Rota dos Castanheiros

06dez2015
Foram dez Moukista mais o Edmundo e o Faria  que compareceram para este passeio de BTT, Rota dos Castanheiros.
A pedalação começou pelas 08H20, com muita conversa e boa disposição. O frio entrava pelos ossos e o nevoeiro cerrado, não permitia ver muito mais do que uns 150 mts. Havia que superar estas adversidades e entrar pelo nevoeiro dentro, qual Dom Sebastião. A passagem sobre o pontão da lagoa da Ota quase passou despercebida, pois a água quase não se via, tal era a densidade do nevoeiro, subiu-se até à Chã Alta e contornou-se o Monte Redondo, até às Marés.
Depois atravessar a N1 nas Maré passamos por Autoguia das Cabras até atingirmos a Abrigada, com passagem pela Adega da Abrigada e respetiva quinta. Virou-se em direção a Montejunto e pedalou-se pelo sopé até atingirmos Penedos de Alenquer, onde fizemos uma paragem para repor sólidos e líquidos, estávamos com 30 kms e o relógio marcava 10H40.
Até aqui o percurso não apresentava qualquer dificuldade, rolava-se por caminhos e estradões.
Depois de passarmos por Labrugeira o terreno ficou mais a gosto dos Moukistas, alguns single tracks divertidos e uma subida mais técnica.
Um furo obrigou a uma paragem forçada antes do Bairro, para logo de seguida chegarmos à Ota.
Depois dos alongamentos e bikes arrumadas nos carros foi tempo do merecido duche. Havia agora que rumar ao Carregado para degustar uma belíssima feijoada. Pena foi o nevoeiro que teimou em não levantar, acompanhando-nos até ao fim do passeio.
Agradecimento ao Espírito Santo e ao Edmundo pelo convite e organização deste passeio muito simpático, com boa disposição e camaradagem entre os intervenientes, valores a preservar.
Até uma próxima, num trilhos algures...



Bazar de Natal 2015

Bazar de Natal                                                      
                                          

Trilhos da Avozinha

22 de novembro de 2015
Mais uma manhã cheia de boa disposição e muita adrenalina.
Às 08H00 deste domingo frio e com probabilidade de aguaceiros, 7 destemidos Moukistas, saíram do Largo da República para mais um vertiginoso passeio de BTT, o título estava dado " Trilhos da Avozinha".
Já tinha sido feita uma primeira edição em março de 2012 e esta reedição justificava-se, pois na altura foi considerado um passeio a reter. Com um trajeto algo diferente da edição anterior o proposto era atingir o Penedo de Lexim, chegar a Igreja Nova e depois descer a ribeira da Mata até ao Lizandro. Assim, os Moukistas pedalaram em direção à Tala, Sabugo com subida à Sra da Piedade e descida pelo Trilho da Aranha até Olelas, passagem pelo Casal Urmal e Anços até atingirmos o rio Lizandro, com travessia do mesmo. O terreno estava traiçoeiro e muito escorregadio, toda a atenção era pouca. Subida até ao Penedo de Lexim com paragem para o lanche matinal. Ainda havia muito para pedalar e foi rápido que atingimos Igreja Nova, onde começou a descida alucinante de 3,5 kms, quase sempre junto à ribeira da Mata, menos de 10 minutos foi o tempo necessário para chegar novamente ao rio Lizandro. Brutal!!!
O caudal do rio já é considerável e foi um momento de "pura diversão" a travessia deste curso de água.
Quem muito desce muito sobe! A fatura a pagar está mesmo ali, subir até Rebanque! Muito forte! Aqui, as pernas de um dos Moukista deu sinal de estarem a ceder, e fomos direitos a Pero Pinheiro e Cortegaça. Nesta ultima povoação subimos à antiga pedreira para logo de seguida descer para as Raposeiras, ladeando o campo de tiro até Pexiligais. Estava quase feito, havia agora que passar Meleças em direção a Mira Sintra e entrar nas hortas que nos trouxeram até ao Largo da República.
A satisfação, pelo menos aparente, era notória, nem o frio nem a chuva quebrou a mística Moukista, muito menos a travessia a vau do rio Lizandro, muito divertido e sempre com muitas chalaças de incentivo a todos os intervenientes.
Sempre bem, por maus caminhos!



