Cold Ride

domingo, 27 de novembro de 2016
Cold Ride
A analisar pelo nome do passeio, o frio seria presença certa por entre os 11 Moukistas que compareceram ao repto que lhes foi lançado previamente. Pelas 8:15h, após a chegada deste vosso escriba Moukista, que de outras corridas vinha, deu-se início à pedalação com a boa disposição e vontade que já são habituais.

O grupo tomou assim a direcção ao alto do Cacém, passando por Paiões, rolando até Albarraque e posteriormente com Manique de Cima à vista, era agora tempo de abordar o terreno preferido destes betetistas, a terra… que por sinal, fruto da intensa precipitação de dias anteriores, se encontrava num estado mais “fofo” ou sem rodeios, lamacento, havendo neste momento, Moukistas que sugeriam a alteração do nome deste passeio para Muddy Ride ou mesmo Wet Ride… Ainda assim, mesmo em condições mais adversas, este desporto gera sorrisos e verdadeiros momentos de catarse sempre potenciados pelo convívio de todos…
Agora chegados a Atrozela, a banda sonora do passeio era dada pelos motores das máquinas que circulavam no Autódromo do Estoril a grande velocidade, nada que distraísse este grupo do seu foco. Era agora tempo de entrar em novos trilhos que nos levariam à Quinta do Pisão, estando agora a bucólica Serra de Sintra no nosso “ambiente de trabalho”. Serpenteando pelos terrenos do Pisão, passamos por Janas onde o PP questionou após uma entrada num trilho que não se apresentava nas melhores condições, o caminho que o grupo quereria tomar. Neste momento, pela imponente condição vocal, o Moukista Pires sugeriu o Trilho do Abano tendo sido logo do agrado de todos. Deu-se assim repto à máxima de que o cliente quer, o cliente tem!
Ainda antes da entrada no Trilho do Abano, tempo para a já habitual selfie de grupo. Já neste trilho, fortes momentos de adrenalina foram emergindo no grupo, apenas abrandando por breves momentos face à condição lamacenta do terreno. Agora no forte do Guincho, pedalou-se pela Marginal em direcção a Cascais. Com velocidades na casa dos 35kms, e perante a ausência de vento e frio, tão caraterísticos neste local e nesta altura do ano era tempo de abrandar e até mesmo caminhar pois a via encontrava-se encerrada devido à 3ª Corrida Juntos contra a Fome. Ainda assim, passamos junto à Boca do Inferno para posteriormente com a Baía de Cascais em fundo seguir-se o reforço alimentar, mesmo a tempo de ver o conterrâneo José Gaspar vencer a referida prova de corrida.
Com o PP a referir que ainda faltavam cerca de 30 kms para o fim, o grupo rolou com novamente pela estrada marginal com uma temperatura amena, passando por São João do Estoril, Carcavelos para depois em Caxias virar já em direcção a norte para o retorno a Agualva, tendo-se passado por Barcarena, Tercena e posteriormente Massamá.
Após a passagem do IC 19, estávamos agora em Agualva, tendo-se pedalado até à sede da MoucaBTT onde se perfez um total aproximado de 62 kms com um acumulado positivo de 820 mts. Era agora tempo para o habitual sumo de cevada e malte que tantas propriedades isotónicas tem nestes Moukistas e para mais uns momentos de salutar convívio, num dia que para fazer juz ao nome que lhe tinha sido atribuído inicialmente e para gáudio destes Moukistas, apenas o frio faltou…
"O Moukista 51"

Inauguração Sede MoucaBTT

Domingo13novembro2016
Inauguração da Sede do Clube MoucaBTT

 “A vida não é um direito…é um privilégio”… Hoje foi um grande dia de privilégio para a família Moukista. Festejar a inauguração da Sede do Clube MoucaBTT.

