificuldade do dia, subida a Serra da Sr. da Piedade, Almornos, Arruil de Cima e de Baixo, de Albogas  a Covas de Ferro fizemos parte do percurso com as meninas pela mão, como dizem os entendidos faz parte do BTT, a falta de limpeza dos trilhos é cada vez mais uma realidade que vamos encontrando.
Em Covas de Ferro, povoação situada no extremo Norte do Concelho de Sintra, fizemos a entrada na serra de Monfirre, com trilhos bem técnicos e duros vieram alguns furos, não houve como evitar uma paragem aproveitando a mesma para fazermos o lanche matinal e algum descanso, após tratamento dos fatores causa-tórios da paragem havia que voltar a pedalar e sempre a subir, a localização do grupo era dentro da serra mas Ocidentalmente e prestes a sairmos dela estávamos novamente nas terras de Sintra. Descemos bem por maus caminhos e depressa chegamos às pedreiras, viramos à esquerda. Agora o próximo objetivo era alcançarmos Casal do Rebolo, havia que subir e descer, com determinação e querer a situação estava ultrapassada e estávamos a caminho de Casal do Urmal, Casal dos Gosmos, Palmeiras, Quarteiras, Raposeiras, Recoveiro, mata de Fitares, hortas do Cacém e Agualva LR. Já no largo da Republica fizemos umas fotos do grupo e quisemos que numa delas fizesse parte, o Bazílio, um patrocinador do MoucaBTT. Concluímos este passeio de 46Km e 1000mt altimetria pouco depois das 12:00 e com muito arranhão suor e um ego enorme. Até prá semana, abraço.
“O Moukista sentado”

Raid pela Serra de Sintra

Domingo, 20 setembro 2015
Pouca passava das 08:00 quando ecoou o toque de partida para mais uma volta de dez bem-dispostos Moukistas. O traçado foi desenhado pelo GPS Luís Pina e contemplava uma forte incursão pela Serra de Sintra, a subida à Pedra Amarela iria fazer parte deste traçado e seria o ponto mais elevado e mais vistoso do track, e foi...é privilegio nosso poder estar, durante alguns minutos, neste micro-lugar da serra a fazer a apreciação quer do Oceano Atlântico quer do muito arvoredo que emerge milagrosamente de qualquer fenda de rocha, o longo bosque é verde e espesso e fascina qualquer um de nós no momento de lazer e ócio domingueiro. Esta serra transpira magia em qualquer local e leva-nos há inspiração betetistica de superação, enfim uma dádiva da natureza que podemos auferi-la sempre que as coordenadas apontam neste sentido.
NÓS os Moukistas entramos na serra de todos os mistérios, depois de termos partido de Agualva LR, termos passado pelas hortas do Cacém bordeamos Fitares, viadutamos a IC19 para Paiões, atravessamos Ranholas e pouco depois, então sim, estávamos nos trilhos da serra, circundamos a lagoa Azul, esta primeira incursão levou-nos até à barragem do Rio da Mula, tínhamos pedalado 19Km, iniciávamos a grande subida do dia a cota era então de 170mt. teríamos de atingir os 395mt. nos três km seguintes, com raça, força e muito querer todos chegamos ao marco geodésico da Pedra Amarela.
Em pouco espaço de tempo fizemos o lanche matinal, conversamos e apreciamos tudo que os nossos olhos conseguiam alcançar, a foto de grupo é elucidativa do belo momento partilhado. Depois de algum descanso, iniciamos a descida de 6km, serra abaixo, impetuosamente havia que conter a velocidade, pois os deslizes e imprevistos a esta velocidade acontecem num ápice. Ganhamos entusiasmos e adrenalina, mas também ligeiros deslizes, o A. Luís ainda provou o amargo exfoliante de pele dos arenosos terrados da S. Sintra. Fizemos a aproximação a Malveira para logo depois imergirmos pelo sopé da serra, atravessámos a quinta do Pisão, entramos nos trilhos da Penha Longa, bordeamos o autódromo do Estoril, por aqui rolamos em alcatrão a bom ritmo, rapidamente alcançamos Albarraque e Rio de Mouro. Entramos na nossa cidade Agualva-Cacém eram 12:00 e tínhamos rolamos 47Km. Ainda tivemos tempo de tomar o refresco de cevada e meter alguma conversa-em-dia. Abraço até domingo.
“O Moukista sentado