Magusto e caminhada de São Martinho 2015

Sábado 14 Novembro de 2015 magusto



Domingo 15 Novembro de 2015 caminhada de São Martinho
Caminhada é uma atividade física que marca a mobilidade do Clube MoucaBTT. Incluímos esta prática desportiva de vez em quando, sempre que o fazemos e participamos a mesma oferece-nos simpatia, tranquilidade e apreciação paisagística dos espaços campestres envolventes à nossa freguesia, Agualva. O Largo da Republica testemunha quase sempre os nossos encontros e, desta vez não fugi-o à regra. Às 08:30 já alguns Moukistas embandeiravam o espaço que iria marcar a meta de saída e chegada do grupo de quarenta e dois Moukocaminheiros. Após os cumprimentos matinais entre Moukistas, convidados e elementos do grupo de caminheiros da Junta de Freguesia de Agualva/M.Sintra, o Presidente do MoucaBTT alusivou algumas palavras de boas-vindas e apreço aos caminheiros presentes, para logo de seguida, dar/passar a palavra ao presidente da nossa junta de Freguesia, que pela primeira vez contactou publicamente os Moukistas, as parcas palavras foram receosas, bem dirigidas com sentido simpático e desejo de boa-caminhada aos Moukistas…Bem próximo das 09:00 o sinal de partida foi acionado e o grupo dos caminheiros entrou em mobilidade, estrada abaixo, rápido alcançamos a ribeira das jardas, caminhamos durante algum tempo junto ao simpático leito dela, atingimos o Bairro Alegre e, pelas escadas de madeira alcançamos o topo do mesmo, uns quantos metros lá mais à frente entramos na mata das hortas do Cacem, bordeamos a antiga pedreira e o moinho, perto daqui transpusemos, passagem inferior, a linha do comboio e por aqui subimos e descemos para o trilho junto à ribeira das jardas, entramos na mata de Fitares até atingirmos Meleças, todos os caminheiros mantinham o bom ritmo e paragens quase não existiam, é tudo pessoal com formação media/alta (!) estávamos próximos de Mira Sintra, após a alcançarmos fizemos paragem de 10’ para lanche matinal e algum descanso. Já disponíveis, continuamos a caminhar o cruzamento de Venda Seca tinha sido alcançado as hortas de Agualva estavam prestes a sê-lo, o jardim da Anta também serviu de passagem dos Moukistas, próximo da retunda da BP as escadas (são bués) de acesso ao Bairro de Colaride fizeram de tapete rolantes, mas em modo parado, o arfanço fazia-se sentir, as reclamações existiam, mas foram poucas e meramente em tom de desabafo. Se houvesse medalha para o melhor trepador de escadas, seria entregue à D. Natália que carregou a filhota às costas por toda a escadaria, grande atleta de trail! Depois de alcançarmos o topo descemos até a estação da CP, pelo meio deste último trajeto fizemos a foto do grupo. Estávamos em Agualva e para alcançarmos a meta, posicionada no LR, faltava pouco, o objetivo que todos nós nos propusemos tinha sido conseguido com sucesso e, a meta fora alcançada. Terminamos a nossa caminhada de 12Km ainda antes das 12:00 com uns quantos alongamentos e alguns sorrisos-à-mistura. A boa-disposição era total e transversal ao grupo, os motivos (dela) justificavam-se pois tudo tinha corrido bem durante toda a caminha e os participativos fizeram com que o evento fosse mais um sucesso do Clube MoucaBTT. Estivemos presentes e fizemos bem por mais caminhos. Saudações a todos os Moukistas.
Ass: ‘O Moukista sentado’