Com pompa e circunstância chegou o dia de inauguramos a Sede do nosso Clube, o simpático e bem-decorado espaço tem sido, nos últimos dias, um quebra-cabeças para os mais empenhados Moukistas, que diariamente têm vindo a reparar, pintar, decorar e abrilhantar o nº 7 da Travessa da Capela em Agualva, na cidade de Agualva-Cacém e, que bem que ela (a Moukinha) se apresentou a todos os Moukistas que aceitaram o convite endereçado, atempadamente,  a todos os sócios pelo Presidente do Clube. Moukistas e convidados perfizeram mais de setenta bem-dispostas presenças. O dia, solarengo, começou cedo, a azáfama para uns quantos de nós era/impunha-se para que nada fosse descorado, linearmente tudo corria na perfeição, a logística que tinha sido criada pelo grupo ia funcionando evolutivamente sem qualquer receio ou tropeção… o cenário do salão para o almoço estava bem conseguido, era motivo suficiente para o grupo gestor do espaço da Sede, carregar o ego qb. e manter a maquina em constante mobilidade.
Aproximava-se a hora para o início da festividade, começamos a receber os convidados sócios do Clube, e os demais ilustres convidados, o reverendíssimo Senhor Padre Domingos e também o representante da Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Senhor Engº Joaquim Simões, faziam-se representar discretamente, mas bem-cientes da importância e carinho que têm tido pelo nosso Clube. As hostilidades gastronómicas foram iniciadas pacificamente e sem qualquer tipo de pressas, íamos desgostando de tudo um pouco, o Porto o Gin e o Favaios acompanhavam e faziam as delícias dos variados aperitivos que antecediam o almoço!
O ambiente que se vivia das vivências e elogios era comodo e fazia do espaço um bem-estar saudável, este mega grupo interligava-se na perfeição e quase não se fazia notar quem fazia o quê, mas tudo discretamente acontecia sem apontamentos de protagonismo, pena foi! que a maquina da imperial não colabora-se com esta linhagem… foi o negativo-centro das atenções! O almoço estava a ser servido e degustado, ordeiramente ia sendo servido um prato e mais outro ainda, ambos estiveram à altura do evento. Antes de partirmos para as variadíssimas sobremesas, já algumas mentes idealizavam os doces/sabores que mais os atraiam, a salivação acontecia…teriam que ter paciente, porque ainda antes, os discursos de formalidade e agradecimentos teriam de acontecer; o presidente do MoucaBTT, Luís Pina, deu início ao seu discurso dirigindo-se a todo o auditório com relevo para os sócios que alimentam esta máquina nas diversas situações com tolerância, camaradagem, amizade, respeito, solidariedade, persistência e principalmente o espírito de grupo que imergira dentro de cada um de nós, crescemos como pessoas. Também foram dirigidas palavras lisonjeiras, relevantes e de apreço ao estimado representante da Junta de Freguesia e ao Sr. Padre Domingos, que seguidamente foi-lhes passada a palavra para proferirem palavras de agrado e simpatia ao auditório Moukista. Os três oradores foram efusivamente aplaudidos após o términus das suas intervenções. A partir daqui as muitas sobremesas começavam a ser provadas…há momentos das nossas vidas, e ainda bem que assim é, que temos de esquecer o que é mais racional e fazermos aquilo que momentaneamente gostamos e queremos! O DJ Monteiro ia fazendo parte da festa, porém, só a partir d’agora começava o festival dos dançantes e karaokas  Moukistas, grande parte de NÓS gosta da diversão e primamos pelo tás-bem-da-vida…, o apita o comboio  foi fazendo os prazeres dançantes dos mais e dos menos sóbrios! De todos menos eu, isto de andar de maq. fotográfica na mão retira-me alguma mobilidade foliona! O dia avançava, as festividades mantinham-se top, a boa-disposição era mantida por uma boa parte dos presentes, já se ia notando o cansaço dos menos bem-preparados, mas a garra destes Moukistas é tremenda. Tudo na vida tem uns términus, linearmente a nossa festa ia perdendo gaz, até que terminou. Terminou no primeiro dia…, porque muitas mais hão-de vir.
A inauguração da sede do Clube não foi o único momento de festividade deste fim de semana, pois já na sexta-feira 11nov2016, o Clube MoucaBTT com o grupo gestor do espaço da Sede mais o PP, tinha organizado o São Martinho, que foi realizado com brilhantismo e sucesso, decorrendo no patamar do mais alto-nível para mais de quarenta pessoas. Depois de um fim de semana de festividade e vivências onde a comida e a bebida é importante, muito mais importância é darmos e servirmos momentos excelentes de frequente Bem-Estar a toda a família Moukista. Escrever este texto! Inauguração da sede do Clube, é um privilégio que só eu tive por isso pude cronicar o sentimento vivido e sentido deste primeiro mega fim de semana festejado no espaço/sede do Clube MoucaBTT. Neste espaço final quero fazer alguns agradecimentos; aos patrocinadores do Clube, à Mila, à Eduarda, ao António, ao grupo gestor do espaço da sede do Clube (Sousa, Pires; Guerra, Pedro e respetivas esposas) ao presidente Luís Pina e a todos os Moukistas presentes nestas festividades. Da minha parte foi um grande privilégio festejar com todos vocês…um enorme Bem-Haja e até uma próxima: “não de sempre, mas para sempre"
 “O Moukista sentado”
 

Magusto 2016

São Martinho
11 de novembro de 2016
Mantém-se a tradição, mais um São Martinho no Clube MoucaBTT.

