APADRINHAMENTO COLECTIVO DE UMA TURMA

Com a ideia do Francisco Gomes, aqui fica uma boa sugestão para estarmos solidários com uma boa causa, passem uma vistas de olhos pelo site da helpo (http://www.helpo.pt/) e se acharem que podemos colaborar em termos de grupo digam.
A MoucaBTT tem a possibilidade de apadrinhar uma destas turmas de crianças carenciadas, dividido por todos nada custa, façam o favor de fazer chegar a vossa intenção de ajuda.

"APADRINHAMENTO COLECTIVO DE UMA TURMA
Em muitas localidades as turmas não possuem o material didáctico mínimo necessário para que os alunos tenham acesso a uma aprendizagem produtiva. Esta modalidade de apadrinhamento permite proceder à aquisição de material escolar para uma turma, de que pode ser exemplo um quadro de ardósia, livros para os professores, ou pequeno material genérico para os alunos (cadernos, canetas, livros, etc.).
Os padrinhos recebem uma ficha de apadrinhamento que contém informação relativa à turma que apoiam, e a sua fotografia. Receberão ainda, duas vezes por ano, uma carta da parte do professor responsável por monitorizar determinada turma, dando conta dos seus progressos. A carta que receberão na altura do Natal, será acompanhada por uma fotografia da turma para que os padrinhos possam acompanhar o crescimento das crianças.
Esta modalidade de apadrinhamento é feita com um conjunto de outros padrinhos, cujo número depende das necessidades e do número de alunos da turma.
O apadrinhamento colectivo de uma turma prevê o pagamento de 26,00€ trimestrais."

PASSEIO EM ALVERCA

Boa tarde malta do pedal!

Antes de tecer algum comentário tenho de enaltecer a forma como os nossos amigos de Alverca (Hugo, Luís e Pedro) prepararam e conceberam o trajecto para este passeio.
Quem anda nestas coisas sabe o quanto é dificil descobrir e planear o melhor trajecto para a rapaziada. Aqui a geografia do terreno não ajuda, mas a verdade é que o objectivo foi plenamente atingido, conhecer outros trilhos e outras regiões, falando o espírito de equipa e de camaradagem mais alto do que qualquer troféu.
Talvez alguns dos 14 participantes deste passeio (durinho pelas muitas descidas), tenham passado a tarde no sofá, mas a verdade é que a coisa correu da melhor.
Tinham sido proposto 28 kms, mas devido a algumas alterações de ultima hora percorreram-se 33 kms.
Às 08h30 tudo estava a posto para iniciar esta pequena maratona. Como já é tradição, as hostilidade foram abertas com o aquecimento, logo de súbito a malta montou as máquinas e toca a rolar. Caminhos rolantes em terra, alguma estrada pelo meio e passados poucos kms estava-se a súbir para um dos vários marcos geodésicos existentes na região. Aqui tem de se fazer um comentário para a excelente prestação do António, que apesar da indisposição que o atormentou durante grande parte do percurso (devido a um desarranjo intestinal!) sempre esteve em alta e nunca mostrou vontade de desistir.
Os kms foram sendo feitos e se calhar ninguém se apercebeu mas foram três marcos geodésicos, trés moínhos e mais uns quantos cabeços que tivemos de descer (depois de uma grande descida vem sempre uma grande subida), coisa para uma dificuldade física elevada.
Não me parece necessário comentar o episódio bizarro com o guarda do tractor pois seria dar importância a mais a uma cena simplesmente inimaginável.
Depois de todas a dificuldades superadas pelas 13h00 a malta estava de volta e a arrumar as bikes para o regresso.
Tem de ser referido que nem todos tiveram a ousadia, capacidade e tenacidade de terminar o trajecto planeado. Se me é permitido deixo aqui um conselho que talvez possa ajudar. Os que mais dificuldades sentem nestas coisas de andar de MTB, treinem! Se pensam que andar uma vez de bike por mês chega, desenganem-se. São precisas várias horas por semana com muita assiduídade e vontade para os resultados aparecerem. Muitas horas de lágrimas nos olhos pelas dores musculares. Esta é a verdade, ter coragem de sacrificar o corpo. Quando à primeira dor ou ao primeiro esforço se desiste, o melhor mesmo é esquecer a bike. Dificilmente atingimos o limite das nossas capacidades físicas, desistimos porque é mais fácil.
Este comentário não se aplica como devem entender apenas ao pessoal que fez o passeio em Alverca, é mais abrangente, engloba todos os que aparecem de vez em quando ou de quando em vez. Sei que pode ser duro ler estas linhas mas é mesmo assim.
No final os alongamentos abichanados (menos abichanados do que as meias do Pires) foram motivo de admiração de todos os que passaram pelo local onde tinhamos os carros.
Fiquem bem e divirtam-se, sejam felizes, mais que não seja a tentar andar de bike.
Um abraço e bem haja a todos os que tornaram possível estas horas magníficas de BTT e sã camaradagem.
Boas pedaladas.