Passeio BTT up and down Sintra

Domingo 08 Novembro 2015
Numa fantástica manhã de Outono só fica em casa quem esta doente ou com falta de coragem… aliás participaram no passeio um coxo e um gripado! que maravilha de tempo para a pratica de BTT. Não valorizamos, mas, o nosso Portugal à beira mar plantado é fabulástico, pena que alguns de Nós não tenham tempo (durante a semana) disponível para a desfrutação demais alguma pratica desportiva.
Pouco passava das 08:00 quando os nove Moukistas saíram do LR em direção a Paiões, em alcatrão/terra-batida fomos passando por Covas, Abrunheira, algures mais ou menos por aqui, dois penetras quiseram juntar-se ao grupo dos Moukistas e fazer todo o passeio connosco, ladeamos Linhó e, rápido estávamos no sopé da serra, Lagoa Azul foi a porta que serviu de entrada à serra de Sintra, avizinhava-se a primeira grande subida, estávamos a 179mt. de altitude, os próximos 2,5Km teríamos que subir aos 412mt. que dureza que esta subida tem… o coxo e o gripado a muito custo lá foram subindo. É nestes espaços de tempo de muito sofrimento e dor, que a nossa mente descuidada e perversa, desafia-nos à desistência do objetivo… nesse momento cerramos os dentes e agarramo-nos, mesmo o nada é qualquer coisa e, a próxima curva é o alento de mais uma sustentação de, vou conseguir! segundos depois a carga é aliviada, o reset é acionado e o nosso estado já deu a volta de 180º.
Descemos e bordeamos o convento dos Capuchos, logo depois iniciamos a descida maravilha de 7km quase no sopé da serra e próximos da quinta do Pisão, avizinhava-se mais uma subida daquelas de cair de costa que nos levou à Pedra Amarela, mas, ainda antes de a alcançarmos fizemos o lanche matinal e tiramos umas fotos. Serra acima, alcançamos o topo que nos dava passagem para mais uma descida fenomenal, muito forte e muito técnica, próxima a roçar o enduro…confesso, e acho que não estou enganado que foi a descida que mais gozo, na serra de Sintra, me deu…e que nos trouxe à quinta do Pisão, que atravessamos, bordeamos Atrozela e desembocamos bem próximos do autódromo do Estoril em Ribeira de Penha Longa, entramos em alcatrão onde pedalamos uns quantos Km. fomos passando por Manique, Albarraque, Rio de Mouro, Bairro Alegre e Agualva. Concluímos o passeio às 12:30 com 50Km e um acumulado positivo de 1100mt. Foi um passeio recheado de dureza, para quem esteve parado algumas semanas foi mesmo muito duro, o empeno asiste-me, e a marrada que dei no sobreiro ajudou e de que maneira à festa. Pois é amigos Moukistas! Passear na serra de Sintra, mesmo sem ir aos treinos, é qualquer coisa que nos supera e que nos dá ânimo para mais uma semana de trabalho. Uma boa semana e um abraço do Moukista (cansado).
Ass: “O Moukista sentado”

WinterSintra

01 de novembro de 2015
Mais uma manhã de pedalação e mais uma valente molha.
Hoje a volta seria pela Serra de Sintra, com uns quantos singles para curtir.
Saída às 08H00 do Largo da República, com uma chuva suave que até nem incomodava, mas rapidamente começou a marcar presença mais forte  e quando passávamos por Covas já não havia ponta seca.
Mas, lá continuamos em direção à serra, com passagem pelo Linhó e subida por terra, até à Sta Eufémia.
A chuva nesta altura era fria, mas o pior estava para chegar, o caminho que passa por baixo da Cruz Alta, estava obstruído por inúmeras arvores, ainda avançamos um pouco, mas nada havia a fazer, era impossível passar. Com muros dos dois lados não recuamos, fizemos meia volta e avançamos.
Estava na hora de fazer o ponto da situação e assim, decidiu-se regressar a casa.
A subida que nos levou para cima trouxe-nos para baixo, muito bom!
Foi pedalar a bom ritmo e às 10H30 estávamos de regresso com 30 kms.
Até para a semana.

