Rota dos Marmelinhos

domingo, 17 de abril de 2016
Passavam cinco minutos das 08:00 quando os doze Moukistas deram início à pedalação. Depois de uma semana de muita chuva nem todos os trilhos eram cicláveis, mas hoje, esteve uma manhã de razoabilidade para a prática do nosso desporto.
O presidente achou, e bem, e optou que o destino fosse Penhas da Marmeleira, daí o nome rota dos marmelinhos, para chegarmos a esta varanda de soberba paisagem tivemos que dar bem ao pedal e fazermos algumas subidas e descidas ao jeito do frenético pelotão, o ritmo da pedalada esta num patamar medio/alto e o moral de cada um é elevado, existe muita vontade de manter a boa-forma, também existe um porque com algum peso! Está para breve a nossa peregrinação a Santiago de Compostela. Para chegarmos ao destino proposto havia que trilhar muito alcatrão mas também bastante terra batida. O traçado contemplou a passagem por muitos sítios e espaços admiráveis que só mesmo quem anda de BTT consegue privilegiar estas micro-maravilhas…Na hora de saída, o azimute apontou para Paiões, Covas, Serradas, Alcoitão, Cabreiro/Pisão por aqui os trilhos são rápidos e espetaculares, bem ao jeito da máquina nova do Ruben (Cannondale Scalpel 29 Carbon) este avião merecia alguém que tivesse pernas e mãos para ela! Estávamos posicionados junto a uma ribeira, no vale entre Cabreiro e Murches, o objetivo era alcançarmos o Parque de Penhas da Marmeleira, o proposto foi alcançado e, o miradouro do passadiço serviu de mesa de repasto do lanche matinal e de algum descanso dos Moukistas. Aproveitamos a varanda para tirar umas fotos do grupo que se ia divertindo com alguns poetas (cromos) que estão sempre com o discurso na ponta da língua, a boa disposição do grupo, também é uma mais-valia para cada um querer voltar para o próximo fim de semana.
Depois do merecido descanso continuamos a pedalar ate alcançarmos Zambojeiro, Alcorvim de Baixo, daqui até à praia do Guincho foi um tiro! Mais de metade do passeio estava feito, passamos por Birre também pelo Parque urbano da Ribeira dos Mochos, Cascais, Estoril, Alapraia, Caparide, Tires, Trajouce, A dos Francos e Agualva. Eram 12:30 quando demos entrada, via avenida dos bons amigos, em Agualva. Foi mais um passeio de 60Km 900mt de acumulado ascendente e diversão do grupo Moukista. Ainda houve tempo e disponibilidade para um bride ao HRamos que tinha feito anos a semana passada, muitos parabéns. Se Santiago me der força e saúde a próxima crónica, parte dela, será feita mentalmente nos trilho (caminho de Santiago de Compostela).
Abraço do “O Moukista sentado” 

