Passeio pedestre 15jan2017

15janeiro2016
Passeio pedestre próximo do leito da ribeira da Lage.
Pedestrianismo é uma atividade desportiva ao alcance de todos e ao ritmo de cada um. A sua definição engloba não só o percorrer grandes distâncias a pé, mas também o ato de andar a pé pelo prazer do exercício físico, é o desporto dos que andam a pé! Praticado ao ar livre por praticamente todas as pessoas, sozinhos ou em grupo. Não requer equipamento sofisticado, nem conhecimentos técnicos. Funciona como escape ao sedentarismo e alívio do stress acumulado. A Ribeira da Lage é um curso de água português que nasce na costa Oriental da Serra de Sintra e que desagua no estuário do Tejo em Oeiras na extremidade poente da praia de Santo Amaro de Oeiras, serpenteia umas quantas freguesias, próximas da nossa cidade Agualva-Cacém, talvez! por essa proximidade, o presidente PP planeou e pôs em prática… guiar 38 caminheiros que aceitaram o desafio lançado pelo Clube MoucaBTT. A manhã que simpaticamente nos recebeu no LR, apresentou-se fresca e solarenga, após termos passado pela sede do Clube, o grupo de pedestrianistas agrupou no LR ao som de um curto briefing do PP. Saímos à hora proposta 08:30, encaminhamo-nos para o Cacém com passagem aérea pela ribeira das jardas, bordemos as hortas do Cacém, o aquecimento estava feito, alguns de nós despíamos algumas peças de roupa pois o calor e transpiração faziam com que isso acontece-se…nesta mata de terreno acidentado todo o cuidado era pouco, havia que ir bem devagar e ajudar os menos audaces, nestas aventuras e com este terreno não pode haver facilitismos…fizemos a aproximação a Rio de Mouro, atravessámo-lo! Atravessamos o viaduto do IC19, fizemos a aproximação a Covas e Moncorvo de Cima foi por estes lados que o serpenteado leito da Lage serviu de sete passagens ao bem-disposto grupo Moukista que sempre que era possível ia arremessando umas pedras à água tentando molhar os mais desprevenidos. A-dos-Francos foi ladeado a 180º, a direcção do traçado estava a mudar, aproximava-se mais uma subida daquelas que faz a alguns de nós abrir o zipo da gola, o grupo ia superando todas as adversidades que íamos encontrando, mas a homogénea dele era q.b. para superar os troços mais difíceis…Vale Mourão fora também quinado.
A progressão, pedestre, do grupo ia dando sinais de menor atividade, não era para menos…pois mais de 12Km tinham sido feitos, a entrada para o Cacém foi feita pelo bairro do Zambujal a escadaria do mercado amarelo serviu de cenário para a foto do grupo que após posar deu continuidade à marcha, rua abaixo rápido alcançamos e passamos para o outro lado a ribeira das Jardas, desembocamos na Av. dos Bons Amigos viramos à esquerda. o ânimo do grupo estava reposto, não era caso para menos pois os quase 14Km estavam mesmo nos términos, alcançamos o Largo da Republica em Agualva, ao mesmo tempo o nosso pedestre terminou, eram quase 12:00. “Para veres o que nunca tinhas visto, precisaste de caminhar por onde nunca tinhas caminhado” Parabéns ao MoucaBTT por ter dado mais uma oportunidade de caminhar aqueles que quiseram caminhar.
Abraço, O Moukista sentado.
                   

6º aniversário do Clube MoucaBTT 2011 - 2017

10 de janeiro de 2017
Aqui fica o vídeo por ocasião do 6º aniversário do Clube MoucaBTT, realizado na Sede do Clube.
A todos os Moukistas muitos parabéns.
Sempre meia roda à frente!


Reveillon 2017

Passagem de ano na sede do Clube MoucaBTT. Bom Ano de 2017.
 