Passeio Domingueiro

Domingo, 13 setembro 2015
Pouco passava das 08:00 quando o grosso pelotão, de quinze Moukistas, saiu do Largo da Republica. Havia já algum tempo que não eramos tantos, gosto de ver tanta gente junta a pedalar, bem-disposta e a praticar o desporto que estranhamente nos move e nos arrasta da cama para mais uma manhã de emoções fortes e arriscadas. Sem qualquer track traçado saímos a vagabundar, mas só durante algum tempo pois rapidamente o GPS (LC) tomou as rédeas do selvático pelotão, embicados para a Abelheira fomos bordeando e passando por Grajal, M.Sintra, bairro Belo, Algueirão, Sacotes, Cavaleira, foi por aqui entre Lourel e Zibreira que o passeio emperrou, tentamos a todo o custo prosseguir em vários trilhos e não conseguimos avançar, os caminhos em pouco tempo ficaram entupidos com tanta silva, paciência, meia volta e à que avançar pela realidade biciclável dos existentes trilhos.
Algures (Várzea de Sintra) fizemos o lanche matinal e demos algum descanso às pernas, apressadamente fizemo-nos aos trilhos, o bom ritmo da pedalada era notório, fiquei surpreendido com a boa forma de quase a totalidade dos Moukistas, ainda bem que assim é! Pois faz com que o passeio se torne simpático, fluido e a boa disposição do grupo seja constante e envolvente durante todo o circuito. Nesta parte do passeio já estávamos em modo de regresso com passagem por Vila Verde, Ral, Campo Raso, Rinchoa, mata de Fitares, hortas do Cacém e Agualva (LR).   A foto foi construída numa rotunda do Algueirão, o cenário dela encaixa na perfeição do grupo… Resumidamente, nesta volta de início de época pedalamos 50Km e fizemos a entrada no LR bem encima das 12:00. Ainda houve tempo para a toma do refresco de cevada e alguma palheta. Pois! Foi assim a nossa primeira volta após longa paragem de alguns neste período de férias. Abraço e até prá semana.
“O Moukista sentado” 

Voltinha soft

Domingo, 26 de julho de 2015
Este domingo, fomos até ao Parque Florestal de Monsanto. Saída do Largo da República às 08H00, com 5 Moukistas, dispostos a pedalar de forma descontraída, aproveitando para disfrutar o prazer de andar de bicicleta, num misto de estrada e todo o terreno.
Assim, na primeira parte do percurso rolamos em direção a Belas, Pendão, Amadora, Venda Nova, Portas de Benfica e por fim a entrada em Monsanto pela ponte junto ao Califa, que nos levou até à Mata de são Domingos de Benfica. Estávamos no nosso habitat preferido, os trilhos e singles esperavam por nós. Encontramos o amigo Nuno Amorim que nos obrigou a uma paragem para os cordiais cumprimentos. Depois foi o sobe e desce constante, os singles estavam espetaculares. A temperatura era boa e vento nem se dava por ele. Pelas 10H15 paramos para o lanche matinal na Ajuda. Os singles terminaram, íamos agora iniciar a descida em direção a Belém. Ao chegarmos ao novo Museu dos Coches, o nosso amigo Zé teve de confirmar a temperatura do empedrado, nada demais.
Já bem junto ao Tejo, foi pedalar devagar e apreciar toda a beleza que esta zona da cidade nos proporciona.
Havia agora que atravessar o Vale do Jamor e subir até à Matinha de Queluz, passagem pelo Palácio e jardim em direção a Massamá, subimos um pouco mais e fomos até ao alto de Colaride. Eram 12H00 e o passeio estava terminado, com 45 kms e um ascendente de subida a rondar os 700 mts, houve tempo ainda para as respetivas "loiras". Boas pedaladas.