Rogel

Domingo, 10Abril2016
Pouca passava das 08:00 quando os nove Moukistas fizeram a saída do Largo da Republica para um track que prometia ser um grande passeio! A previsão de chuva talvez tenha afastado alguns assíduos, de lugar cativo, elementos que por hábito marcam sempre presença…Espontaneamente ou talvez não o
destino era Rogel. Azimute apontado para Idanha/Belas, entramos na mata de Belas, ladeamos Belas Club, tapada de Vale de Lobos. A maratona corria de feição, o pessoal mantinha a boa disposição mas por pouco tempo, o tempo/clima começava a dar sinal de instabilidade, atravessamos Almornos, bordeamos as eólicas do Bispo para de seguida entrarmos no trilho do Rebolo, foi por aqui que fomos surpreendidos por queda de granizo, chuva, vento e frio de tal forma violenta que ficamos desconfortáveis, mas, lá continuamos mesmo que nos custa-se tinha que ser… as alternativas de podermos fazer qualquer coisa que melhorasse a nossa condição eram inexistentes e tínhamos de continuar. Alcançamos Santa Eulália, atravessamos o rio Mau e iniciamos a subida que nos levou a Santo Estêvão das Galés por aqui a chuva caía com grande intensidade, alguém propôs fazermos o lanche matinal nos lavadouros, obvio que a ideia foi muito bem aceite, com o temporal que se fazia sentir era um ótimo espaço para algum descanso/reconforto de uns minutos. Os minutos de abrigo não foram suficientes para nos arribar o ego, esta paragem também serviu para alguns ficarem gelados ao ponto de começarem a ficar com algum pânico de como iriam chegar a Agualva sem sentirem as extremidades dos membros, a situação estava de veras complicada, cada um que passa por uma experiencia destas sente e sofre os traumas do desconforto de um muito mau dia… Tomamos a decisão de não continuarmos o track proposto, embora Rogel estive-se bem perto, mas para minimizar os estragos e não agravarmos o estado da má situação, iniciamos o regresso por alcatrão, foi aqui que abortamos o traçado da maratona! Voltamos a Santa Eulália, passamos por Negrais, Alfouvar, Almargem do Bispo, Sabugo, Telhal, Meleças, mata de Fitares, hortas do Cacem e terminamos em Agualva. Se em determinada altura do passeio a nossa condição era péssima, este estado foi melhorando, quando alcançamos Sabugo o tempo melhorou consideravelmente e a nossa condição também ao ponto de nos apetecer parar no parque (dos novos aparelhos de manutenção) da ribeira das Jardas e, testarmos alguns deles até esboçamos algumas graçolas sobre o aparelho mais adequado a cada um dos Moukistas presentes…maluquices! Destes desvairados que acham que sabem gozar a vida, como alguém dizia; porra…porque não fiquei na cama! Garantidamente, foi uma má experiência que não espero repetir, serviu, e serve-nos de observatório de conclusão de como as coisas boas da vida, rapidamente criam uma linha que a poderia chamar “o outro lado do meu desporto”. Sem qualquer trauma, ultrapassei relativamente bem este pequeno episódio de vida, e se aquilo que os sábios dizem corresponde à verdade “ o que não nos mata fortalece-nos” então vou ter mais dez anos de vida. Terminamos o passeio às 12:00 com 50Km e algumas mazelas, ainda tivemos tempo de fazer um brinde com o João Paulo. Nota-testemunhei meninos a meter mudanças com o punho, os dedos estavam petrificados… Até pra semana, abraço do “Moukista sentado”.



Luz-ko-fusco

08 de abril de 2016
Passeio noturno realizado pelo Clube MoucaBTT.

Na rota da coelha

25 de março de 2016
Mais uma manhã de BTT, nesta sexta feira Santa, saímos do Largo da República pelas 08H00, como habitualmente. Foram quatro os Moukistas que compareceram à chamada.
Não havia uma trajeto previamente definido. Assim, à medida que íamos avançando o percurso era alinhado. O encadeamento surgiu de uma forma natural.
Rolou-se até ao autódromo e logo após os "agriões" surge um furo na bike do Zé Gonçalves.
Resolvido o problema seguimos até à Quinta do Pisão. Aqui fizemos alguns dos estradões e singles.
O objetivo seguinte era alcançar a costa e fomos até Cascais. Percorremos a marginal até Oeiras. Nova paragem, com outro furo, desta vez na roda da frente, resolvemos mais este incidente e cerca das 12H20 estávamos o degustar uma mini com 60 kms e um acumulado de 900 mts ascendente.
Até a uma próxima e boas Páscoa.


Na Rota do Leitão

Domingo 20março2016
Pouco passava das 08:00 quando demos início ao passeio, Pedreiras foi o desafio lançado ao grupo dos seis magníficos que compareceram no LR e quiseram fazer mais um passeio nesta manhã que prometia alguns aguaceiros, mas felizmente não se vieram a confirmar, a abundancia de muita lama e muita água fizeram parte de todo o percurso … Saímos em direção à ribeira das jardas, passamos por Rio de Mouro, Meleças, Raposeiras, Casal dos Gosmos, Casal do Urmal. Anços também fez parte do percurso trilhado, a cascata d’água foi o local escolhido para o lanche matinal do grupo. Este bucólico espaço está lindíssimo, o caminho foi arranjado e o acesso faz-se ainda melhor do que se fazia. Se poderem visitem este recanto!