Magusto e Caminhada de São Martinho

MAGUSTO
Realizou-se no dia 13 de Novembro de 2010 o Magusto da MoucaBTT, em primeiro lugar vai um agradecimento para o Sr. Gonçalves que amavelmente nos cedeu a sua casa para fazermos o Magusto, em segundo lugar peço desculpa a todos os que mostraram vontade em participar, mas tiveram de ficar de fora, o espaço estava lotado, 40 pessoas participaram no Magusto.
A malta foi chegando e cerca das 16H30 foi feita uma retrospectiva das actividades desenvolvidas pelo grupo durante o ano de 2010.
O João Pires e o António Araújo são os responsáveis pela organização da Peregrinação a Fátima para 2011.
Foi feita uma abordagem e apresentação do projecto para a criação "oficial" do Clube de Participantes da MoucaBTT. A seu tempo irá ser feita uma convocatório formal para uma primeira Assembleia.
Em seguida vieram as feveras, entremeadas, castanhas, água pé, jeropiga, vinho, cerveja e sumos.
A malta estava animada, começaram as cantorias e a dança.
O caldo verde veio mesmo na hora, seguido das tradicionais e deliciosas sobremesas. Com tudo isto era quase meia noite quando a festa terminou. Até à próxima.


CAMINHADA DE SÃO MARTINHO
Às 08H30 do dia 14 de Novembro estava tudo a postos para a Caminhada de São Martinho. O local para início e fim desta caminhada foi o Jardim de Belas.
Depois de uma breve apresentação, os 27 ilustres participantes meteram pernas à obra e toca a andar, com o objectivo de percorrer os 12 kms do trajecto num tempo estimado de 3 horas.
Subiu-se até ao Túnel de Carenque, onde se encontram as pegadas dos Dinosauros (tapadas e preservadas...), seguiu-se em seguida para a Serra da Silveira, mata de Belas com súbida até ao geodésico, aqui alguns ficaram a descansar enquanto o grosso do pelotão arrepiou caminho pela picada acima até ao dito marco.
Descida para a figueira e descida ao longo da Ribeira de Belas, ainda houve tempo para uma paragem na bica da Fonteireira e alguns "curiosos" foram verificar a existência de um manuscrito no tanque da bica... ih, ih, ih.
Subimos ao cemitério , atravessou-se a Ribeira do Jamor e uma paragem nos Moínhos para a foto de grupo, depois foi descer até ao Jardim, onde tinha tido início a caminhada.
Uma sessão de alongamentos e pronto estava feito. O São Pedro, para além de ter andado de bicicleta também andou a pé, daí que a chuva nem apareceu.
Uma boa semana e até a uma próxima.

Serra de Sintra

07 de Novembro de 2010, depois de algum tempo arredados da bela Serra de Sintra, a MoucaBTT voltou a rolar pelos estradões, caminhos,  single tracks e trilhos de downhill deste Parque Natural verdadeiramente espectacular.
15 participantes compareceram e o aquecimeto começou às 08h30 e a saída para o percurso, escolhido pelo Laranjeira e João Filipe, foi à hora marcada.
Para abrir o apetite lá fomos até aos Capuchos, sempre a súbir. A coisa ficou mais fácil e animada com o início do trilho maravilha, um single track rápido e bastante interessante. Voltou-se aos Capuchos, deste vez para uma paragem na fonte e tinhamos 11 kms feitos.
Voltou-se a pedalar em direcção ao trilho kamikaze, antes ainda houve tempo para uma adaptação às dificuldades técnicas deste trilho fazendo um muito identico com um grau de dificuldade um pouco mais baixo.
O inevitável tinha de acontecer, tinhamos de súbir ao Monge, súbida longa e acentuada, mas lá se foi indo e quando emos conta todos estavam a posto para descer o kamicaze.
Mais queda menos queda, mais pé menos pé, mais aranhão menos aranhão todos desceram e no fim todos tinhas uma peripécia para comentar.
O tempo corria e estava na hora do regresso, fomos direito à Pedra Amarela e daí até à Barragem do Rio Mula onde teve início este passeio.
O S. Pedro, como bom betetista que foi, apenas apareceu com a chuva quando estavamos a terminar.
Um bem haja ao João e ao Laranjeira pela disponibilidade que tiveram para proporcionar este magnífico passeio.
Boas pedaladas.