Lapiás

Domingo06novembro2016
Passeio pelos Lapiás (Maceira)
Eram 08:00 quando soou a voz da partida para mais um passeio, doze Moukistas fizeram parte do pelotão e da história deste passeio, não recearam em aparecer para a pedalação domingueira, era sabido e evidente que iriamos encontrar muita lama, a muita chuva que caiu no dia e noite anterior fazia prever trilhos muito enlameados e pesados, o previsto pressuposto efetivou-se no terreno, o sopé da Carregueira estava intragável ao ponto de qualquer transmissão, da bike, ficar inoperacional! Algumas partes do track só mesmo com elas à mão eramos capazes de ultrapassar as barrentas piscinas. O espirito de sacrifício e querer de cada um é acatado interiormente e imposto automaticamente…ainda antes de sairmos de casa! Desta forma ultrapassamos, talvez, fluidamente os obstáculos mais adversos que vão surgindo no track e sem reclamação, Moukista que se preze sê-lo, enfrenta uma manhã com esta adversidade, com muita cantoria “enxota a galinha hié hié” até os miolos fervilharem! Felizmente! temos no grupo gente bem-disposta e divertida, fazer parte e encaixarmo-nos neste grupo de Clube não é para todos, sabemo-lo, tem que existir um poder de encaixe e tas-se-bem a sobrepor-se a qualquer coisa, a consideração que faço sobre os assíduos Moukistas é notável e de tolerante bem-estar.   Talvez a nossa visita tivesse passado despercebida pelos LAPIÁS; para quem não sabe, fica a derivação dos lapiás constituem de fraturas nas rochas superficiais que se expandem através da dissolução da rocha, resultando em grandes canais que sulcam as rochas horizontal ou verticalmente, bem como campos de rochas de grandes dimensões, isoladas entre si e com diversos tipos de caneluras, franjas e furos superficiais. O track foi feito e reservado pelo PP, ainda pensei que assim não fosse, mas com a destreza que venho ganhando nesta andança, com alguma rapidez percebi que o controlo estava a ser feito.
A saída do grupo foi feita para os lados das Lopas, com rapidez o aquecimento estava feito, bordeamos Venda Seca e passamos por Tala, o enlameado sopé da Carregueira levou-nos a Casal de Gémeos, casal dos Gosmos, Urmal, Fonte das Lages e Maceira, antes de alcançarmos esta ultima localidade atravessamos o parque da Segueteira e paramos na fonte que lhe confere o mesmo nome, o grupo apreciou o micro-espaço de beleza mui-própria, 20mt. mais acima tiramos umas fotos com o cenário de um grande lapiás. BTT também é isto, conhecer e apreciar espaços que a maioria do comum humano nem sonha que existe! Bordejamos até Rebenque, em Murganhal apreciamos a imensa paisagem que conseguimos avistar e que um pouco mais afrente acabaríamos por lá passar, refiro-me ao vale da Cabrela e também ao bosque dos caçadores, que beleza…, para chegarmos a Armés tivemos que nos afincar no pedal, é subida qb. para fazer calar o grupo coral do Clube, fomos passando por Covões, Cortegaça, Raposeiras, Pexiligais, Meleças, mata de Fitares e Agualva. Terminamos, na sede do MoucaBTT, mais um passeio de 40km. 900mt de acumulado ascendente e incrível boa-disposição, o sumo de cevada continua a refrescar o grupo Moukista que cada vez mais sente o conforto do simpático espaço da sede do Clube. Com muito trabalho de alguns, estamos todos de parabéns a sede esta um mimo, cada vez mais é e será a Moukinha do MoucaBTT. Abraço.
“O Moukista sentado”