Nesta época do ano está divinal… depois de muitas fotos e alguma hidratação lá resolvemos continuar a pedalação. Alguém perguntou à joia-da-coroa e agora vamos para onde?  Há e tal…e se fosse-mos a Negrais. uma sandes de leitão a meio da manhã era capaz de ser boa ideia! Boas ideias são sempre bem-vindas para os Moukistas! Bem-dito, bem-feito, depois de passarmos pela Pedra Furada, convergimos o azimute para a capital do leitão, (Negrais) foram 15’ de bem-estar de-gustativo e conversa de cultivação-geral e fortalecimento dos laços de grupo.
A boa-disposição dos Moukistas ia sendo mantida, antes de alcançarmos Casal da Quintela, a lama era muita e, acumulava-se nas rodas das bicicletas criando em nós algum desespero e desconforto, havia que limpar alguma dela e pedalar até alcançarmos Mira-Sintra e fazermos a entrada em Agualva pelo lado das hortas da Abelheira. Foi mais uma meia-maratona com nota física e técnica acima da média, com 48Km de distância e 800mt acumulado positivo. Alguns de Nós, terminamos a volta na companhia de umas minis e muita palheta. Abraço, Boa-Pascoa para toda a família Moukista.

“O Moukista sentado”

Fojo da Adraga

13 de março de 2016
Manhã de domingo a convidar para um grande passeio de bicicleta. Neste domingo a hora de saída foi antecipada 30 minutos, às 07H35 os sete Mouquistas presentes iniciaram a pedalação. Sair mais cedo normalmente implica dificuldade acrescida, não era para menos. O track planeado rondava os 60 kms com um ascendente de 1500 mts.
Depois de rolar a bom ritmo alcançamos rapidamente  Ranholas, com passagem por Paiões, Rio de Mouro Velho e Mem Martins, junto à Dechatlon o Laranjeira ligou, pois não tinha visto no blog que a saída era mais cedo, veio de carro até às bombas da BP, onde se juntou ao grupo.
Havia agora que subir até à Pena pela Calçada da Pena, com passagem por S. Pedro. Agora era tempo de disfrutar e descer até à Regaleira pelo Caminho do Vale dos Anjos.
O próximo destino era o Penedo, lá fomos pela N375 até à Quinta Pedagógica e começou um sobe e desce interessante até Gigueirós e posteriormente Penedo, a partir daqui foi largar travões até a Almoçageme.
A chegada junto ao oceano foi espetacular, se até aqui a paisagem era maravilhosa, o topo foi avistar o Cabo Espichel e a Ursa bem como toda a orla costeira.
Estávamos no Fojo da Adraga! Tempo para conversar, descontrair e abastecer.
Agora "bastava" regressar, mas a coisa não ia ser fácil, a Peninha esperava por nós, estávamos na cota 33 mts e tinha-mos de atingir os 460 mts em 8 kms, ainda teve que se improvisar, pois um dos caminhos estava completamente fechado o que obrigou a um pequeno desvio.
Na Peninha, paragem para reabastecer de água e apreciar a bela paisagem, em seguida lá fomos serra fora.
Uma perda de ar na roda da bike do Presidente, obrigou a várias paragens, felizmente para alguns pois sempre dava para descansar um pouco. O trilho dos Capuchos até à subida do caminho dos Jeep's foi feito a uma velocidade louca, mesmo com um acumulado de kms significativo nas pernas.
O presente final estava a chegar e lá tivemos de fazer o caminho por baixo da Cruz Alta (altitude 482 mts) até à Sta Eufémia.
Como a bike avariada (roda partida) não deixava de perder ar, foi colocada no carro do Laranjeira que tinha ficado nas bombas da BP, o Pires aproveitou a boleia e emprestou "amavelmente" a sua bike ao Presidente, para que este pudesse continuar o passeio e ele começar mais cedo o descanso.
Daqui até casa foi rolar como se foi conseguindo e pouco depois das 12H30 já estávamos a beber umas fresquinhas e a comentar este magnífico e duro passeio.
Para quem não está muito atento, informo que apenas atravessamos a serra de Sintra duas vezes, coisa pouca.
No pain no gain!