Trilhos da Arrábida

25 de outubro de 2015
Trilhos da Arrábida, mais um passeio com a marca MoucaBTT, desta vez fomos até Palmela.
O percurso era sinuoso com passagens mais complicadas e algumas "paredes" difíceis de subir montado na bike. O tempo chuvoso que se fez sentir nos últimos dias, fazia prever dificuldades acrescidas. Mas, se fosse fácil não era para o MoucaBTT, qualquer o faria!
Às 08H00 iniciou-se o evento, com algum nevoeiro e ameaça de chuva. Dos Bombeiros de Palmela descemos até à Baixa de Palmela pela antiga Calçada Romana. Curta passagem pela Estrada da Cobra virando à esquerda para o "Trilho da Lagartixa", um pouco mais de subida e à esquerda entramos no "Trilho Toca da Lagartixa", as primeiras escorregadelas começaram a surgir, estávamos a rolar ao lado da Ribeira de Corva.
Atingiu-se a Estrada de Vale de Barris e entramos em seguida no "Trilho dos Sobreiros". Percorreu-se o estradão até entrar no "Trilho das Pirâmides", muito técnico e escorregadio, mas espetacular. Estávamos nesta altura a meia encosta e a oeste da Serra de S. Luís, depois foi descer a bom ritmo até à Praia da Comenda, aqui fizemos a primeira paragem.
 Novamente em marcha subimos o "Trilho da Comenda", ao lado da ribeira em direção ao Vale do Rasca, a lama começou a fazer das suas e teve de se parar várias vezes para remediar uma avaria na transmissão de uma bike. A chuva nesta altura era nossa companheira e não dava tréguas. Apesar do mau tempo e das paragens forçadas a malta não perdeu a boa disposição, com muitas larachas à mistura, a moral estava em alta.
A parte mais complicada estava a chegar, subir o "Trilho Vale do Rasca", a inclinação era forte, mas o problema maior foi a lama, de tal forma que as rodas das bikes deixaram de rolar, tal era o acumulado de barro. No cimo os "desabafos" dos Moukistas eram muitos e variados, mas a recompensa estava pronta para ser saboreada, descer o "Trilho Maravilha", com mais ou menos escorregadela os 11 Moukistas rapidamente devoraram o trilho. Agora havia que atingir o Parque de Campismo de Picheleiros, ficando anulado o "Trilho do Chico das Saias", pouparam-se 3,5 kms de distância e 150 mts de acumulado de subida.
No campismo retemperaram-se forças, mas a roupa molhada não permitia grandes paragens e seguiu-se para o Moinho do Cuco. A subida e o terreno difícil deixou marcas em alguns. Palmela ainda estava longe, não era hora para desanimo, a chuva tinha parado e num ápice chegou-se ao Alto das Necessidades, rolou-se pelo "Trilho do Coelho", na Serra de S. Francisco e desceu-se o "Cai de Costas", ficou anulado o "Trilho do Fio Dental" poupando-se 2,5 kms de distância e 80 mts de acumulado de subida.
Estávamos na reta final, atingimos os moinhos da Serra do Louro e às 13H45 estávamos de regresso aos Bombeiros de Palmela.
Acabou-se o evento com um almoço partilhado com os miminhos que os intervenientes trouxeram, regou-se com umas minis e regressou-se a casa.
A lucidez, a capacidade de sofrimento e o espírito de grupo saíram, sem dúvida, vencedores.
Sempre bem por maus caminhos!
 