Nocturno MoucaBTT

Bom dia!

A novidade e o desconhecido tem destas coisas, o nervoso miudinho e a ansiedade apoderam-se de nós sem que o consigamos evitar. Penso que foi isto que cada um dos treze betetistas sentiu antes de iniciar o 1º Passeio Nocturno da MoucaBTT.

Estava previsto um percurso de 20 kms, mas depois do último reconhecimento optou-se por retirar cerca de 2 kms, numa zona estreita e mais técnica, assim foram percorridos 18 kms.
A saída estava prevista para as 19H30, mas acabou por se verificar às 19H45, pois os nossos amigos de Alverca ficaram retidos no transito, nada de grave.
Vamos aos factos, briefing às 19h10 seguido do já habitual aquecimento, se já nos achavam loucos, depois da demonstração do aquecimento vão pedir o nosso enternamento, tivemos direito a assistência e tudo.
Chegou a hora da ansiedade desaparecer e as pernas começaram a dar as primeiras pedaladas em direcção à Ribeira das Jardas, subiu-se em seguida até ao Cacém de Cima e entrámos em terra. Como tinha sido dito, depois de alguns metros parou-se para ajustar as lanternas (como no blog apenas se fazia referência à obrigatoriedade de utilizar luz traseira o Tiago, só podia ser o Tiago, ainde teve de ir a casa buscar a lanterna. Com as pilhas testadas durante duas horas no dia anterior, minutos depois já não tinha iluminação). Atravessou-se o caminho das hortas e fomos até à mata de Fitares, logo depois da ponte do comboio uma roda furada. Resolveu o problema no momento mas um pouco mais à frente teve de se substituir a camara de ar.
Como tinhamos parado já algum tempo não se parou na Tala e em bom ritmo atingiu-se a Carregueira.
A súbida até ao moínho do Telhal é longa e dura pois a pedra solta não facilita o andamento e um milagre aconteceu, o António conseguiu finalmente furar, como é possivel. Escolheu um bom sítio, terreno alto, descampado e uma brisa fria gelava o corpo. A camara de ar foi trocada e voltou-se a pedalar. Passagem pelo moínho do Telhal com uma vista espectacular para Sintra.
A Prisão chegou rápidamente e com a ajuda das torres de iluminação parecia que era dia. Chegava a súbida para os porcos e no cimo reagrupou-se para passarmos juntos no local dos cães. Descida muito rápida (em momentos até rápida demais, quase que havia uma saída direita aos pinheiros) até à estrada do Quartel. Um pouco de alcatrão até Mira Sintra e depois mais terra, sempre a descer até à zona da Fidalga, subida pelo jardim, ninguém reparou na súbida pois o pessoal estava já com o cheiro das bifanas no nariz e um pouco antes das 22H00 estávamos no Antóni'us Café com o passeio terminado.
Vieram as bifinas mais umas quantas imperiais e assim se concluiu este Passeio Nocturno.
Um abraço muitas e boas pedaladas.

III Passeio BTT Clube de Lourel

Boa tarde,
No passado domingo participámos no Passeio oranizado pelos nossos amigos de Lourel.
Percurso interessante e algo durinho, as chuvas provocaram muita lama o que tornou as coisas mais complicadas. As pernas já devem ter recuperado.
A MoucaBTT participou com um grupo de 13 elementos e no final a malta estava cansada mas satisfeita por mais um passeio realizado.
Já foi feito um comentário aos rapazes do BTT Clube de Lourel, relativo às opiniões comentadas por nós após o terminus do passeio.
Bom, para a semana vamos passear no Parque Florestal de Monsanto.
Boas pedaladas.