LOLAS Maratona BTT

Domingo, 06março2016
LOLAS
São cinco letras juntas sem qualquer significado, mas que, para quem traçou o track teve a certeza que seria o título certo para o passeio realizado este fim-de-semana. O trajeto, de 62KM, foi feito por nove Moukistas e contemplou a travessia de cinco conselhos do distrito de Lisboa (Loures, Odivelas, Lisboa, Amadora e Sintra), para quem tentou e não consegui-o desvendar, fica o enigma despido…
Pouca passava das 08:00 quando o grupo de bem-dispostos Moukistas iniciou a pedalação, o frio e alguns chuviscos quiseram fazer parte desta manhã pouco simpática, mas a vontade e o querer fazem de nós duros e determinados em praticar o nosso desporto de paixão. O Largo da Republica continua a ser o testemunho e a fazer parte de quase todas as saídas domingueiras dos Moukistas que marcam presença. Saímos em direção a Idanha e rapidamente entramos na mata de Belas, cruzamo-la até à figueira, as hostilidades de subida pelos greens do Belas Club figuravam desta primeira dificuldade! Rapidamente foi ultrapassada, o grupo dos nove estava muito forte… e não existia, até aqui, nada que não fosso energicamente ultrapassado. Bordeamos Palames/D.Maria, Bairro das Pedrógãos, começamos a avistar a serra de Montemor, a paisagem por estes lados é espetacular e faz-nos parar por poucos minutos para fazer umas fotos.
Já em Loures fizemos alguma admiração sobre o palácio do Correio-mor que visto bem cá do cimo tem uma vistaça incrível, depois de muita descida alcançávamos Loures (loureshopping) ribeira de Frielas (cabeço da Aguieira) rio Trancão, Sacavém foi aqui que fizemos a paragem para o lanche matinal, a paragem durou pouco tempo o vento e o frio são inimigos de paragens duradouras…havia que continuar e manter a média de velocidade que até aqui estava a ser realizada com nível mais. Moscavide, Olivais sul, foi por aqui que iniciamos o regresso pelas ciclovias de Lisboa, Campo Grande, Benfica, Amadora, Queluz, Massamá e Agualva. Eram 12:10 quando terminamos esta volta de mais de 60Km, com quórum suficiente e de elevado nível desportivo. Até pra-semana, abraço.
“O Moukista sentado”

Passeio BTT a Olelas

28 de fevereiro de 2016
Passeio de BTT simpático para os 11 Moukistas que, apesar da temperatura baixa, compareceram no Largo da República para mais uma manhã de pedalação.
Colocada à consideração do grupo o caminho a seguir, nestas alturas os que questionam e opinam durante o passeio da semana anterior, nem se manifestam, não se veem nem se ouvem... coube ao destemido António Araújo e de forma voluntária liderar o grupo.
Assim, descemos até à Ribeira das Jardas subindo em direção a Rio de Mouro pelas hortas, atravessamos a Mata de Fitares pela parte mais elevada, descendo em seguida até ao Recoveiro.
Depois de atravessar a A16, houve uma descida em direção ao campo de tiro, mas acabou mal e a descida tornou-se em subida, pois o estado do terreno não permitiu a progressão por esta zona. De volta ao topo rolou-se em direção às Raposeira para alcançar a subida da Sra. da Piedade pelo lado da central elétrica.
Descida até atingirmos novamente a estrada para Almargem do Bispo via Olelas.
À entrada de Almargem fizemos a pausa para o reforço alimentar, colocar a conversa em dia e fazer o boneca do grupo.
Novamente a rolar entramos em Priores, passando no sopé do Monte Rebolo pelo lado sul, direção a Albogas.
Em Albogas viramos à direita para passar ao lado das eólicas de Olelas, rumo à Fonteireira (Belas) via parque de Campismo de Almornos e Belas Clube de Campo.
Subida até ao cemitério de Belas e descida para mata da Venda Seca, com travessia a vau da Ribeira de Belas, para alguns!
Estava na hora de regressar, houve ainda tempo para percorrer alguns single-tracks da Venda Seca/Carregueira, com muita água e lama, mas sempre espetaculares. Aqui encontramos o amigo João Felipe que se juntou ao grupo nesta fase final.
Às 12H15 estávamos de regresso com 40 kms feitos, uma altimetria ascendente de 800 mts, máquinas e bttistas muito enlameados, mas a boa disposição a imperar na companhia de uma minis.
Sempre bem por maus caminhos!