Cascata de Anços

Cascata de Anços

Domingo11dezembro2016
Dez matutinos Moukistas estiveram presentes na história deste passeio domingueiro, a previsão dele passava por o António carregar o grupo até Mafra…. Vá-se lá saber porquê*! ainda estávamos no inicio da pedalação apareceu o primeiro furo, ao Km 5 mais um furo na mesma maquina, se a vontade do Pedro era regressar a casa cedo, rapidamente foi contrariado, foi resolvida a 2ª situação. Ainda na Rinchoa continuamos a pedalar e perdemos, sem que eu me tivesse apercebido, um elemento.
Os, agora, nove remanescentes dirigiam-se para o Recoveiro, Vale de Lobos serviu de passagem a ingreme subida do Monte Marçobel testou a forma física de todos…os dois principiantes convidados passavam por algumas dificuldades, mas a garra e querer destes seres que praticam BTT é desconcertante, arfam e sofrem que nem mulas teimosas! Descemos e bordeamos Casal de Gemeos, no cruzamento de Olelas viramos à esquerda em direção à vacaria, depois de termos passado por Casal dos Gosmos e Casal do Urmal apareceu mais um furo, aproveitamos o momento de paragem e fizemos o lanche matinal e resolvemos a situação. As três paragens criaram um significativo atraso, por esse motivo optou-se por alterar o proposto inicial* dissidiu-se ir à Cascata de Anços, cada vez mais este espaço torna-se visita de muitos visitantes, também não é caso para menos, é um bucólico sitio que qualquer visitador gosta de apreciar mais que uma vez. Por aqui ainda pensamos em prosseguir até Cheleiros, tomou-se a decisão em não prosseguirmos o tempo começava a ser pouco para o andamento do grupo… ladeamos Alfouvar, subimos por alcatrão até às eólicas de Almargem do Bispo, Almornos, Portela (parque de campismo), entramos no Belas Clube, trilhamos pelos caminhos de campo de golf, entramos na mata de Belas sempre junto ao vale do rio a uma velocidade considerável, desembocamos em Idanha, subimos por alcatrão e terminamos em Agualva no LR com umas fotos no espaço Bazar
do Natal da Quinta da Fidalga com 47Km e um acumulado a rondar os 800mt altimetria ascendente eram 12:15, ainda arranjamos tempo e disposição para tomarmos o habitual refresco e metermos a conversa em dia. Para que fique registado no historial dos nossos passeios, no dia 08 quinta-feira feriado, pedalamos até Sintra trilhamos pelo sopé da serra até alcançarmos o Pisão e Penha Longa e regressámos a Agualva com 45Km, um bom treino a meio da semana. Até prá semana, abraço do Moukista sentado.

Cold Ride

domingo, 27 de novembro de 2016
Cold Ride
A analisar pelo nome do passeio, o frio seria presença certa por entre os 11 Moukistas que compareceram ao repto que lhes foi lançado previamente. Pelas 8:15h, após a chegada deste vosso escriba Moukista, que de outras corridas vinha, deu-se início à pedalação com a boa disposição e vontade que já são habituais.