Volta ao Penedo do Gato

Terça-feira, 01 de novembro de 2016
Volta ao Penedo do Gato
Pelas 8h do feriado de 1 de Novembro, iniciou o grupo de 9 Moukistas a pedalação contido no track mental do PP. Expectativa no ar, assim como umas nuvens que ameaçavam umas eventuais gotas mas que este grupo estava preparado para tal.
Primeiros kms em direcção à Serra de Belas a um ritmo de aquecimento e muita conversa já animava o grupo. Era agora altura de entrar no terreno predileto, a terra… entrada na serra pelo trilho da N250 em direção ao Túnel de Belas com passagem perto da cota mais elevada, com a Torre de Vigia da Mata de Belas à vista de todos.
Da passagem junto ao Túnel de Belas, foi tempo de seguir, subindo gradualmente e aproveitando o contacto com pastores e a sua respetiva fauna até se atingir Casal de Brejo após uma “subidinha” para aquecer… Aqui, foi tempo de cumprimentar o sr Gonçalves e colocar novamente os cranks em ação pois ainda estavam apenas percorridos 10 kms sensivelmente.
Passagem por Dona Maria com subida até ao Alto do Miradouro, passando por Bairro dos Pedrogãos, à cota de 318 mts, estando à nossa disposição a grande descida do dia para deleite destes aficionados do BTT. Num misto de velocidade, técnica e muito divertimento, desceu-se então até à cota dos 48 mts… Neste vale, e rodeado por ladeiras com “D+”, foi iniciada a subida até ao Penedo do Gato à cota dos 250 mts aproximadamente. Aqui e após a subida para o respetivo penedo, foi tempo de dar ao dente com o habitual reforço matinal e selfie de grupo.
Retomada a pedalação, com 22 kms percorridos, restava ainda subir até aos 316 mts de altura, com o ruído do ar de fundo gerado pelas imponentes torres eólicas implantadas nesta serra. Rolou-se depois por estradão até o grupo de debater com um portão, sendo necessário contornar o mesmo… Aqui foi tempo de contacto com a Natureza no seu estado mais puro! Silvas e tojo ao serviço da esfoliação das peles mais sensíveis… Desceu-se então até Albogas rumo a Almargem do Bispo por um misto de trilhos de terra e alcatrão, rolando-se a um ritmo vivo! Passagem pelo Sabugo e nova viragem para trilho de terra até alcançar a estrada em direção ao Telhal. Aqui foi tempo de curtir o singletrack do Telhal até à Tala.
Passagem por Meleças e Mira-Sintra (junto ao moinho) e última incursão em trilho de terra, surgindo o grupo na Abelheira. Rumou-se então em direção à Sede da MoucaBTT, a tempo de uns importantes alongamentos e o merecido sumo de cevada e malte, após 41 kms com cerca de 1000 mts de D+.
Um abraço!
 

Quinta do Pisão

30 de outubro de 2016
Quinta do Pisão
Pelas 08H00 do dia 30 de outubro de 2016, saíram 12 moukista do Largo da República, em Agualva, com destino à Serra de Sintra. No track elaborado constavam 43 kms com uma altimetria positiva de 800 mts.
O primeiro azimute tirado foi em direção à Serra das Espingardas, para em seguida descermos até A-dos-Francos. Rolou-se até à Tabaqueira para a grande subida que nos levou ao cimo do Cabeço de Manique, aqui o amigo Domingos retirou-se do passeio e seguiu um trajeto diferente. Antes de atingirmos Manique, um rasgo num pneu obrigou a uma paragem para reparação do mesmo. Resolvido o problema voltou-se a pedalar passando pelo Bairro da Cruz Vermelha e Atrozela, aqui entrámos na Quinta do Pisão.
Fomos até ao velho forno da cal e subimos a Serra pela vertente sul, a meia encosta rodamos à esquerda e descemos até Janes, onde fizemos o lanche matinal, por caminhos verdadeiramente espetaculares, o ritmo era simpático.
Começava agora o regresso, ainda descemos um pouco mais sentido Alcorvim de Cima, para novamente subir em direção a Janes para em seguida descer até ao Zambujeiro. Depois de atravessarmos a N 247-5 entramos novamente na Quinta do Pisão. Pura diversão o single-track que nos levou até às cavalariças.
Subida até à Eira dos Fanicos, para mais uma foto. Depois foi pedalar até Agualva onde chegamos por volta das 12H00. Passagem pela Sede para alguns exercícios de alongamento.
Neste ambiente saudável tempo ainda refrescar a garganta com uma mini fresquinha.


Simple but powerful!