Monsanto 21fev2016

21fev2016
Mais um passeio de BTT domingueiro, fomos mais uma vez até ao Monsanto!
O tempo estava excelente para uma boa passeata de bicicleta, e também para que houvesse uma maior afluência de participantes, foram 15 os moukistas que compareceram no Largo da República para percorrerem os 47 kms, com 900 mts de acumulado positivo.
Saída pelas 08H00 em direção a Belas, Pendão, Amadora, Venda Nova, Benfica e finalmente Monsanto, entrando pela passagem superior da Mata de São Domingos de Benfica.
Passado pouco tempo de rolarmos no Parque de Monsanto um primeiro contratempo, o cepo do Pires, melhor o cepo da bicicleta do Pires, avariou! Não havia muito a fazer, rolamos até próximo da radial de Benfica para que sem grande esforço regressa-se a casa. O Pedro prontificou-se para acompanhar o malogrado Pires e assim regressar... mais cedo...!!!
Uma avaria na bike do João Felipe roubou mais algum tempo, desta vez conseguiu-se resolver o problema e a bike ficou em condições de continuar a rolar.
O grupo rolava devagar e com muitas quebras, mas isso não impediu que se fizesse a subida da A5, muito bom! A subida! Pois o tempo de paragem no final foi enorme para reagrupar os ainda 13 "sobreviventes".
Estava na hora da paragem para o lanche matinal, aproveitando para se fazerem algumas considerações e troca de ideias com interesse para o Clube e seus sócios.
Tinha-mos de continuar! Rumou-se até aos Montes Claros e Restelo, para atingirmos em seguida Caselas descendo quase até Algés, voltando a subir e saindo do Monsanto em direção a Miraflores. Acreditem, hoje nem a descer a malta andava, estava muita gente perra! Vá-se lá saber porquê! Hoje até rolámos apenas por trilhos fáceis e sem dificuldade técnica.
O regresso foi doloroso para alguns, pois estando numa cota bastante baixa foi sempre a subir até ao Alto de Colaride.
Pelas 12H20 estávamos a postos para degustar umas belas minis.
Até um dia deste, num trilho algures por aí!




 

Trilho da pedra branca

Domingo 31 janeiro 2016
Trilho da Pedra Branca
O último dia do mês de janeiro amanheceu com uma temperatura quase primaveril, rondou a perfeição para a prática de BTT. As 08:00 compareceram no LR doze Moukistas com vontade de pedalar até á serra de Sintra, o traçado de percurso fora feito há já algum tempo, mas só agora foi oportuno concretiza-lo! O nosso objetivo principal era alcançar e fazer o trilho da pedra branca. Demos início à pedalação, atravessamos o Cacém e Paiões, bordeamos Serradas, Abrunheira e Linhó. Estávamos no sopé da serra de Sintra, próximos de Santa Eufémia mas até lá havia que pedalar neste trilho pedregoso de exigente técnica e força. Ponderadamente dois moukistas preferiram não continuar com o grupo, a partir daqui o mesmo ficou reduzido a dez Moukistas. Ao contrário daquilo que supostamente acontece noutros sítios, aqui nesta serra, a seguir a uma grande subida vem sempre outra subida, é muito forte esta entrada em Sintra por Sta. Eufémia, todos chamaram a avozinha… já tínhamos feito aproximadamente 10km em serra e quase sempre a subir, quando alcançamos o Convento dos Capuchos, habitual é espaço de descanso e hidratação para muitos atletas, aqui fomos surpreendidos com uma mesa bem recheada de coisas boas, uma Sra. betetistas quis desta maneira festejar o seu aniversario, ia convidando todo o pessoal que chegava e parava, o bolo, o chá com mel e a sua simpatia mereceu que lhe cantássemos os parabéns, que conte muitos e com esta bonita postura de vida, festejar com quem queremos e a onde queremos! Foi neste espaço/paraíso que tiramos a foto do grupo bem-disposto, para logo de seguida zarpamos serra abaixo… depois de uns quantos Km de descidas mas também de algumas subidas encontrarmos a placa “trilho da pedra branca ”. Espectativa e algum receio começavam a crescer! Avizinhavam-se as fortes descidas do exigente trilho que requeria bastante agilidade e técnica… o receio de, foi inimigo da adrenalina que não conseguimos ganhar. Serviu de experiencia, mesmo não sendo a nossa praia foi divertido trilharmos esta brutal maravilha da natureza, vale sempre a pena conhecer e registar sítios bucólicos. Depois desta aventura com imprevistos técnicos e uma queda, estávamos com algum atraso ao previsto. Já em estrada, próximos da Lagoa Azul, íamos pedalando ao ritmo que era possível, com o pelotão compacto fomos passando pelo Linhó, Abrunheira Covas e Agualva. Eram 12:30 quando terminamos mais uma aventura de 44Km, 1000mt de altimetria, muita diversão e algum cansaço. João Filipe, raiano da Beira Alta, conseguiste nota positiva e vais ter que continuar com o MoucaBTT! Sempre bem por maus caminhos.
Abraço do “Moukista sentado