O grupo tomou assim a direcção ao alto do Cacém, passando por Paiões, rolando até Albarraque e posteriormente com Manique de Cima à vista, era agora tempo de abordar o terreno preferido destes betetistas, a terra… que por sinal, fruto da intensa precipitação de dias anteriores, se encontrava num estado mais “fofo” ou sem rodeios, lamacento, havendo neste momento, Moukistas que sugeriam a alteração do nome deste passeio para Muddy Ride ou mesmo Wet Ride… Ainda assim, mesmo em condições mais adversas, este desporto gera sorrisos e verdadeiros momentos de catarse sempre potenciados pelo convívio de todos…
Agora chegados a Atrozela, a banda sonora do passeio era dada pelos motores das máquinas que circulavam no Autódromo do Estoril a grande velocidade, nada que distraísse este grupo do seu foco. Era agora tempo de entrar em novos trilhos que nos levariam à Quinta do Pisão, estando agora a bucólica Serra de Sintra no nosso “ambiente de trabalho”. Serpenteando pelos terrenos do Pisão, passamos por Janas onde o PP questionou após uma entrada num trilho que não se apresentava nas melhores condições, o caminho que o grupo quereria tomar. Neste momento, pela imponente condição vocal, o Moukista Pires sugeriu o Trilho do Abano tendo sido logo do agrado de todos. Deu-se assim repto à máxima de que o cliente quer, o cliente tem!
Ainda antes da entrada no Trilho do Abano, tempo para a já habitual selfie de grupo. Já neste trilho, fortes momentos de adrenalina foram emergindo no grupo, apenas abrandando por breves momentos face à condição lamacenta do terreno. Agora no forte do Guincho, pedalou-se pela Marginal em direcção a Cascais. Com velocidades na casa dos 35kms, e perante a ausência de vento e frio, tão caraterísticos neste local e nesta altura do ano era tempo de abrandar e até mesmo caminhar pois a via encontrava-se encerrada devido à 3ª Corrida Juntos contra a Fome. Ainda assim, passamos junto à Boca do Inferno para posteriormente com a Baía de Cascais em fundo seguir-se o reforço alimentar, mesmo a tempo de ver o conterrâneo José Gaspar vencer a referida prova de corrida.
Com o PP a referir que ainda faltavam cerca de 30 kms para o fim, o grupo rolou com novamente pela estrada marginal com uma temperatura amena, passando por São João do Estoril, Carcavelos para depois em Caxias virar já em direcção a norte para o retorno a Agualva, tendo-se passado por Barcarena, Tercena e posteriormente Massamá.
Após a passagem do IC 19, estávamos agora em Agualva, tendo-se pedalado até à sede da MoucaBTT onde se perfez um total aproximado de 62 kms com um acumulado positivo de 820 mts. Era agora tempo para o habitual sumo de cevada e malte que tantas propriedades isotónicas tem nestes Moukistas e para mais uns momentos de salutar convívio, num dia que para fazer juz ao nome que lhe tinha sido atribuído inicialmente e para gáudio destes Moukistas, apenas o frio faltou…
"O Moukista 51"

Inauguração Sede MoucaBTT

Domingo13novembro2016
Inauguração da Sede do Clube MoucaBTT

 “A vida não é um direito…é um privilégio”… Hoje foi um grande dia de privilégio para a família Moukista. Festejar a inauguração da Sede do Clube MoucaBTT.