 

A volta da cobra

Domingo, 19 Julho 2015
Estamos em pleno Verão, quase todos nós gostamos de gozar as férias nesta altura do ano! e por isso, o grupo de Moukistas é reduzido comparativamente com o resto do ano. Fomos sete que comparecemos no LR às 08:00, a manhã estava excelente para a prática do BTT, com temperatura amena e humidade eleva mas, muito agradável. Pelo facto do nosso passeio ter este título, não fique a pensar que fizemos esta volta a rastejar… não, é mesmo porque foi feita no nosso jardim, com voltas e voltas, íamos passando em tudo quanto era buraco, subimos, descemos, furamos, caímos! Foi uma volta muito técnica e exigente, os quilómetros não foram muitos, apenas quarenta, mas muito fortes com pura diversão e exfoliação gratuita.
Saímos encaminhados à Abelheira, mata de Rio de Mouro por aqui fizemos N de voltas e duas quedas, na transição à mata de Fitares reparamos um furo, já na mata de Fitares trilhamos uns single tracks muito bons, saímos para Meleças, Recoveiro, entre Casal da Mata e Valdinhaguas o Zé Gonçalves testou, mais uma vez, os tecidos epidérmicos, deu-se mal… os calhaus levaram a melhor…as melhoras Zé! Atravessamos a linha férrea no Sabugo. Para algum descanso e lanche matinal paramos nos lavadouros do Sabugo, tiramos a foto do grupo, e lavámos alguma roupa suja. Seguimos para Casal de Gémeos, subimos à Senhora da Piedade (serra) descemos a Vale de Lobos e logo iniciamos a longa subida técnica até Belas Club, rapidamente estávamos junto ao túnel de Belas, desta vez
passamos por cima dele, mas tivemos que fazer a descida técnica, iniciamos mais uma subida até ao top, descemos à figueira e voltamos a subir, visitamos o marco geodésico da serra de Belas, atravessamos a mata de belas e viemos dar aos fofos, já na Idanha subimos pela linha amarela, minutos depois estávamos no Bairro da Xetaria. Pouco passava das 12:00 quando entramos em Agualva via Colaride. Foi mais uma manhã de pura pedalação adrenalitíca com audazes Moukistas a terem que por à prova toda a sabedoria e técnica colhida nos vários anos de experiencia, e que nem sempre resultou! Mas fomos e conseguimos fazer “bem por maus caminhos”. Abraço.
“O Moukista sentado”  
 







 
 

