Mais uma manhã de BTT, nesta sexta feira Santa, saímos do Largo da República pelas 08H00, como habitualmente. Foram quatro os Moukistas que compareceram à chamada.
Não havia uma trajeto previamente definido. Assim, à medida que íamos avançando o percurso era alinhado. O encadeamento surgiu de uma forma natural.
Rolou-se até ao autódromo e logo após os "agriões" surge um furo na bike do Zé Gonçalves.
Resolvido o problema seguimos até à Quinta do Pisão. Aqui fizemos alguns dos estradões e singles.
O objetivo seguinte era alcançar a costa e fomos até Cascais. Percorremos a marginal até Oeiras. Nova paragem, com outro furo, desta vez na roda da frente, resolvemos mais este incidente e cerca das 12H20 estávamos o degustar uma mini com 60 kms e um acumulado de 900 mts ascendente.
Pouco passava das 08:00 quando demos início ao passeio, Pedreiras foi o desafio lançado ao grupo dos seis magníficos que compareceram no LR e quiseram fazer mais um passeio nesta manhã que prometia alguns aguaceiros, mas felizmente não se vieram a confirmar, a abundancia de muita lama e muita água fizeram parte de todo o percurso … Saímos em direção à ribeira das jardas, passamos por Rio de Mouro, Meleças, Raposeiras, Casal dos Gosmos, Casal do Urmal. Anços também fez parte do percurso trilhado, a cascata d’água foi o local escolhido para o lanche matinal do grupo. Este bucólico espaço está lindíssimo, o caminho foi arranjado e o acesso faz-se ainda melhor do que se fazia. Se poderem visitem este recanto!
Nesta época do ano está divinal… depois de muitas fotos e alguma hidratação lá resolvemos continuar a pedalação. Alguém perguntou à joia-da-coroa e agora vamos para onde?Há e tal…e se fosse-mos a Negrais. uma sandes de leitão a meio da manhã era capaz de ser boa ideia! Boas ideias são sempre bem-vindas para os Moukistas! Bem-dito, bem-feito, depois de passarmos pela Pedra Furada, convergimos o azimute para a capital do leitão, (Negrais) foram 15’ de bem-estar de-gustativo e conversa de cultivação-geral e fortalecimento dos laços de grupo.
A boa-disposição dos Moukistas ia sendo mantida, antes de alcançarmos Casal da Quintela, a lama era muita e, acumulava-se nas rodas das bicicletas criando em nós algum desespero e desconforto, havia que limpar alguma dela e pedalar até alcançarmos Mira-Sintra e fazermos a entrada em Agualva pelo lado das hortas da Abelheira. Foi mais uma meia-maratona com nota física e técnica acima da média, com 48Km de distância e 800mt acumulado positivo. Alguns de Nós, terminamos a volta na companhia de umas minis e muita palheta. Abraço, Boa-Pascoa para toda a família Moukista.
13 de março de 2016 Manhã de domingo a
convidar para um grande passeio de bicicleta. Neste domingo a hora de saída foi
antecipada 30 minutos, às 07H35 os sete Mouquistas presentes iniciaram a
pedalação. Sair mais cedo normalmente implica dificuldade acrescida, não era para
menos. O track planeado rondava os 60 kms com um ascendente de 1500 mts.
Depois de rolar a bom
ritmo alcançamos rapidamenteRanholas,
com passagem por Paiões, Rio de Mouro Velho e Mem Martins, junto à Dechatlon o
Laranjeira ligou, pois não tinha visto no blog que a saída era mais cedo, veio
de carro até às bombas da BP, onde se juntou ao grupo. Havia agora que subir
até à Pena pela Calçada da Pena, com passagem por S. Pedro. Agora era tempo de disfrutar e
descer até à Regaleira pelo Caminho do Vale dos Anjos. O próximo destino era
o Penedo, lá fomos pela N375 até à Quinta Pedagógica e começou um sobe e desce
interessante até Gigueirós e posteriormente Penedo, a partir daqui foi largar
travões até a Almoçageme. A chegada junto ao
oceano foi espetacular, se até aqui a paisagem era maravilhosa, o topo foi
avistar o Cabo Espichel e a Ursa bem como toda a orla costeira.