Domingo23outubro2016
Simple but powerful!
A saída do grupo dos onze Moukistas foi feita do LR às 08:00, a manhã estava bastante nublada e prometia alguns aguaceiros, mas a vontade do grupo em pedalar estava presente. O traçado do track foi elaborado pelo PP mas desconhecido pelo grupo, psicologicamente, afeta-me ir para o desconhecido, clica-me o switch do medo e não fico com o à-vontade de descontração…acreditando que todo o ser humano tem um registo semelhante! Difere apenas, a condição física de cada um, também o espirito de sacrifício e o saber sofrer encima da bicicleta, quero com isto dizer que o meu pensamento, talvez, seja idêntico ao dos mais participantes, mas raramente é partilhado abertamente desta forma. Confesso…, basta-me olhar para o tamanho da roda da bike do PP, e sei antecipadamente que o track tecnicamente vai ter e ser de dificuldade acrescida! Subida e descidas na serra de Sintra para além de serem constantes são uma diversão adrenalitica, nas descidas o entusiasmo e concentração é o motivo principal para que algumas vezes esqueça-mos quem vem atras, o indesejado acaba por acontecer, o grupo fraciona-se a confusão instala-se e, pelo imensidão e densa vegetação da serra torna-se muito difícil o reagrupar do pelotão.
Mas, pela motivação que este desporto nos causa e nos dá temos que estar de peito aberto e saber aceitar as coisas menos boas e viver entusiasticamente as melhores e mais marcantes do dia-a-dia. Encaminhamo-nos para Paiões, passamos em Covas, Abrunheira também pela colonia penal, estávamos no sopé da serra de Sintra, fomos subindo serra acima e esperando pelos-menos bem-preparados, quisemos passar pelos Capuchos e acabamos por fazer por aqui o lanche matinal, tiramos umas fotos, descontraímos e desabafamos! Descemos serra abaixo até alcançarmos a Malveira, demos inicio a mais uma subida que nos levaria à pedra amarela a uma altitude de 385mt. o esforço em lá chegar foi grande, demos inicia à grande descida do dia, do quilometro 28 ao 34 descemos dos 385 aos 90mt. foi sempre a bombar com duas quedas a fazerem parte da descida, foi por aqui que o grupo se partiu, a junção só foi feita no términos da volta. Atravessamos a quinta do Pisão e entramos num misto de terra batida/alcatrão, nos trilhos mais planos as poças de água eram uma constante, a lama também já vai fazendo parte das voltas. Bordeamos o autódromo, Bairro da Cruz Vermelha, Manique, Albarraque, Serradas, Varzea e Agualva. Terminamos o passeio às 12:25 com 48Km e um acumulado ascendente de 1200mt. Paralelamente, à chegada dos betetistas, estavam também a chegar os pedestrianistas do Clube MoucaBTT que estavam em mobilidade desde as 09:00 com sete caminheiros (as), estas caminheiras tem, progressivamente, vindo domingo apos domingo a caminhar pelos arredores da nossa cidade (ribeira das Jardas, mata de Fitares, serra da Carregueira, serra de Belas), a vertente pedestre esta ativa e recomenda-se a todos(as) que tenham vontade e queiram caminhar aos domingos de manhã.
Esta junção (encontro) dos grupos das duas vertentes deu-se na sede do nosso Clube, está a ficar ao mais auto-nível. Resta-me dizer que ainda houve tempo para todos socializarmos e conversarmos das coisa boas que nos dão prazer na vida. Estimado Moukista, atreve-te e aparece aos domingos de manhã.
Abraço (O Moukista sentado)



 