II Peregrinação em BTT Mouca-Fátima 1ª e 2ª etapa

1ª Etapa  
Bom dia!
Ontem, 12 de Setembro de 2010, realizou-se a 1ª etapa da II Peregrinação em BTT Mouca-Fátima.
Bem vindos os novatos nesta aventura. Para os repetentes que tenham aproveitado para relembrar o passeio do ano anterior e obrigado por terem participado. Uma palavra de agradecimento para os que tornam possível um evento desta natureza. Bem haja ao pessoal do apoio, a todos os que colocam as suas viaturas à nossa disposição para a logística e transporte e ainda para aqueles que de uma forma directa ou indirecta colaboram nesta maratona. Bom! Vamos então aos factos, partida a tempo e horas e às 06H10 lá fomos de comboio até ao Oriente. Foto da praxe na Torre Vasco da Gama e toca a andar direitos ao Trancão. Pouco tinhamos andado e o Laranjeira, conseguiu acertar no único prego existente na passadeira de madeira, e claro furo certo. A assistência em viagem funcionou, e como não foi o Pina que furou, o nosso amigo João Pires deu uma mãozinha. O João Paulo pegou no pelotão de 15 betetista e toca a andar, grande pedalada, mas a etapa era longa (100 kms) e havia que diminuir o ritmo.
Em Alverca o pequeno almoço esperava pela malta. Paragem de 20 minutos e volta a pedalar. O caminho era plano e pedalava-se a bom ritmo, Vila Franca chegou num ápice. Na Castanheira a malta apertou o andamento e antes de Vila Nova da Rainha estavamos com 25 minutos de avanço relativamente ao previsto. Havia que refrear o andamento, eramos 15 e tinhamos de chegar 15 e foi isso que aconteceu.
Após o reabastecimento de Vila Nova da Rainha a pelotão seguiu mais compacto, mas com andamento vivo, o que fez com que chegássemos a Valada com 50 minutos de avanço relativo à hora prevista. Os avisos tinham sido feitos, "atenção que depois de Santarém a coisa vai complicar-se". Com tempo de sobra ficaram 30 minutos para a malta ir ao banho e às 12H15 começava o almoço. A ementa estava um espectáculo. Parabéns à Dona Emília, a massada de gambas estava muito boa, que o diga o Tiago que limpou 4 discos de massa e um de salada de atum para provar! Também um muito obrigado para a Eduarda, Alberto e Carlos Teixeira, pois tudo fizeram para sermos tratados como verdadeiros reis. Depois de terminar a refeição um cafézinho veio mesmo a jeito, e pelas 13H30 voltámos a montar as bikes. Saimos 30 minutos antes do previsto. Ao entrar no estradão e depois de Porto de Muge o Sr. Lino furou e rápidamento o problema foi resolvido. Santarém aparecia no horizonte.
Nesta altura o António passou para a frente e conduziu o pessoal para a famosa súbida de Santarém. Sempre em contacto via rádio (aquisição muito válida) a gestão da distância do grupo foi uma constante. Paragem muito rápida nas fontes a seguir a Ómnias e reagrupamento no Quinzena. Estava feito!
Havia agora que atravessar Santarém e ir até Azoia de Baixo, aqui uma mini veio mesmo na hora certa, o calor era muito. Reabastecidos de água voltou-se a pedalar para aos poucos o terreno começar a ficar diferente, estavámos a chegar à ao início das serras.
Uma corrente partida acabou por obrigar o grupo a parar para que fosse resolvido o problema, Carlos Teixeira veio em nosso auxilio e aproveitámos para lubrificar as correntes das máquinas. Entretanto, e como o caminho era difícil e a súbir, o António (para não passar pela
vergonha do ano passado) pegou em alguns dos atletas e foi andando para ganharmos tempo. Resolvida a questão lá fomos novamente para a parte final do trajecto. Em Advagar a malta refrescou-se no poço e rápidamente voltámos a pedalar, Santos era já ali. Faltavam 3 kms. À entrada de Santos estávamos todos juntos e foi assim que alcançámos o Parque Infantil de Santos onde terminou a 1ª etapa desta aventura.
Ao chegar a "casa" tinhamos à nossa espera um bolo para cantar os parabéns à Eduarda que neste dia completou mais um aniversário.
Até para a semana.