Estávamos no Fojo
da Adraga! Tempo para conversar, descontrair e abastecer. Agora
"bastava" regressar, mas a coisa não ia ser fácil, a Peninha esperava
por nós, estávamos na cota 33 mts e tinha-mos de atingir os 460 mts em 8 kms,
ainda teve que se improvisar, pois um dos caminhos estava completamente fechado
o que obrigou a um pequeno desvio. Na Peninha, paragem
para reabastecer de água e apreciar a bela paisagem, em seguida lá fomos serra
fora. Uma perda de ar na
roda da bike do Presidente, obrigou a várias paragens, felizmente para alguns
pois sempre dava para descansar um pouco. O trilho dos Capuchos até à subida do
caminho dos Jeep's foi feito a uma velocidade louca, mesmo com um acumulado de
kms significativo nas pernas. O presente final
estava a chegar e lá tivemos de fazer o caminho por baixo da Cruz Alta (altitude 482
mts) até à Sta Eufémia. Como a bike avariada (roda partida) não deixava de perder ar, foi colocada no carro do Laranjeira que
tinha ficado nas bombas da BP, o Pires aproveitou a boleia e emprestou "amavelmente"
a sua bike ao Presidente, para que este pudesse continuar o passeio e ele
começar mais cedo o descanso. Daqui até casa foi rolar
como se foi conseguindo e pouco depois das 12H30 já estávamos a beber umas
fresquinhas e a comentar este magnífico e duro passeio. Para quem não está
muito atento, informo que apenas atravessamos a serra de Sintra duas vezes,
coisa pouca. No pain no gain!
São
cinco letras juntas sem qualquer significado, mas que, para quem traçou o track
teve a certeza que seria o título certo para o passeio realizado este
fim-de-semana. O trajeto, de 62KM, foi feito por nove Moukistas e contemplou a
travessia de cinco conselhos do distrito de Lisboa (Loures, Odivelas, Lisboa,
Amadora e Sintra), para quem tentou e não consegui-o desvendar, fica o enigma despido…
Pouca
passava das 08:00 quando o grupo de bem-dispostos Moukistas iniciou a
pedalação, o frio e alguns chuviscos quiseram fazer parte desta manhã pouco simpática, mas a vontade e o querer fazem de nós duros e
determinados em praticar o nosso desporto de paixão. O Largo da Republica
continua a ser o testemunho e a fazer parte de quase todas as saídas
domingueiras dos Moukistas que marcam presença. Saímos em direção a Idanha e
rapidamente entramos na mata de Belas, cruzamo-la até à figueira, as
hostilidades de subida pelos greens do Belas Club figuravam desta primeira
dificuldade! Rapidamente foi ultrapassada, o grupo dos nove estava muito forte…
e não existia, até aqui, nada que não fosso energicamente ultrapassado.
Bordeamos Palames/D.Maria, Bairro das Pedrógãos, começamos a avistar a serra de
Montemor, a paisagem por estes lados é espetacular e faz-nos parar por poucos
minutos para fazer umas fotos.
Já
em Loures fizemos alguma admiração sobre o palácio do Correio-mor que visto bem
cá do cimo tem uma vistaça incrível, depois de muita descida alcançávamos
Loures (loureshopping) ribeira de Frielas (cabeço da Aguieira) rio Trancão,
Sacavém foi aqui que fizemos a paragem para o lanche matinal, a paragem durou
pouco tempo o vento e o frio são inimigos de paragens duradouras…havia que
continuar e manter a média de velocidade que até aqui estava a ser realizada
com nível mais. Moscavide, Olivais sul, foi por aqui que iniciamos o regresso
pelas ciclovias de Lisboa, Campo Grande, Benfica, Amadora, Queluz, Massamá e
Agualva. Eram 12:10 quando terminamos esta volta de mais de 60Km, com quórum
suficiente e de elevado nível desportivo. Até pra-semana, abraço.
Passeio
de BTT simpático para os 11 Moukistas que, apesar da temperatura baixa,
compareceram no Largo da República para mais uma manhã de pedalação.
Colocada
à consideração do grupo o caminho a seguir, nestas alturas os que questionam e opinam
durante o passeio da semana anterior, nem se manifestam, não se veem nem se ouvem...
coube ao destemido António Araújo e de forma voluntária liderar o grupo.