Rogel

Domingo16outubro2016
Passeio BTT Rogel (Funchal)
Havia algum tempo que este passeio era para ter sido feito…no mês de Maio tentamos faze-lo, não conseguimos! por ter sido uma manhã tempestuosa e muito adversa à prática do BTT! Esse dia foi marcante pela negatividade e, só conseguimos chegar a Santo Estevão das Galés. Hoje fizemo-lo na totalidade e com algum brilhantismo, o grupo está possante e com andamento agressivo, também o ego está num patamar elevado e transpira saúde. Ponderadamente, temos que saber manter a união dos ativos passeantes domingueiros, essa união continua a fazer parte do sucesso do Clube, os incentivos aos menos audazes, nas partes técnicas, é uma constante e, cada vez mais arriscam e desafiam o tecnicismo da vertente ciclística BTT. É bonito vermos, semana apos semana, a evolução dos Moukistas que assiduamente aparecem para pedalar…
Passava um minuto da 08:00 quando iniciamos o passeio, a maioria do grupo desconhecia o destino, Rogel foi o desígnio do track traçado. A manhã apresentou-se nublada e com muita humidade a temperatura era amena e quase perfeita para a prática do BTT. Saímos encaminhados a Idanha/Belas, passamos pela mata de Belas, bordeamos o Belas Club, Mancebas, Almornos, Santa Eulália, Santo Estevam das Galés, à medida que evoluíamos no track o denso nevoeiro cerrava cada vez mais, não se via um palmo à frente do nariz, as descidas/subidas empedradas faziam-se a medo, a humidade fazia-as escorregadiças. A linha de água antes de Rogel foi transposta, daqui até próximo da Asseiceira pequena foi sempre a subir, atingimos os 360mt, era tempo de parar e fazer o lanche matinal. A galhofice do grupo é quase sempre uma constante, mas quando não estamos em mobilidade, a mesma, transborda de boa disposição, cada vez mais preciso deste comprimido domingueiro…O único senão da manhã, era o nevoeiro que nos impedia de ver qualquer coisa. Recompostos/hidratados fizemo-nos ao track, eram 10:30, tínhamos pela frente quase metade do caminho a percorrer, a subida de mais relevo tinha sido ultrapassada, psicologicamente aliviava a carga de cada um, em saber-mos que assim era, mas ainda tínhamos de bordear o parque eólico de Santo Estevão da Galé, por aqui, do Km 29 ao 31 tivemos de subir novamente aos 360mt de altitude, descemos rapidamente até bem próximos de Negrais, fomos passando por Mastrontas, Pedra Furada, Casal do Urmal, Casal da Quintela, Pexiligais, mata de Fitares e Agualva. Terminamos o nosso passeio eram 12:30 percorremos 56Km com um acumulado ascendente de 1000mt. Azares só mesmo o Pedro furou por duas vezes mas sempre com rápida resolução! Ainda houve disponibilidade para a habitual degustação do sumo de cevada. Amigos Moukistas desmintam-me se acharem que estou errado…mas o espaço, pintado de fresco, laranja e azul tem dado um ânimo a alguns Moukistas que transbordam de egomoukistianismo! 
Axo que hoje conseguia escrever um livro, mas por diversas razões não o faço! Fica para quando tiver tempo…
Abraço, “O Moukista sentado”

Praia da Samarra

Domingo09outubro2016
Visitamos a praia da Samarra
Para quem não pedalou e não conhece, a samarra é uma praia do concelho de Sintra de uma dimensão reduzida, a Ribeira da Samarra dá o nome à praia e conhece aqui a sua foz. Para os que quiseram ir até lá conhecer, foi uma agradável manhã de passeio rolante!
Eram 08:00 em ponto quando o pelotão dos doze deu início à pedalação. A manhã apresentou-se fresca, começa a saber bem um agasalho extra. O LR continua a testemunhar as nossas saídas, cada vez mais este largo é o marco das nossas partidas e chegadas e, quase todos os fins de semana fazemos dele o espaço de encontro do grupo Moukista. Encaminhamo-nos para a mata de Fitares, Recoveiro, Vila Verde se até aqui a união do grupo foi posta em causa… a partir daqui deu-se o inverso da contenda, a tranquilidade e pacificação que cada um de nós procura nas manhãs domingueiras chegou, a pedalada era forte e constante Alfaquiques foi bordeada e Catrivana tinha sido alcançada, a praia da Samarra estava próxima de receber a nossa presença, o pedregoso leito assistiu à nossa chegada…quisemos, por aqui, fazer-lhe companhia durante alguns minutos de descanso, lanchamos e conversamos, estava na hora de continuarmos, de bike às costas subimos a ingreme e sinuosa arriba da praia. Voltando alguns, poucos, Kms atrás, ainda antes do lanche, tínhamos parado durante pouquíssimos minutos para apreciação deste bucólico espaço onde tiramos umas fotos do grupo e, que ande fazer parte das nossas memórias recordativas pois são lugares de elevada beleza com maus acessos e, que só os aventureiros e destemidos sabem procurar e desfrutar destes micros espaços (fabulásticos).
Passamos em Casal dos Pianos, Magoito, Arneiro dos Marinheiros, Pernigem, Lourel, Mem Martins, Mira Sintra e Agualva. Eram 11:50 quando terminamos o passeio deste domingo, com 56Km e altimetria a rondar os 750mt ascendentes. O amigo Carvalho arranja sempre um pretexto, e vão três seguidos, para não terminar o passeio. Após o términos da pedalada, ainda houve disponibilidade do PP em por o pessoal a fazer uns alongamentos, que acabaram por causar sede suficiente, sendo o pretexto para mata-la com um sumo de cevada. Abraço “O Moukista sentado”