2ª Etapa
Bom dia!
Espero que estejam todos em forma e com os musculos pouco doridos
Ontem, 19 de Setembro de 2010, realizou-se a 2ª etapa da II Peregrinação em BTT Mouca-Fátima.
Tudo indicava que iria correr tudo bem. Mas a Senhora de Fátima tinha de saber que queriamos mesmo chegar ao Santuário, e o primeiro problema aconteceu logo pela manhã em plena 2ª circular. Uma das carrinhas mostrou vontade em não colaborar. Por via das dúvidas optou-se por efectuar a troca desta viatura. O tempo não pára e ficou-se com 60 minutos de atraso relativo ao previsto. A malta não desanimou! Comeu-se qualquer coisa rápida em Santos e pelas 09 horas estava tudo a pedalar.
Pouco tempo depois tinhamos uma corrente partida, o Rodrigo estava forte e a corrente não aguentou, o problema foi resolvido rápidamente e toca a pedalar. O terreno mostrava-se mais complicado do que o da 1ª etapa, caminhos com pedras e regueiras fundas obrigavam a muita atenção e muitas pernas.
O pequeno almoço foi nos Olhos de Água, e volta a pedalar, a serra eperava por nós e o calor fazia-se sentir. Sempre com andamento cauteloso, pois apesar da etapa ter cerca de 50 kms, havia que acautelar e poupar energias para as súbidas. Ao chegar ao atalho que dá acesso ao alto da serra, tinha que se optar, pelo atalho ou por estrada, a opção este ano foi por estrada, súbida longa mas aos poucos foi vencida por todos.
Descanso no cimo da serra com tempo para admirar a paisagem, e vamos descer até Minde. O atalho da pedra foi feito por alguns os outros foram por estrada, o grupo voltou a reunir na entrada de Minde. Metade estava feito, agora os kms contavam-se ao contrário, fazia-se referência a quantos faltavam.
Nas passagens pelos carros de apoio só paravam que precisava de água, Fátima começava a fazer sentir-se, a ansiedade estava a apoderar-se de todos e a vontade de chegar era imensa. Teve de ser por alguma ordem na casa, pois havia pessoal mais atrasado. A faltarem poucos kms, a malta passou a andar toda junta.
Tinhamos no Parque 11 um grupo de familiares e amigos à nossa espera.
Podem querer, tal como no ano passado, é uma sensação única a chegada ao Santuário, o superar todas a dificuldades e chegar onde nos tinhamos proposto. Parabéns.
Fizemos os bonecos da praxe e vai um duche de água quente, desta vez fizeram a vontade ao Abel.
De regresso ao "acampamento" o Laranjeira ofereceu a todos os participantes uma lembrança relativa ao evento. Agora era preciso abrir as hostilidade, atacar a mesa e comer toda aquela comida deliciosa.
Seguiu-se uma hora de tempo livre e o reagrupamento ficou marcado para as 17 horas, estava na hora de regressar.
Bem haja a todos os que participaram nesta Peregrinação e aos que se juntaram a todos os que pedalaram 150 kms, o convívio em Fátima fala por este grupo maravilhoso.

Para o ano lá estaremos novamente.

ROTA DO DESCONHECIDO

Boa tarde a todos!

Ontem voltámos aos passeios de domingo, depois de uns dias de férias.
Mais caras novas se juntaram à MoucaBTT, sejam muito bem vindos e voltem sempre que assim o entenderem, já escrivi isto, afinal a MoucaBTT somos todos nós.
A coisa prometia, o trajecto não tinha sido reconhecido, mas pelas cartas topográficas e fotografias de satélite os 35 k'ms iam ser durinhos, como previsto na mensagem que publicitava o evento.
Posso afirmar que apesar de conhecer um pouco de alguns trilhos, fiquei surpreendido com algumas passagens de rara beleza.
O caminho e a paisagem por cima das escarpas da Samarra, S. Julião e Lizandro foram espectaculares, aquela descida em single-track pelo Rio Lizandro também encheu a vista e deu para rolar em bom ritmo. Como se não basta-se de dificuldades ainda apareceu o caminho pelos terrenos de cultivo, Amazónia autentica, deu cabo dos cromados a alguns, mas a coisa lá foi indo.
O pior estava para chegar e a súbida para os moínhos foi de arrasar. A inclinação muita, pedras muitas e as forças já rareavam. Mas com calma todos chegaram ao cimo e aqui os espírito de grupo falou mais alto, os 15 elementos estavam em sintonia e a máxima "vamos todos chegamos todos" fez-se ouvir.
O companheirismo e camaradagem tem de falar sempre mais alto que tudo e todos, e ontem fiquei muito contente pelo espírito de entre ajuda demonstrado por todos, aliás não seria de esperar outra coisa desta gente maravilhosa.
Bem haja por terem vindo.
Para alguns será até daqui a três semanas para os que vão a Fátima até para a semana.
Uma palavra para o Alberto pelo esforço e pela vontade de não querer atrapalhar o grupo, mas estávamos todos do mesmo lado. Sei que a coisa está melhor, mas esperamos uma recuperação em pleno.
Alguns pontos por onde passámos.
Um abraço.