Assim,
descemos até à Ribeira das Jardas subindo em direção a Rio de Mouro pelas
hortas, atravessamos a Mata de Fitares pela parte mais elevada, descendo em
seguida até ao Recoveiro.
Depois
de atravessar a A16, houve uma descida em direção ao campo de tiro, mas acabou
mal e a descida tornou-se em subida, pois o estado do terreno não permitiu a
progressão por esta zona. De volta ao topo rolou-se em direção às Raposeira
para alcançar a subida da Sra. da Piedade pelo lado da central elétrica.
Descida
até atingirmos novamente a estrada para Almargem do Bispo via Olelas.
À
entrada de Almargem fizemos a pausa para o reforço alimentar, colocar a conversa
em dia e fazer o boneca do grupo.
Novamente
a rolar entramos em Priores, passando no sopé do Monte Rebolo pelo lado sul, direção
a Albogas.
Em
Albogas viramos à direita para passar ao lado das eólicas de Olelas, rumo à
Fonteireira (Belas) via parque de Campismo de Almornos e Belas Clube de Campo.
Subida
até ao cemitério de Belas e descida para mata da Venda Seca, com travessia a
vau da Ribeira de Belas, para alguns!
Estava
na hora de regressar, houve ainda tempo para percorrer alguns single-tracks da
Venda Seca/Carregueira, com muita água e lama, mas sempre espetaculares. Aqui
encontramos o amigo João Felipe que se juntou ao grupo nesta fase final.
Às
12H15 estávamos de regresso com 40 kms feitos, uma altimetria ascendente de 800
mts, máquinas e bttistas muito enlameados, mas a boa disposição a imperar na
companhia de uma minis.
Mais
um passeio de BTT domingueiro, fomos mais uma vez até ao Monsanto!
O
tempo estava excelente para uma boa passeata de bicicleta, e também para que
houvesse uma maior afluência de participantes, foram 15 os moukistas que
compareceram no Largo da República para percorrerem os 47 kms, com 900 mts de
acumulado positivo.
Saída
pelas 08H00 em direção a Belas, Pendão, Amadora, Venda Nova, Benfica e
finalmente Monsanto, entrando pela passagem superior da Mata de São Domingos de
Benfica. Passado
pouco tempo de rolarmos no Parque de Monsanto um primeiro contratempo, o cepo
do Pires, melhor o cepo da bicicleta do Pires, avariou! Não havia muito a
fazer, rolamos até próximo da radial de Benfica para que sem grande esforço
regressa-se a casa. O Pedro prontificou-se para acompanhar o malogrado Pires e
assim regressar... mais cedo...!!! Uma
avaria na bike do João Felipe roubou mais algum tempo, desta vez conseguiu-se
resolver o problema e a bike ficou em condições de continuar a rolar.
O
grupo rolava devagar e com muitas quebras, mas isso não impediu que se fizesse
a subida da A5, muito bom! A subida! Pois o tempo de paragem no final foi enorme
para reagrupar os ainda 13 "sobreviventes".
Estava
na hora da paragem para o lanche matinal, aproveitando para se fazerem algumas
considerações e troca de ideias com interesse para o Clube e seus sócios. Tinha-mos
de continuar! Rumou-se até aos Montes Claros e Restelo, para atingirmos em
seguida Caselas descendo quase até Algés, voltando a subir e saindo do Monsanto
em direção a Miraflores. Acreditem, hoje nem a descer a malta andava, estava
muita gente perra! Vá-se lá saber porquê! Hoje até rolámos apenas por trilhos fáceis e sem dificuldade técnica. O
regresso foi doloroso para alguns, pois estando numa cota bastante baixa foi
sempre a subir até ao Alto de Colaride. Pelas
12H20 estávamos a postos para degustar umas belas minis. Até
um dia deste, num trilho algures por aí!
O último dia do mês de janeiro amanheceu com uma temperatura
quase primaveril, rondou a perfeição para a prática de BTT. As 08:00 compareceram
no LR doze Moukistas com vontade de pedalar até á serra de Sintra, o traçado de
percurso fora feito há já algum tempo, mas só agora foi oportuno concretiza-lo!