                          

Nª Sª da Boa Viagem

18 de outubro de 2015
Depois de um sábado e uma madrugada de domingo com muita chuva e vento, seria expectável a ausência de Moukistas para a passeio domingueiro. Desengane-se quem ficou na cama! Nove Moukistas compareceram no Largo da Republica prontos para enfrentar todas as tempestades e adversidades.
Assim, às 8H00 começou o passeio de BTT, o António tomou a liderança e conduziu o grupo ao Alto de Colaride, Massamá, Queluz, Matinha e Estádio Nacional, até aqui foi sempre a descer, com exceção da subida ao Alto de Colaride.
Entrou-se na mata do estádio e subiu-se à Capela de Nª Sª da Boa Viajem, por trilhos e caminhos simpáticos. Aproveitou-se para fazer o boneco do grupo e lá continuamos viajem, com passagem pelo geodésico e farol da Boa Viajem.
Descemos até à Cruz Quebrada e foi num ápice que alcançamos Algés, onde começou a subida até aos Montes Claros, entravamos no Parque de Monsanto pelo lado de Caselas e Restelo.
Trilhos traiçoeiros... a lama não dava tréguas à limpeza dos pneus.
Nos Montes Claros atacamos o lanche matinal e a boa disposição reinava, todos tinham uma laracha para atirar, era tempo de convívio e diversão.
Havia que continuar e lá fomos por trilhos estreitos até ao Moinho do Alferes e Cruz das Oliveiras, com a finalidade de atingirmos os Moinhos do Mocho. Se os single-tracks até aqui tinham feito as delícias de alguns, a partir deste ponto a adrenalina subiu ao máximo, as bikes é que escolhiam a melhor trajetória pois o controlo sobre elas era reduzido. Espetáculo! A cor das bikes entretanto desapareceu, o tom da lama cobria máquinas e Moukistas. Foi descer e curtir até à entrada da Mata de São Domingos.
Estava na hora do regresso! Rolou-se até Monte Abraão com subida ao alto de Massamá, passagem pelo moinho de Colaride e por fim chegámos à merecida mini.
Percorreram-se 46 kms, com 700 mts de acumulado de subida e terminou-se o passeio pelas 12H05.
Para a semana, se o tempo ajudar iremos até à Serra da Arrábida.

Sintra... Phoenix...!

11 de outubro de 2015
Quando chega o final da tarde de sábado, começa a ansiedade e a incerteza a tomar conta do Moukista!
Será que vou pedalar amanhã? Claro que sim!
Mas... bom... está de chuva, mas vai melhorar! Claro que vou.
A chuva durante a noite não dá tréguas, o Moukista acorda durante a noite, o sono foge, a chuva não pára! E agora? Que fazer? Vou tentar dormir mais um pouco, de manhã logo se vê.
Acorda estremunhado, olha para o relógio e... bolas ainda é tão cedo, o melhor é dormir. Está decidido! Não vou andar de bike.
Perto da hora que se iria levantar para ir pedalar, e sem saber porquê, volta a acordar e de uma forma enérgica e decidida diz para ele próprio: hoje não vou!
Chegam as 08H00, volta e mais volta na cama... não dá, tenho de me levantar.
Levanta-se, e pouco tempo depois pensa: até que podia ter ido andar de bike, mas pronto fica para a semana.
Era fácil se a coisa ficasse por aqui.
Até ao meio dia e durante toda a manhã as horas não passam, nada serve de distração, o humor está de rastos, a tolerância é zero, a irritabilidade está acima do desejável! Mas porquê?
Quando batem as 12H00 tudo começa a ficar normal. O passeio de BTT deve estar a terminar.
Então neste momento o Moukista desabafa para ele próprio: para a semana não falto.
Neste domingo, tivemos mais uma manhã de pura diversão em boa companhia.
Nem a chuva abalou a determinação de 6 Moukistas que aceitaram o desafio de trilhar os estradões e single-tracks da serra de Sintra.
Saída de S. Pedro de Sintra em direção ao largo da feira, com subida até ao Palácio da Pena, depois foi descer até Seteais. Em Seteais rumou-se para Monserrate entrando novamente em terra junto à quinta pedagógica, daqui subimos até perto dos Capuchos, virámos em direção ao Penedo. A meio da descida da Boca da Mata, contornou-se a vedação dos Capuchos e no estacionamento deste convento fizemos o lanche matinal.
A chuva tinha parado, mas o nevoeiro ere denso e baixo.
De novo em andamento, subimos ao Monge para curtir alguns trilhos bastante escorregadios (por segurança a descida do 2º segmento do trilhos das pontes foi cancelado).
Depois foi o sobe e desce por singles-tracks sempre espetaculares até atingirmos a estrada da Malveira.
Passagem pela Lagoa Azul e subida até à estrada da Sta Eufémia, regresso pela calçada até São Pedro de Sintra. Às 11H50 estávamos de regresso aos carros. Ainda houve tempo para uma mini fresquinha.
Até para a semana.