Com pompa e circunstância chegou o dia de inauguramos a Sede do nosso Clube, o simpático e bem-decorado espaço tem sido, nos últimos dias, um quebra-cabeças para os mais empenhados Moukistas, que diariamente têm vindo a reparar, pintar, decorar e abrilhantar o nº 7 da Travessa da Capela em Agualva, na cidade de Agualva-Cacém e, que bem que ela (a Moukinha) se apresentou a todos os Moukistas que aceitaram o convite endereçado, atempadamente,  a todos os sócios pelo Presidente do Clube. Moukistas e convidados perfizeram mais de setenta bem-dispostas presenças. O dia, solarengo, começou cedo, a azáfama para uns quantos de nós era/impunha-se para que nada fosse descorado, linearmente tudo corria na perfeição, a logística que tinha sido criada pelo grupo ia funcionando evolutivamente sem qualquer receio ou tropeção… o cenário do salão para o almoço estava bem conseguido, era motivo suficiente para o grupo gestor do espaço da Sede, carregar o ego qb. e manter a maquina em constante mobilidade.
Aproximava-se a hora para o início da festividade, começamos a receber os convidados sócios do Clube, e os demais ilustres convidados, o reverendíssimo Senhor Padre Domingos e também o representante da Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Senhor Engº Joaquim Simões, faziam-se representar discretamente, mas bem-cientes da importância e carinho que têm tido pelo nosso Clube. As hostilidades gastronómicas foram iniciadas pacificamente e sem qualquer tipo de pressas, íamos desgostando de tudo um pouco, o Porto o Gin e o Favaios acompanhavam e faziam as delícias dos variados aperitivos que antecediam o almoço!
O ambiente que se vivia das vivências e elogios era comodo e fazia do espaço um bem-estar saudável, este mega grupo interligava-se na perfeição e quase não se fazia notar quem fazia o quê, mas tudo discretamente acontecia sem apontamentos de protagonismo, pena foi! que a maquina da imperial não colabora-se com esta linhagem… foi o negativo-centro das atenções! O almoço estava a ser servido e degustado, ordeiramente ia sendo servido um prato e mais outro ainda, ambos estiveram à altura do evento. Antes de partirmos para as variadíssimas sobremesas, já algumas mentes idealizavam os doces/sabores que mais os atraiam, a salivação acontecia…teriam que ter paciente, porque ainda antes, os discursos de formalidade e agradecimentos teriam de acontecer; o presidente do MoucaBTT, Luís Pina, deu início ao seu discurso dirigindo-se a todo o auditório com relevo para os sócios que alimentam esta máquina nas diversas situações com tolerância, camaradagem, amizade, respeito, solidariedade, persistência e principalmente o espírito de grupo que imergira dentro de cada um de nós, crescemos como pessoas. Também foram dirigidas palavras lisonjeiras, relevantes e de apreço ao estimado representante da Junta de Freguesia e ao Sr. Padre Domingos, que seguidamente foi-lhes passada a palavra para proferirem palavras de agrado e simpatia ao auditório Moukista. Os três oradores foram efusivamente aplaudidos após o términus das suas intervenções. A partir daqui as muitas sobremesas começavam a ser provadas…há momentos das nossas vidas, e ainda bem que assim é, que temos de esquecer o que é mais racional e fazermos aquilo que momentaneamente gostamos e queremos! O DJ Monteiro ia fazendo parte da festa, porém, só a partir d’agora começava o festival dos dançantes e karaokas  Moukistas, grande parte de NÓS gosta da diversão e primamos pelo tás-bem-da-vida…, o apita o comboio  foi fazendo os prazeres dançantes dos mais e dos menos sóbrios! De todos menos eu, isto de andar de maq. fotográfica na mão retira-me alguma mobilidade foliona! O dia avançava, as festividades mantinham-se top, a boa-disposição era mantida por uma boa parte dos presentes, já se ia notando o cansaço dos menos bem-preparados, mas a garra destes Moukistas é tremenda. Tudo na vida tem uns términus, linearmente a nossa festa ia perdendo gaz, até que terminou. Terminou no primeiro dia…, porque muitas mais hão-de vir.
A inauguração da sede do Clube não foi o único momento de festividade deste fim de semana, pois já na sexta-feira 11nov2016, o Clube MoucaBTT com o grupo gestor do espaço da Sede mais o PP, tinha organizado o São Martinho, que foi realizado com brilhantismo e sucesso, decorrendo no patamar do mais alto-nível para mais de quarenta pessoas. Depois de um fim de semana de festividade e vivências onde a comida e a bebida é importante, muito mais importância é darmos e servirmos momentos excelentes de frequente Bem-Estar a toda a família Moukista. Escrever este texto! Inauguração da sede do Clube, é um privilégio que só eu tive por isso pude cronicar o sentimento vivido e sentido deste primeiro mega fim de semana festejado no espaço/sede do Clube MoucaBTT. Neste espaço final quero fazer alguns agradecimentos; aos patrocinadores do Clube, à Mila, à Eduarda, ao António, ao grupo gestor do espaço da sede do Clube (Sousa, Pires; Guerra, Pedro e respetivas esposas) ao presidente Luís Pina e a todos os Moukistas presentes nestas festividades. Da minha parte foi um grande privilégio festejar com todos vocês…um enorme Bem-Haja e até uma próxima: “não de sempre, mas para sempre"
 “O Moukista sentado”
 

Magusto 2016

São Martinho
11 de novembro de 2016
Mantém-se a tradição, mais um São Martinho no Clube MoucaBTT.