O nosso objetivo principal era alcançar e fazer o trilho da pedra branca. Demos
início à pedalação, atravessamos o Cacém e Paiões, bordeamos Serradas,
Abrunheira e Linhó. Estávamos no sopé da serra de Sintra, próximos de Santa
Eufémia mas até lá havia que pedalar neste trilho pedregoso de exigente técnica
e força. Ponderadamente dois moukistas preferiram não continuar com o grupo, a
partir daqui o mesmo ficou reduzido a dez Moukistas. Ao contrário daquilo que
supostamente acontece noutros sítios, aqui nesta serra, a seguir a uma grande
subida vem sempre outra subida, é muito forte esta entrada em Sintra por Sta. Eufémia,
todos chamaram a avozinha… já tínhamos feito aproximadamente 10km em serra e
quase sempre a subir, quando alcançamos o Convento dos Capuchos, habitual é espaço
de descanso e hidratação para muitos atletas, aqui fomos surpreendidos com uma
mesa bem recheada de coisas boas, uma Sra. betetistas quis desta maneira
festejar o seu aniversario, ia convidando todo o pessoal que chegava e parava,
o bolo, o chá com mel e a sua simpatia mereceu que lhe cantássemos os parabéns,
que conte muitos e com esta bonita postura de vida, festejar com quem queremos
e a onde queremos! Foi neste espaço/paraíso que tiramos a foto do grupo bem-disposto,
para logo de seguida zarpamos serra abaixo… depois de uns quantos Km de descidas
mas também de algumas subidas encontrarmos a placa “trilho da pedra branca ”. Espectativa e algum receio começavam
a crescer! Avizinhavam-se as fortes descidas do exigente trilho que requeria
bastante agilidade e técnica… o receio de, foi inimigo da adrenalina que não
conseguimos ganhar. Serviu de experiencia, mesmo não sendo a nossa praia foi
divertido trilharmos esta brutal maravilha da natureza, vale sempre a pena
conhecer e registar sítios bucólicos. Depois desta aventura com imprevistos
técnicos e uma queda, estávamos com algum atraso ao previsto. Já em estrada,
próximos da Lagoa Azul, íamos pedalando ao ritmo que era possível, com o
pelotão compacto fomos passando pelo Linhó, Abrunheira Covas e Agualva. Eram
12:30 quando terminamos mais uma aventura de 44Km, 1000mt de altimetria, muita
diversão e algum cansaço. João Filipe, raiano da Beira Alta, conseguiste nota
positiva e vais ter que continuar com o MoucaBTT! Sempre bem por maus caminhos.
Não são os muitos kms que fazem a diferença! Basta um traçado bem delineado para disfrutarmos tudo o que o BTT nos traz: adrenalina, esforço, sacrifício e o bem estar final de termos chegado mais à frente!
Às 08H00, onze Moukistas fizeram-se aos trilhos para debelar o trajeto proposto.
Os 35 kms não seriam por si só um obstáculo, mas os 850 mts de acumulado e um terreno escorregadio, com muita água e lama iriam provar que afinal não era apenas um simples passeio de BTT.
Fácil? Por certo que não seria para nós!
Saindo do Largo da República fomos em direção à Idanha/Belas, para logo de seguida entrar em terra, direção Fonteireira.
Primeira dificuldade: descida dos jeeps até ao acampamento dos escuteiros, a terra virou lama, espetáculo!
Depois, a subida até perto do geodésico para sairmos do Golfe em direção à Serra da Helena. As pedras brancas, com um pouco de humidade ficam severamente escorregadias, mas os postes de alta tensão estavam ali tão perto, toca a subir. Em seguida foi a descida escorregadia atá ao cruzamento de Dona Maria. Nesta altura o sol já mostrava algum brilho.
Rolou-se em alcatrão até atravessar o Arco, para entrarmos em Dona Maria e descer até ao "túnel de Belas".
Quem muito desce muito sobe! Subida ingreme até às piscinas do Belas Clube de Campo e descida pelos green's até à figueira.
Aqui, fez-se uma paragem para o lanche matinal, com muita conversa e boa disposição à mistura.
Mas, tinha-mos de continuar e para isso teríamos de subir até à N117. Subida fortíssima, em que foi preciso apear para vencer tamanho declive.