Mega Festa do Clube MoucaBTT - Porco no Espeto

Domingo 12 Julho 2015
A quinta Transmonfor, em Fontanelas, recebeu, mais uma vez, a família Moukista para festejar a “Mega Festa do Clube MoucaBTT”. O bom gosto na decoração dos espaços era notório, criatividade e trabalho foi esmerado e nada foi deixado ao acaso. Ainda muito cedo, o portão abria-se para receber, algumas, ilustres e dedicadas Senhoras Moukistas que iniciaram os variados trabalhos de confeção das diversidades iguarias que, mais tarde seriam apreciadas pelos Moukistas, familiares e amigos. Ainda não eram 11:00 e, já alguns de nós começavam a chegar, rapidamente eramos mais de um cento… O porco, havia já algum tempo, ia sendo assado no espeto e criava salivação em alguns! A festa estava prestes a iniciar-se por mais de cento e trinta adultos e uma dezena de crianças. O Presidente Luís Pina quis iniciar o festejo, desejando as boas vindas a todos os convidados com um honrado brinde de vinho, Porto e Favaios.
Depois de uns quantos acepipes de entrada, a logística estava em movimentação para o prato principal, porco assado no espeto com arroz de feijão. Se os Moukistas são afoitos no pedal, amiguinhos…no porco no espeto arrasaram! Era vê-los rrepetiirrr….também não era para menos, o animal estava divinal, suculento até mais não. Já de barriguinha cheia e, prestes a fazermos o assalto à mesa das sobremesas…foi puxado o travão LP, havia que conter o ímpeto da gula em detrimento pontual para agraciar três distintos Moukistas, Sofia Laranjeira, Paulo Laranjeira e António Araújo, os três mereceram distinção pela dedicação prestada ao nosso Clube, aplausos para eles… e que a disponibilidade deles continue a ser uma realidade! A ansiedade dos mais gulosos estava prestes a ser saciada, e foi… todos tivemos direito às muitas e variadas sobremesas que cada família Moukista elaborou e partilhou, foram muitas e divinais.
O almoço estava terminado apenas faltava o (cafezinho) para energizar a tarde de musica, karaoke e bailarico que estava prestes a iniciar-se, a animação era feita pelo Monteiro Karaoke. Todos participávamos e mantínhamos a animação da festa num patamar de muito boa disposição, o sorriso de cada um era fluido e natural! Se esta felicidade existia, não era por acaso, era mesmo porque de uma maneira geral todos os presentes, durante estas horas, ganhavam e sentiam o excelente ambiente que só o nosso Clube sabe fazer. As horas iam passando, mas a boa disposição mantinha-se e havia que fazer mais uns quantos elogios e agradecimentos à família Marques, (São, Lino e Samuel) esta família é merecedora, pois desde que os conheço sempre estiveram disponíveis e recetivos na ajuda ao nosso Clube, obg. amigos, o Samuel tinha feito anos e, os pais quiseram em parceria com o MoucaBTT, fazer-lhe uma surpresa… os rasgados elogios que lhe foram endereçados surpreenderam-no de tal forma que não resistiu! É assim quando se é bom filho a fluidez de coisas boas acontecem. Parabéns grande Samuel. As horas iam passando o ritmo da festa não baixava, com todo este ritmo havia que ingerir mais umas quantas calorias, o caldo-verde estava pronto a ser servido, com ou sem chouriço ia fazendo o aconchego ao estomago de cada um. Pois é caros Moukistas, esta coisa de festas bem-sucedidas acontecem em todo do planeta, mas, com este ambiente extraordinário de e em família de Clube só existe no nosso Clube MoucaBTT.
Exclusivamente, consegui arrancar algumas palavras do Presidente Luís Pina, que, em tom de seriedade confessou, o objetivo quase que atingia a plenitude, não fosse o atraso de alguns associados falharem a inscrição em tempo útil, tudo teria sido ainda mais perfeito… e, a satisfação seria plena e global!. Os festejos estavam a terminar, havia ainda que arrumar e limpar o espaço e despedir-nos dos participativos Moukistas. Estimados, se a presença de cada um foi importante para o Clube MoucaBTT, também com certeza, e não menos importante, foi termos ido, termos participado, divertimo-nos e temperado a vida de cada um, com mais uma boa dose de bem-estar e felicidade, sejamos felizes. À direção do Clube à família Marques, ao Presidente e a todos que colaboraram na organização e trabalhos da Mega Festa, muito obrigado. A todos os presentes e participativos Bem-Haja a cada um de Vocês. Um dia destes voltamos a encontrar-nos, abraço.
“O Moukista sentado”

   
 

Hastear da Bandeira nos Paços do Concelho

Segunda-feira, 29 de junho de 2015

Mais uma vez o Clube MoucaBTT, esteve presente nos Paços do Concelho em Sintra, para participar no Hastear da Bandeira, comemoração relacionada com o Dia do Município. A representação do Clube foi composta pelo Henrique Ramos, Manuel Sousa, António Araújo, José Gonçalves, Diogo Guerra e Eduarda Araújo.
Saindo do Largo da República os Moukistas rolaram em direção a Sintra, onde participaram na cerimonia. O Exmo Sr. Presidente da Camara de Sintra Dr. Basílio Horta ainda presenteou a comitiva Moukista com a foto da praxe. Depois a passagem quase que obrigatória pela Piriquita e uma ginginha para o regresso.

 







28 de junho de 2015

Domingo 28 Junho 2015
Chegamos ao Largo da Republica a conta-gotas, fomos sete Moukistas que nos dispusemos fazer mais um passeio de BTT. Definimos o destino, que recaiu visitarmos as pedreiras próximas de Negrais, o grupo apresentava algum medianismo, pois boa parte dos prós estava ausentes, sem contador e sem a equipa principal estava assegurado um andamento pouco frenético mas, simpático e vivo.
Pouco passava das 08:00 quando iniciamos a Moukopedalação. O desejo, de alguns, em pedalar era notório pois havia já três semanas que não era feita a vontade a esta paixão (vicio). Rolávamos nas hortas do Cacém e rápido alcançamos o parque de Fitares, passamos por Meleças, Recoveiro, Raposeiras, Casal da Quintanela, Casal do Urmal, Pedra Furada, Alfouvar de Cima, foi por aqui que parámos para fazer umas fotos do grupo, escolhemos como cenário de fundo as gigantes parábolas. Entramos nos trilhos das pedreiras, o calor já se fazia notar e quando as subidas eram mais acentuadas as dificuldades aumentavam, paramos no fundo de um dos muitos buracos, que por ali existem, para fazermos a merecida pausa para hidratação e conversa. Até aqui o ritmo tinha sido vivo! Houve até quem questionasse, se os atletas presentes não seriam os mais bem preparados do Clube MoucaBTT? Pois não sei, não quero opinar…
Depois de muita palheta, reiniciamos a pedalação, bordeamos Priores, alcançamos Almornos, descemos pela Portela, subimos para Belas Clube, reparamos um furo, descemos e alcançamos a mata de Belas, Belas, subimos aos moinhos atravessamos Venda Seca e terminamos na nossa cidade, Agualva-Cacém. A história deste passeio, domingueiro, foi feita por sete Moukistas, 42Km, boa-disposição e que terminou antes das 12:00 com um fresco sumo de cevada.
Abraço do “Moukista sentado”