Lapiás

Domingo06novembro2016
Passeio pelos Lapiás (Maceira)
Eram 08:00 quando soou a voz da partida para mais um passeio, doze Moukistas fizeram parte do pelotão e da história deste passeio, não recearam em aparecer para a pedalação domingueira, era sabido e evidente que iriamos encontrar muita lama, a muita chuva que caiu no dia e noite anterior fazia prever trilhos muito enlameados e pesados, o previsto pressuposto efetivou-se no terreno, o sopé da Carregueira estava intragável ao ponto de qualquer transmissão, da bike, ficar inoperacional! Algumas partes do track só mesmo com elas à mão eramos capazes de ultrapassar as barrentas piscinas. O espirito de sacrifício e querer de cada um é acatado interiormente e imposto automaticamente…ainda antes de sairmos de casa! Desta forma ultrapassamos, talvez, fluidamente os obstáculos mais adversos que vão surgindo no track e sem reclamação, Moukista que se preze sê-lo, enfrenta uma manhã com esta adversidade, com muita cantoria “enxota a galinha hié hié” até os miolos fervilharem! Felizmente! temos no grupo gente bem-disposta e divertida, fazer parte e encaixarmo-nos neste grupo de Clube não é para todos, sabemo-lo, tem que existir um poder de encaixe e tas-se-bem a sobrepor-se a qualquer coisa, a consideração que faço sobre os assíduos Moukistas é notável e de tolerante bem-estar.   Talvez a nossa visita tivesse passado despercebida pelos LAPIÁS; para quem não sabe, fica a derivação dos lapiás constituem de fraturas nas rochas superficiais que se expandem através da dissolução da rocha, resultando em grandes canais que sulcam as rochas horizontal ou verticalmente, bem como campos de rochas de grandes dimensões, isoladas entre si e com diversos tipos de caneluras, franjas e furos superficiais. O track foi feito e reservado pelo PP, ainda pensei que assim não fosse, mas com a destreza que venho ganhando nesta andança, com alguma rapidez percebi que o controlo estava a ser feito.
A saída do grupo foi feita para os lados das Lopas, com rapidez o aquecimento estava feito, bordeamos Venda Seca e passamos por Tala, o enlameado sopé da Carregueira levou-nos a Casal de Gémeos, casal dos Gosmos, Urmal, Fonte das Lages e Maceira, antes de alcançarmos esta ultima localidade atravessamos o parque da Segueteira e paramos na fonte que lhe confere o mesmo nome, o grupo apreciou o micro-espaço de beleza mui-própria, 20mt. mais acima tiramos umas fotos com o cenário de um grande lapiás. BTT também é isto, conhecer e apreciar espaços que a maioria do comum humano nem sonha que existe! Bordejamos até Rebenque, em Murganhal apreciamos a imensa paisagem que conseguimos avistar e que um pouco mais afrente acabaríamos por lá passar, refiro-me ao vale da Cabrela e também ao bosque dos caçadores, que beleza…, para chegarmos a Armés tivemos que nos afincar no pedal, é subida qb. para fazer calar o grupo coral do Clube, fomos passando por Covões, Cortegaça, Raposeiras, Pexiligais, Meleças, mata de Fitares e Agualva. Terminamos, na sede do MoucaBTT, mais um passeio de 40km. 900mt de acumulado ascendente e incrível boa-disposição, o sumo de cevada continua a refrescar o grupo Moukista que cada vez mais sente o conforto do simpático espaço da sede do Clube. Com muito trabalho de alguns, estamos todos de parabéns a sede esta um mimo, cada vez mais é e será a Moukinha do MoucaBTT. Abraço.
“O Moukista sentado”