VOLTA AO QUINTAL

Boa tarde pessoal do pedal!
Ontem 25 de Julho lá se fez mais um passeio de bike. A coisa prometia, "exclusivo para que tem fibra", "e tu tens?", e assim foi.
Apesar da promessa de um dia de muito calor e um trajecto com elevada dificuldade, 13 corajosos deram a cara, montaram as bikes e lá foram mostrar toda a "fibra".
O trajecto escolhido, a dedo, veio comprovar que dentro de um espaço urbano ainda se podem disfrutar trilhos espectaculares para a prática do btt, 35 kms era a meta a atingir e chegar antes das 12 horas, pois o Pires tinha de ir sair, hoje não havia malha no sofá.
As súbidas foram mais do que muitas, de tal forma que a diferença do numero de dentes das cassetes fez a diferença, uma cassere com 34 dentes neste trajecto mostrou-se fundamental, mas a malta com cassetes de 32 dentes não deu tréguas e vai de trepar pelas encostas acima, nem que seja à mão.
Os single track eram propícios a um andamento enérgico e os obstáculos foram sendo vencidos com confiança um após outro.
Mas o grande problema foi mesmo o calor, batidas as 10h30 a coisa começou a aquecer e até quem dizia que não bebia água lá foi questionando onde "fica a próxima fonte?".
No trilho da silvas o Cardoso partiu a corrente, mas a assistência em viagem não se fez esperar e rápidamente a coisa ficou resolvida.
Devido ao calor e o pessoal a começar a dar sinal de algum cansaço, a subida da Ribeira do Jamor e a subida da Casa Mãe ficaram por fazer, mas não ficaram esquecidas.
Pelas 11h50 estava toda a malta de volta, com muito calor e um pouco com os cromados riscados mas a boa disposição reinava e para trás tinham ficado 32 kms de intenso esforço.
Até dia 05 de Setembro. Boas pedaladas.

RAID AO MONSANTO

Boa dia malta!
Espero que tenham acordado com os musculos pouco doridos.
Ontem dia 18 de Julho de 2010 fomos até ao Monsanto, mais uma vez um grupo de destemidos betetistas enfrentaram os trilhos maravilhos dessa Serra no coração de Lisboa.
Depois do grupo todo junto contaram-se "13 duros" dispostos a enfrentar as subidas ingremes e as descidas de arrepiar, durante 3 horas de pura adrenalina.
Juntaram-se neste Raid ao Monsanto da MoucaBTT, mais uns amigos do pedal, que são sempre bem vindos à MoucaBTT. Do passeio própriamente dito, só quem esteve presente pode ter a noção e avaliar as dificuldades vividas pela mata de Monsanto fora, e não foram poucas.
Para os menos habituados a estas coisas vai ser um dia para memorizar, estou convicto que daqui a uns tempos terão histórias para contar sobre estes momentos, alguns até de panico, estou certo disso (bastava ver a cara do pessoal), mas a verdade é que a vontade de ultrapassar os obstáculos fala mais alto e um após outro, subida ou descidas os corajosos levaram de vencidas as dificuldades impostas pelo terreno e pelo guia, he, he, he...
Como nem de porrada são fartos em vez de regressar de comboio, como estava previsto, o regresso foi de bike e toma lá mais 12 kms o que no final deu um total de 44 kms, coisa pouca.
Ao chegar alguém falou em caracois... imperial... lá para a tarde... mas nada, devem ter ficado a dar uma tareia no sofá. Boa?
Até para a semana... algures numa serra perto de si.
Boas pedalada

PS: Ontem foi feito um comentário pelo João Pires (Parabéns! Já sabe enviar comentários) no livro de visitas que vai ser colada como comentário a este passeio.