Depois foi encontrar a ribeira de Belas e fazer o percurso de 8 kms, previamente estudado e planeado. Neste segmento encontra-se um pouco de tudo: subidas, descidas, passagens técnicas, lama, água e singles apetitosos de grande velocidade!
Estava na hora do regresso! Ainda tempo para uma passagem rápida pelas mesas de voto e às 12H00 o Largo da República estava debaixo das nossas rodas.
Hoje
foi dia de passearmos pelo Parque Florestal de Monsanto, e que passeio… os
trilhos estavam brutais e bastante rápidos e o empeno foi de primeira
categoria.
Saímos
do LR às 08:00, Moukistas eramos dez a temperatura era pouco simpática (4,4º),
mas querer, poder e vontade de praticar o desporto que a todos nós nos
apaixonou, é sempre o motivo principal desta exposição de presente sofrimento
sem direito a lamentações, só mesmo desabafos e de tom pouco volumoso. Pedalamos
em direção a Idanha, Monte Abraão, Queluz, Amadora, Reboleira, Damaia,
Alfragide, Bairro Zambujal e Bairro da Boavista, por aqui fizemos a entrada no
Parque Florestal de Monsanto (Lisboa), a diversão do sobe e desce estava
lançada, com o LPina a servir de GPS o divertimento era garantido, e foi…pura divagação
os single-tracks sucediam-se o risco de algo acontecer, a qualquer um, era
iminente mas felizmente tudo ia acontecendo sem percalços e fluidamente, o
grupo funcionava coeso e a diversão era mantida linearmente. Monsanto não tem
sido a minha praia, mas este domingo esse senão foi largamente ultrapassado…sem
pejo algum confesso que foi a primeira vez que a barreira psicológica foi
ultrapassada com nota bem positiva, há dias assim! O arfanço assistia em alguns
de nós, algo que já era suposto acontecer, pois as festas
do Natal e passagem de ano, foi motivo de descuidos abusivos de variadíssimas
riquezas venenosas. As duas horas de pura adrenalina já tinham passado, estava
na hora de regressarmos a Agualva, aproximadamente uma hora depois de termos
iniciado o caminho de volta, terminamos este raid, a Monsanto, no LR com
aproximadamente 50KM de distância e 900mt de acumulado ascendente e um sorriso
expressivo no rosto de cada um. Ainda tivemos tempo de fazer um bride, ao novo
ano, com uma fresquinha. Foi assim o meu primeiro empeno do ano 2016. Abraço a
todos (as) Moukistas com votos de ótimo ano 2016.
10 de janeiro de 2016 Neste domingo de
janeiro, com um tempo que ameaçava muita chuva e vento, apareceram cinco
Moukistas dispostos a fazer frente à tão badalada intempérie. Nem mesmo o facto do
Clube fazer 5 anos de existência mobilizou as gentes do pedal. Assim, às 08H00
começou o deslocamento em direção à Idanha. Na tentativa de ficarmos no
quintal, o Toninho embicou em direção à Anta, mas logo tivemos de parar pois a
chuva dizia que para esses lados a coisa ia correr mal. Calibrou-se o azimute
e fomos em direção ao Monsanto. A chuva desapareceu e o tempo esteve sempre de
feição. Rolou-se bem, e em 25
minutos estávamos na Damaia. Subimos e
atravessamos o IC19 junto ao Estado Maior da Força Aérea para descer ao Bairro
do Zambujal e entrar em Monsanto pelo Bairro da Boavista. A partir daqui foi
pura diversão, subir e descer foi uma constante. Trilhos magníficos em que o escorregar
e atravessar das bikes fazia a adrenalina subir, as ravinas estavam mesmo ali,
os salpicos da lama aumenta a vontade de pedalar mais rápido, nesta altura tudo
fica esquecido, a concentração tem de ser total, o menor erro pode ter
consequências graves. Depois de batermos
alguns dos singles mais emblemáticos deste parque, estava na hora de regressar. Às 12H10 estávamos de
regresso com 47 kms nas pernas e a retirar o excesso de lama que as bikes
traziam. A boa disposição
imperava, mais um dedo de conversa e a bela da mini a acompanhar. Até para a semana. Sempre bem por maus
caminhos.