VII Peregrinação Mouca Fátima em BTT

20 e 21 de junho de 2015
Já vai na sétima edição, a Peregrinação em BTT entre Agualva e o Santuário de Fátima, realizado pelo Clube MoucaBTT.
Às 06H30 do dia 20 de junho de 2015, foram 10 bicigrinos que aceitaram o desafio (Paulo Laranjeira, Luís Pina, Pedro Lopes, Henrique Ramos, Manuel Sousa, José Gonçalves, João Pires, Fernando Barreiro, Luís Carvalho e João Paulo), apoiados pela Lúcia e Fernando Lopes.
Partimos do Largo da República, em Agualva, com o propósito de atingir o Santuário de Fátima no dia seguinte pelas 12H00, depois de percorrer cerca de 210 kms fora de estrada.
O 1º dia levou-nos até à Golegã. Com passagem pelo Parque Tejo, onde tomámos o pequeno almoço, Vila Franca de Xira com passagem para a outra margem do Tejo pela ponte Marechal Carmona, rápido abastecimento na reta do cabo, antes de entrarmos nas lezírias. Estávamos com cerca de 70 kms percorridos.
As dificuldades até ao momento eram poucas, apenas um furo nos tirou algum tempo, mas adivinhava-se que daqui para a frente tudo iria ser diferente, o calor estava a aumentar e certamente que iria deixar marcas.
Rolava-se a bom ritmo e rapidamente chegamos à Qta da Foz, onde gentilmente nos foi facultado o acesso. Estava a chegar um dos momentos mais espetaculares desta peregrinação, percorrer os canais de rega existentes nesta propriedade, que nos levariam até Benavente, local também muito simpático. Aqui, já o calor apertava, aproveitamos o sistema de rega da relva para nos refrescarmos. Soube bem mas havia que pedalar. Logo depois de sairmos de Benavente a perna do Laranjeira deu sinal de algum desgaste, abrandou-se o ritmo, para recuperar do esforço. No cais de Salvaterra de Magos, aproveitando o carro de apoio, tratou-se da perna do Laranjeira, resolveu-se mais um furo, e entregou-se uma carteira no posto da GNR, que entretanto encontramos no caminho. Muge estava perto mas o GPS já marcava uma temperatura de 38º.
Pelas 13H30 chegamos a Muge, onde fizemos uma refeição ligeira, no Silas das bifanas. Recuperou-se folego para voltar a pedalar, estávamos com 110 kms percorridos, temperatura de 42º e a 60 kms da Golegã.
Saímos de Muge debaixo de um calor terrível, mas tínhamos de continuar, a povoação de Tapada foi o local para uma breve paragem, encher um pneu, que teimava em vazar e reabastecer de líquidos, no entanto uma indisposição do Sousa levou a que tivéssemos parados mais algum tempo. Voltámos a parar no parque da Ribeira de Santarém, aproveitamos a sombra e reavaliou-se o estado do nosso companheiro. Voltámos ao trilho e a temperatura estava nos 44º, arrasador. Já em Vale de Figueira o amigo Sousa foi descansar um pouco no carro de apoio, enquanto que alguns dos restantes elementos já mostravam também algum desgaste, esta parte do trajeto estava a ser violento, o calor não dava tréguas. Havia que alcançar a povoação da Azinhaga (terra de José Saramago), e lá fomos pelo calor dentro, o GPS marcava 46º, demolidor, tanto fisicamente como psicologicamente. Mas, nem de propósito, os enormes sistemas de rega dos imensos campos de milho, aqui e ali estavam ligados e foi providencial, pois servia para refrescar o corpo e atenuar o efeito da temperatura elevadíssima. Azinhaga estava conquistada, faltavam poucos kms para a Golegã, onde chegamos às 19H15. Exaustos, mas com o ego nos píncaros da lua.