Passeio BTT 04Out2015

Domingo, 04 Outubro 2015

Há muito que não apreciava uma manhã de Domingo tão farrusca… foi difícil tomar a decisão de sair de casa com esta manhã de muito nevoeiro, chuva e vento, fatores suficientes ao transtorno psicológico que, a muito custo conseguira dar-lhe a volta! Mas consegui…ser Moukista é, também, isto; vontade e determinação fazem parte desta classe humano-animalesca que sai do seio familiar para sentir na pele todo o tipo de adversidades com muita chafurdice à mistura. O perímetro do circuito foi traçado de forma a não nos afastarmos muito do nosso pouso, o nevoeiro era cerrado e o receio em perdermos algum dos nove Moukistas era tido em conta. Passavam alguns minutos das 08:00 quando partimos do LR, nos primeiros metros a conversa fluía mais do que a pedalação, tenho que reconhecer que o grupo sem o Toninho não passa de mediano! Saímos em direção ao parque da Anta, no nó de Agualva/V.Seca encaminhamo-nos para o sopé da serra da Carregueira, após termos feito uns quantos single-tracks e reparado um furo continuamos no constante sobe e desce, depois de ladearmos a quinta do Bonjardim fizemos o link da transposição junto do cemitério da quinta da
Fonteireira para a serra de Belas, por aqui o nevoeiro era ainda mais denso não se via um palmo à frente do nariz, a boa disposição do grupo era mantida e, fluidamente as graçolas saiam da boca dos mais atrevidos, o arfanço era agora uma constante que só foi dissipado quando atingimos o topo da serra, o desconforto fazia-se sentir nesta paragem de lanche-matinal, o vento soprava forte e fazia com que o grupo rapidamente se pose-se em movimento, depois das fotos da praxe já pedalávamos em direção ao Belas Clube, depressa alcançamos o trilho que nos trouxe até à entrada do túnel, foi sempre na bolina! Estávamos juntos à prisão da Carregueira a descida que se seguia e, que eu conheço há muitos anos, está agora altamente adrenalitica…que maravilha, trilhávamos junto a Casal da Mata e movimentávamo-nos para Tala, este trilho quando chove é bem complicado! é não é JPaulo? Três dígitos em queda livre encima de calhaus não há joelho que resista, as melhoras amigo! Muito gelo nisso. Depois de uns minutos de paragem em estabilização ao homem de peso do pelotão Moukista, avançamos para a mata de Fitares, rampeámo-la e descemo-la, atravessamos a ponte dos comboios, as hortas do Cacém eram alcançadas e, o término do passeio domingueiro estava prestes a acontecer. Não foi um passeio extenso, apenas 35Km e aproximadamente 900mt de altimetria ascendente, não foi extenso mas foi o que fizemos e fizemo-lo bem! Pois, manhãs destas são sempre complicadas pelas variadas adversidades de clima e terreno. Já em Agualva, ainda tivemos tempo de por a conversa em dia e fazer a degustação do sumo de cevada. Até prá-semana, abraço.
“O Moukista sentado”