Volta ao Penedo do Gato

Terça-feira, 01 de novembro de 2016
Volta ao Penedo do Gato
Pelas 8h do feriado de 1 de Novembro, iniciou o grupo de 9 Moukistas a pedalação contido no track mental do PP. Expectativa no ar, assim como umas nuvens que ameaçavam umas eventuais gotas mas que este grupo estava preparado para tal.
Primeiros kms em direcção à Serra de Belas a um ritmo de aquecimento e muita conversa já animava o grupo. Era agora altura de entrar no terreno predileto, a terra… entrada na serra pelo trilho da N250 em direção ao Túnel de Belas com passagem perto da cota mais elevada, com a Torre de Vigia da Mata de Belas à vista de todos.
Da passagem junto ao Túnel de Belas, foi tempo de seguir, subindo gradualmente e aproveitando o contacto com pastores e a sua respetiva fauna até se atingir Casal de Brejo após uma “subidinha” para aquecer… Aqui, foi tempo de cumprimentar o sr Gonçalves e colocar novamente os cranks em ação pois ainda estavam apenas percorridos 10 kms sensivelmente.
Passagem por Dona Maria com subida até ao Alto do Miradouro, passando por Bairro dos Pedrogãos, à cota de 318 mts, estando à nossa disposição a grande descida do dia para deleite destes aficionados do BTT. Num misto de velocidade, técnica e muito divertimento, desceu-se então até à cota dos 48 mts… Neste vale, e rodeado por ladeiras com “D+”, foi iniciada a subida até ao Penedo do Gato à cota dos 250 mts aproximadamente. Aqui e após a subida para o respetivo penedo, foi tempo de dar ao dente com o habitual reforço matinal e selfie de grupo.
Retomada a pedalação, com 22 kms percorridos, restava ainda subir até aos 316 mts de altura, com o ruído do ar de fundo gerado pelas imponentes torres eólicas implantadas nesta serra. Rolou-se depois por estradão até o grupo de debater com um portão, sendo necessário contornar o mesmo… Aqui foi tempo de contacto com a Natureza no seu estado mais puro! Silvas e tojo ao serviço da esfoliação das peles mais sensíveis… Desceu-se então até Albogas rumo a Almargem do Bispo por um misto de trilhos de terra e alcatrão, rolando-se a um ritmo vivo! Passagem pelo Sabugo e nova viragem para trilho de terra até alcançar a estrada em direção ao Telhal. Aqui foi tempo de curtir o singletrack do Telhal até à Tala.
Passagem por Meleças e Mira-Sintra (junto ao moinho) e última incursão em trilho de terra, surgindo o grupo na Abelheira. Rumou-se então em direção à Sede da MoucaBTT, a tempo de uns importantes alongamentos e o merecido sumo de cevada e malte, após 41 kms com cerca de 1000 mts de D+.
Um abraço!
 

Quinta do Pisão

30 de outubro de 2016
Quinta do Pisão
Pelas 08H00 do dia 30 de outubro de 2016, saíram 12 moukista do Largo da República, em Agualva, com destino à Serra de Sintra. No track elaborado constavam 43 kms com uma altimetria positiva de 800 mts.
O primeiro azimute tirado foi em direção à Serra das Espingardas, para em seguida descermos até A-dos-Francos. Rolou-se até à Tabaqueira para a grande subida que nos levou ao cimo do Cabeço de Manique, aqui o amigo Domingos retirou-se do passeio e seguiu um trajeto diferente. Antes de atingirmos Manique, um rasgo num pneu obrigou a uma paragem para reparação do mesmo. Resolvido o problema voltou-se a pedalar passando pelo Bairro da Cruz Vermelha e Atrozela, aqui entrámos na Quinta do Pisão.
Fomos até ao velho forno da cal e subimos a Serra pela vertente sul, a meia encosta rodamos à esquerda e descemos até Janes, onde fizemos o lanche matinal, por caminhos verdadeiramente espetaculares, o ritmo era simpático.
Começava agora o regresso, ainda descemos um pouco mais sentido Alcorvim de Cima, para novamente subir em direção a Janes para em seguida descer até ao Zambujeiro. Depois de atravessarmos a N 247-5 entramos novamente na Quinta do Pisão. Pura diversão o single-track que nos levou até às cavalariças.
Subida até à Eira dos Fanicos, para mais uma foto. Depois foi pedalar até Agualva onde chegamos por volta das 12H00. Passagem pela Sede para alguns exercícios de alongamento.
Neste ambiente saudável tempo ainda refrescar a garganta com uma mini fresquinha.