Havia que arrumar as bicicletas, reparar rodas, instalar a malta, preparar o jantar (aqui a Lúcia e o Fernando não deram hipótese, trataram de tudo), descomprimir e descansar.
O amigo Pires, teve ainda tempo para uma indisposição, quebra de tensão com insulação à mistura e fadiga, o nosso "Alberto Contador" estava a passar mal. Descansou, hidratou e assim que ouviu "o jantar está pronto", recuperou num ápice... Vá-se lá entender os atletas de topo. Depois do magnífico jantar, veio um cafezinho e mais dois dedos de conversa e pela meia noite estava tudo no descanso.
O 2º dia começou cedo, pequeno almoço às 07H15, com saída da Golegã às 07H45. Fátima estava a 50 kms. Todos os Moukistas estavam operacionais, a manhã fresca permitiu chegar a Torres Novas rapidamente. Paragem nas Lapas para assistir o joelho do Ramos e café matinal. Pedrogão foi o local para o reabastecimento e em seguida tínhamos a serra à nossa espera. O tempo até aqui corria a nosso favor estávamos dentro dos horários previstos. Começava-se no entanto a notar alguma quebra física em alguns elementos, havia que mudar o ritmo e manter o grupo junto, o nosso "Alberto Contador" (JPires), foi chamado a marcar o ritmo.
O último contato com o carro de apoio foi no Bairro eram 11H00, faltavam cerca de 16 kms. Duas vedações obrigaram à alteração do itinerário e perda de tempo, mais duas paragens por furo, colocava a hora de chegada para além do previsto, mas a motivação era imensa a vontade de chegar aumentava, afinal o Santuário estava mesmo ali.
Às 12H30 entramos no Santuário aplaudidos por familiares e amigos, momento vivido pela sétima vez! Único!
A lágrima no canto do olho; a pele arrepiada; olhar para todos e não ver ninguém; o barulho a passar a silencio; são sinais que só mesmo quem vive este momento é que sabe o quão maravilho é vencer todas as adversidades e romper pelo Santuário com o sentimento de missão cumprida.
Depois da foto de grupo e banho tomado realizou-se o tradicional almoço de partilha. Pelas 17H00 e com a bagagem devidamente arrumada regressamos ao Largo da República.
Agradecimentos:
João Paulo - organização e planeamento da peregrinação;
Lúcia e Fernando Lopes - apoio logístico e acompanhamento em todo o trajeto;
Qta da Foz - cedência de acesso;
Casa da Tia Guida - respira-se simpatia e hospitalidade neste espaço turístico, onde pernoitamos na Golegã;
Familiares e amigos - a todos os que se deslocaram ao Santuário para partilhar com os Moukistas bicigrinos a alegria de mais uma peregrinação cumprida;
A todos os que de alguma forma estiveram connosco em toda esta peregrinação.
Bem hajam.
                                   

O céu como limite

14 de junho de 2015
Mais uma manhã de pedalação  com a malta do MoucaBTT.
A manhã cinzenta, o aconchego dos lenções e mais uma tantas "razões!!!" levaram a que apenas quatro moukistas comparecessem no Largo da República às 07H30 para este passeio com 60 kms.
O céu como limite, foi o mote, simplesmente uma réplica do que tinha sido feito em 2012, pedalar a pensar na maratona do próximo fim de semana: VII Peregrinação a Fátima do MoucaBTT. Assim, fomos em direção a Sintra, com subida por Chão de Meninos e Sta Eufémia, depois foi a loucura e a adrenalina a subir pelos trilhos rápidos até ao Guincho. Nesta altura a chuva que nos tinha dado tréguas resolveu aparecer novamente e acompanhou-nos até casa.
Passando por Cascais e Estoril começou o regresso a um ritmo bastante simpático, às 11H45 estávamos no Largo da República.
Até para a semana.